Márcia e suas Leituras

03/12/2009

Amigos,


Resolvi criar um blog para colocar todas as matérias que achar interessante neste louco e grande mundo da web.

A idéia é que seja sobre assuntos diversos, pode ser política, economia, música, arte, viagem, enfim, o que for interessante e é claro que quero  muitas participações, opiniões, é para falar mesmo.

Para facilitar o acesso, separei os assuntos em diversas páginas  para futuras consultas, embora tudo que foi postado pode ser encontrado pela categoria, a direita tem uma relação de categorias.

As matérias sobre Direitos Humanos estarão exclusivamente em sua página.

Para falar comigo podem mandar email  : marciasilva65@gmail.com

Então vamos começar……

 


CHAMADA PARA O CURSO TECnaval – 2010 – Pólo Náutico/ UFRJ

09/02/2010

 PROCESSO DE SELEÇÃO PARA 2010

O Laboratório Pólo Náutico faz a chamada da realização do processo seletivo para alunos do Programa de Qualificação Profissional de  Técnicos da Industria Naval (Tec-Naval).
O programa do curso está disponível no site:  http://tecnaval.wordpress.com/o-curso/  ou no Laboratório Pólo Náutico/UFRJ localizado na Ilha do Fundão.

1.       DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

1.1.  Do(s) pré-requisito(s):
-  Ter concluído ensino médio até fevereiro de 2010;
1.2. Este processo destina-se ao preenchimento de 15 vagas para Madeira e Compósitos e 15 vagas para Aço e Alumínio.

2.      DAS INSCRIÇÕES

2.1.  A Taxa de Inscrição é gratuita.
2.2.  As inscrições estarão abertas no período de 01/02 a 12/02/2010
2.3.  As inscrições deverão ser efetuadas pessoalmente com  preenchimento de formulário na Universidade Federal do Rio de Janeiro, no Laboratório Pólo Náutico que se localiza na Rua Mauricio Jopert da Silva s/n. O prédio fica ao lado da Garagem da UFRJ e atrás da reitoria.
2.4.  O candidato deverá levar: cópia do histórico escolar, cópia do CPF e cópia de um documento com foto.

3.      DO PROCESSO DE SELEÇÃO PÚBLICA

3.1. Primeira fase
     3.1.1. A primeira fase é eliminatória e consiste em uma prova específica  ser realizada no dia 27/02/2010 (sábado)
     3.1.2. O candidato deverá levar lápis, régua, borracha e caneta (tinta preta ou azul).
     3.1.3. As questões da prova específica serão relativas a matemática e desenho geométrico e uma redação (corrigida caso o candidato seja aprovado na prova específica)
     3.1.4 A prova especifica vale de 0 a 10 pontos.
     3.1.5. A redação vale de 0 a 10 pontos que serão contabilizados na segunda fase.
     3.1.6. O resultado da prova será divulgado no site http://polonautico.wordpress.com e no Laboratório Pólo Náutico no dia 28/02/2010,  juntamente com local e hora da próxima etapa de seleção. Serão aprovados para a segunda fase as 40 melhores notas na prova específica.
3.2. Segunda fase – Entrevista
     3.2.1.  As entrevistas serão realizadas entre os dias 1 a 3 de março de 2010
3.2.2.  A entrevista irá compor uma análise sobre as possibilidades do
candidato concluir o curso e os interesses na área. Serão contabilizados de 0 a 4 pontos.
3.2.3.  Os 20 candidatos com maior pontuação na primeira e segunda fase , de cada área, serão selecionados, sendo que somente 15 de cada área serão chamados, os outros cinco de cada área farão parte de cadastro de reserva em caso de desistência de algum.
 3.2.4. O resultado dos alunos selecionados será divulgado no dia  05 de março de 2010 , a partir das 15:00h no site http://polonautico.wordpress.com  e no Laboratório Pólo Náutico.

4.      DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

4.1. O candidato deverá responsabilizar-se por tomar conhecimento do local, data e horário de realização de cada uma das fases deste processo.  Serão divulgadas no site http://polonautico.wordpress.com ,    http://tecnaval.wordpress.com  e no Laboratório Pólo Náutico.

Rio de Janeiro, 05 de Janeiro de 2010
Fernando Antonio Sampaio de Amorim
Coordenador do Laboratório Pólo Náutico


Fórum Urbano Mundial deve reunir 15 mil pessoas no Rio

09/02/2010

http://www.vermelho.org.br/rj/noticia.php?id_noticia=123906&id_secao=101

Cerca de 15 mil pessoas de mais de 160 países devem participar, entre os dias 22 e 26 de março, no Rio de Janeiro, do 5º Fórum Urbano Mundial. Os debates, organizados pelo Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (UN-Habitat), terão como tema central O Direito à Cidade: Unindo o Urbano Dividido, incluindo questões como acesso à moradia, diversidade cultural, participação social e urbanização sustentável.

Pela primeira vez na América Latina, o Fórum junta-se aos Jogos Mundiais Militares, que acontecem no próximo ano; à reunião Rio+20, que a Organização das Nações Unidas (ONU) estará promovendo na cidade em 2012 para discutir as ações de meio ambiente; à Copa das Confederações, que terá o Rio de Janeiro como sede; à Copa do Mundo, de 2014, cuja final deve ser no estádio do Maracanã; e às Olimpíadas de 2016.

De acordo com o ministro das Cidades, Marcio Fortes, o fórum representa um importante espaço de troca de experiências que devem nortear ações para melhorar o desenvolvimento urbano.

“Temos que trocar experiências e aprender as soluções adotadas em outros locais, como a Índia, a África do Sul, sempre com melhor retorno em função dos recursos investidos. Não é um fórum acadêmico, mas um fórum para servir de referência para execução. Queremos ação e resultado”, destacou, durante cerimônia de lançamento do fórum no dia 8, no Rio de Janeiro.

Marcio Fortes ressaltou, ainda, que entre as experiências brasileiras a serem apresentadas estão as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) realizadas no Rio. Segundo ele, as melhorias em termos de urbanização, construção de casas e saneamento no âmbito do programa do governo federal, em parceria com o estado e o município, representam um “laboratório muito importante”, que poderá ser observado pelos participantes do fórum.

O 5º Fórum Urbano Mundial terá diariamente 12 mesas-redondas e 108 eventos em rede, realizados em seis armazéns do Porto do Rio. As discussões devem reunir autoridades, ministros, governadores e representantes de organizações não governamentais de várias cidades do mundo.

De acordo com dados da UN-Habitat, aproximadamente 1 bilhão de pessoas no mundo vivem em assentamentos precários e mais da metade da humanidade ocupa os espaços urbanos. Nos próximos 50 anos, a estimativa é que esse número chegue a dois terços.

A diretora regional para a America Latina e Caribe da Comissão da ONU para Assentamentos Humanos, Cecília Martinez Leal, explicou que o Fórum não é fechado apenas para governos, e que quer discutir a cidade do futuro com Organizações Não Governamentais (ONGs), universidades, órgãos voltados para engenharia, urbanismo e arquitetura, além de lideranças comunitárias. 


Blocos de carnaval no Rio

08/02/2010

TODOS OS BLOCOS QUE AINDA SAIRÃO


A IV Frota em apoio: um porta-aviões chamado Haiti

08/02/2010

do portal da CTB

03/02/2010
Ao meu modo de ver, o problema central para a hegemonia estadunidense no seu “quintal” é o Brasil.O petróleo é uma riqueza importante. Mas é preciso extraí-lo e transportá-lo, o que demanda investimentos, ou seja, estabilidade política.

O Brasil já é uma potência global, é o segundo dos países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), ficando atrás em importância apenas da China. Dos dez maiores bancos do mundo, três são brasileiros (e cinco chineses).

 Nenhum destes dez bancos é dos EUA ou da Inglaterra. O Brasil tem a sexta reserva de urânio do mundo (com apenas 25% de seu território investigado) e estará entre as cinco maiores reservas de petróleo quando for concluída a prospecção da bacia de Santos. As multinacionais brasileiras figuram entre as maiores do mundo. A Vale do Rio Doce é a segunda mineradora e a primeira em mineração de ferro; a Petrobras é a quarta empresa petrolífera do mundo e a quinta empresa global por seu valor de mercado; a Embraer é a terceira empresa aeronáutica, atrás apenas da Boeing e da Airbus; o JBS Friboi é o primeiro frigorífico de carne de gado bovino do mundo; a Braskem é a oitava petroquímica do planeta. E poderíamos seguir com a lista.

A reação dos Estados Unidos de militarizar a parte haitiana da ilha logo após o devastador terremoto de 12 de janeiro deve ser considerada dentro do contexto gerado a partir da crise financeira e da chegada de Barack Obama à presidência. As tendências de fundo já estavam presentes, mas a crise acelerou-as de um modo que lhes deu maior visibilidade. Trata-se da primeira intervenção de envergadura da IV Frota, restabelecida há pouco tempo.

Com a crise haitiana, a militarização das relações entre os EUA e a América Latina avança mais um passo, como parte da militarização de toda política externa de Washington. Deste modo, a superpotência em declínio tenta retardar o processo que a converterá em uma de outras seis ou sete potências no mundo. A intervenção é tão escancarada que o jornal oficial chinês Diário do Povo (de 21 de janeiro) pergunta se os EUA pretendem incorporar o Haiti como um Estado mais da União.

O jornal chinês cita uma análise da revista Time, onde se assegura que “o Haiti se converteu no 51° estado dos EUA ou, pelo menos, seu quintal”. Com efeito, em apenas uma semana o Pentágono mobilizou para a ilha um porta-aviões, 33 aviões de socorro e numerosos navios de guerra, além de 11 mil soldados. A Minustah, missão da ONU para a estabilização do Haiti, tem apenas 7 mil soldados. Segundo a Folha de São Paulo (20 de janeiro), os EUA substituíram o Brasil de seu lugar de direção da intervenção militar na ilha, já que, em poucas semanas, terá “doze vezes mais militares que o Brasil no Haiti”, chegando a 16 mil homens.

O mesmo Diário do Povo, em um artigo sobre o “efeito estadunidense” no Caribe, assegura que a intervenção militar deste país no Haiti terá influência em sua estratégia no Caribe e na América Latina, onde mantém uma importante confrontação com Cuba e Venezuela. Essa região é, para o jornal chinês, “a porta de entrada de seu quintal”, que os EUA buscam “controlar muito de perto” para “continuar ampliando seu raio de influência sobre o sul”.

Tudo isso não é muito novo. O importante é que se inscreve em uma escalada que iniciou com o golpe militar em Honduras e com os acordos com a Colômbia para a utilização de sete bases neste país. Se, a isso, somamos o uso das quatro bases que o presidente do Panamá, Ricardo Martinelli, cedeu a Washington em outubro, e as já existentes em Aruba e Curaçao (ilhas próximas a Venezuela pertencentes a Holanda), temos um total de 13 bases rodeando o processo bolivariano. Agora, além disso, consegue posicionar um enorme porta-aviões no meio do Caribe.

Segundo Ignácio Ramonet, no Le Monde Diplomatique de janeiro, “tudo anuncia uma agressão iminente”. Esse não parece ser o cenário mais provável, ainda que se possa concluir duas coisas: os EUA optaram pelo militarismo para mitigar seu declínio e necessitam do petróleo da Colômbia, Equador e, sobretudo, da Venezuela para afiançar sua situação hegemônica ou, pelo menos, diminuir a velocidade deste declínio. No entanto, as coisas não são tão simples.

Para o jornal francês, “a chave está em Caracas”. Sim e não. Sim porque, com efeito, 15% das importações de petróleo dos EUA provém da Colômbia, Venezuela e Equador, mesmo índice da quantidade importada do Oriente Médio. Além disso, a Venezuela caminha para converter-se na maior reserva de petróleo do planeta, assim que se confirmarem as reservas do Orinoco descobertas recentemente. Segundo o Serviço Geológico dos EUA, seriam o dobro das da Arábia Saudita. Tudo isso seria suficiente para que Washington desejasse, como deseja, tirar Hugo Chávez do poder.

Ao contrário da China, o Brasil é autosuficiente em matéria de energia e será um grande exportador. Sua maior vulnerabilidade, a militar, está em vias de ser superada graças à associação estratégica com a França. Na década que se inicia, o Brasil fabricará aviões caça de última geração, helicópteros de combate e submarinos graças à transferência de tecnologia pela França. Até 2020, se não antes, será a quinta economia do planeta. E tudo isso ocorre debaixo do nariz dos EUA.

O Brasil já controla boa parte do Produto Interno Bruto da Bolívia, Paraguai e Uruguai, tem uma presença muito firme na Argentina, da qual é um sócio estratégico, assim como no Equador e no Peru, que facilitam a saída para o Pacífico. Aí está o osso mais duro para a IV Frota. O Pentágono desenhou para o Brasil a mesma estratégia que aplica a China: gerar conflitos em suas fronteiras para impedir a expansão de sua influência: Coréia do Norte, Afeganistão, Paquistão, além da desestabilização da província de Xinjiang, de maioria muçulmana.

Na América do Sul, um rosário de instalações militares do Comando Sul rodeia o Brasil pela região andina e o sul. A pinça se fecha com o conflito Colômbia-Venezuela e Colômbia-Equador. Agora contará com o porta-aviões haitiano, deslocando desta ilha a importante presença brasileira à frente da Minustah. É uma estratégia de ferro, friamente calculada e rapidamente executada.

O problema que as nações e os povos da região enfrentam é que as catástrofes naturais serão uma moeda de troca corrente nas próximas décadas. Isso é apenas o começo. A IV Frota será o braço militar mais experimentado e melhor preparado para intervenções “humanitárias” em situações de emergência. O Haiti não será a exceção, mas sim o primeiro capítulo de uma nova série pautada pelo posicionamento militar dos EUA em toda a região. Dito de outro modo: nós, latino-americanos, corremos sério perigo e já é hora de nos darmos conta disso.

Artigo de Raul Zibechi.
Tradução: Katarina Peixoto

Fonte: Carta Maior


Honduras: um caso exemplar (e nada novo) de golpe antidemocrático

07/02/2010

do portal do cebrapaz

A população de Honduras assistiu na quarta-feira passada ao provável último capítulo de um perfeito golpe de Estado contra a democracia. O presidente legítimo, Manuel Zelaya — sequestrado por um comando militar golpista e retirado do país de pijama há sete meses — deixou Honduras depois de viver os últimos 129 dias fechado na embaixada do Brasil em Tegucigalpa.
Os traidores da pátria, um a um, comemoraram a clemência que eles concederam a si mesmos. Foi o caso do chefe do Exército que traiu Zelaya, general Romeo Vásquez — ele recebeu a notícia de que os juízes não o julgarão por dirigir o golpe militar. Roberto Micheletti, o tirano que ocupou a cadeira presidencial desde a expulsão de Zelaya até agora, foi nomeado pelo Congresso “deputado vitalício” — e assim se beneficiará de uma anistia política.

E Porfirio Lobo, o candidato do Partido Nacional que perdeu para Zelaya nas eleições de 2005, conseguiu ser investido presidente de Honduras, Na cerimônia de posse, ironicamente, foram lidas passagens da Bíblia — e os presentes, de mãos dadas, agradeceram ao “pai celestial” seu apoio a Honduras durante a “crise política”. Leia o resto deste post »


O seqüestro do Haiti

07/02/2010

do blog do velho comunista

John Pilger

O roubo do Haiti foi ágil e brutal. A 22 de Janeiro, os Estados Unidos asseguraram “aprovação formal” das Nações Unidas para ocupar todos os portos aéreos e marítimos do Haiti e para “assegurar” as estradas. Nenhum haitiano assinou o acordo, o qual não tem base legal. A potência impera com um bloqueio naval americano e a chegada de 13 mil fuzileiros navais, forças especiais, espiões e mercenários, nenhum deles com treino para ajuda humanitária.

O aeroporto na capital, Port-au-Prince, é agora uma base militar americana e vôos de socorro foram redirecionados para a República Dominicana. Todos os vôos cessaram durante três horas para a chegada de Hillary Clinton. Haitianos criticamente feridos esperaram sem ajuda enquanto 800 americanos residentes no Haiti eram alimentados, lavados e evacuados. Passaram-se seis dias antes de a U.S. Air Force lançar água engarrafada para pessoas a sofrerem de sede e de desidratação.

Os primeiros relatos da TV desempenharam um papel crítico, dando a impressão de um caos de crime generalizado. Matt Frei, o repórter da BBC despachado de Washington, parecia ofegante quando zurrava acerca da “violência” e necessidade de “segurança”. Apesar da dignidade demonstrada pelas vítimas do terremoto, e da evidência de grupos de cidadãos a trabalhar sem ajuda para resgatar pessoas, e até mesmo da avaliação de um general americano de que a violência no Haiti era consideravelmente menor do que antes do terremoto, Frei berrava que “o saqueio é a única indústria” e que “a dignidade do passado do Haiti está há muito esquecida”. Portanto, uma história de implacável violência e exploração estadunidense no Haiti foi atribuída à vítimas. “Não há dúvida”, relatava Frei na seqüência da sangrenta invasão do Iraque pelos EUA em 2003, “que o desejo de trazer o bem, de levar os valores americanos ao resto do mundo, e especialmente agora ao Médio Oriente… está agora cada vez mais ligado ao poder militar”. Leia o resto deste post »


Japão, entre a estagnação e a deflação – Um retrato do sistema capitalista mundial

07/02/2010

da revista o militante

Durante os anos 70 e 80 do século passado era habitual ouvir-se falar do «milagre» japonês.

A economia japonesa crescia a uma taxa média anual de quase 5% (1) , a taxa de desemprego rondava os 2% e as exportações cresciam quase 8% ao ano.

«Milagre» que causava admiração nas fileiras governantes do sistema capitalista mundial, mas também receios, sobretudo nos EUA, para onde se dirigia o grosso das exportações nipónicas, do aço ao automóvel passando pela electrónica de consumo. Receios que levaram à tomada pela Administração Reagan de medidas comerciais de restrição à entrada de produtos japoneses no mercado dos EUA e à imposição dos denominados Acordos de Plaza (1985) aos seus principais concorrentes da Tríade (Alemanha e Japão), impondo uma desvalorização concertada do dólar, com vista a melhorar os termos de troca e as condições de rentabilidade das suas empresas multinacionais.Mas no início dos anos 90, após o rebentar da bolha financeira gerada nos mercados financeiro e sobretudo imobiliário (1992), o Japão entrou num período de estagnação e deflação (Gráfico 1), com uma taxa média de crescimento anual inferior a 1%, pontuado com recessões (1998-1999 e 2008-2009) e por um forte aumento do desemprego – com a taxa de desemprego média a aumentar cinco vezes face aos anos 60, ou seja, mais de 2,5 milhões de desempregados (Gráfico 2). Período no qual ainda se encontra e cujas previsões económicas apontam para que permaneça.

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Taylorismo e Fordismo

07/02/2010


Desinformação de classe

06/02/2010

do jornal AVANTE

RCTV Internacional

Desde que a Comissâo Nacional de Telecomunicações (CONATEL) da Venezuela decidiu suspender temporariamente seis canais por cabo, desencadeou-se uma campanha de intoxicação da opinião pública dentro e fora da Venezuela. A morte de dois estudantes , igualmente manipulada.

Ao contrário do que tem sido afirmado pelos meios de comunicação social dominantes- que fazem eco dos interesses do capital – o que está em causa não é a revogação da licença da Radio Caracas Televisión Internacional (RCTVI) por parte do regulador.
A RCTVI foi uma das poucas estações, num universo de 105, que não havia solicitado registo junto da CONATEL. Entretanto, as outras cinco visadas já o fizeram, isto é, optaram por ser canais internacionais e terão as respectivas emissões restabelecidas. Um proprietário de dois destes canais afirmou mesmo que a norma colmata um vazio legal.

Pelo contrário, a RCTVI, fazendo jus ao papel de promotora golpista (envolveu-se no golpe de Estado que em 2002 tentou derrubar o presidente Hugo Chávez e, recentemente, deu voz ao patrão dos patrões, Noel Álvarez, que afirmou que a solução para Chávez é militar), prefere o conflito, mesmo sabendo que 94 por cento dos seus conteúdos são nacionais e, por isso, tem de ser registada como canal nacional.

Ora a RCTVI não quer ser nacional porque, de acordo com as leis, seria obrigada a transmitir comunicações oficiais – e não apenas os discursos do presidente, como se afirma -, e teria de respeitar os limites publicitários e a regulamentação de elementos de linguajem, saúde, sexo, violência ou recomendação por faixa etária.
Em suma, a RCTVI não quer cumprir a legislação, ao contrário de mais de uma centena de outros canais e perto de 800 r�dios de v�rias tend�ncias pol�ticas ou sem qualquer tendência particular. Leia o resto deste post »


Educação em acampamento da ALBA no Haiti

06/02/2010

Venezueila

06/02/2010

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Presidente da CTB-RJ destaca os avanços do setor naval

05/02/2010

portal vermelho

O Sindicato dos Metalúrgicos do Rio (Sindmetal) recebeu, no dia 4, o presidente da CTB-RJ, Maurício Ramos, para o seminário de planejamento de ação dos metalúrgicos. Na ocasião, Maurício abordou as mudanças no setor naval e as perspectivas para 2010.
A mesa do debate foi conduzida pelo presidente do Sindmetal, Alex Santos. Segundo ele, “a indústria naval é uma realidade nacional, promovendo mais oportunidades para os trabalhadores e o Rio reúne as melhores condições para contribuir com este crescimento”.

O presidente da CTB-RJ destacou a importância da Região Sudeste para o desenvolvimento do Brasil e as novas oportunidades para o Rio de Janeiro com o crescimento da indústria naval no estado.

Ao mesmo tempo, Maurício Ramos destacou que esse momento de recuperação da indústria naval é fruto da política do governo Lula. “A perspectiva é garantir a continuidade do governo Lula para manter este ciclo de crescimento e avançar ainda mais. É preciso crescer o país e distribuir a renda para o trabalhador. Não podemos perder esta oportunidade”, declarou Maurício.

Maurício ainda falou sobre a necessidade de alterar a política econômica do governo e defendeu o fim do fator previdenciário. Para ele, este é o momento de implementar um novo projeto nacional de desenvolvimento. “Dizer que a previdência tem déficit não é verdade, o problema é que o dinheiro tem ido para pagar os juros”.

Por fim, Maurício disse que o debate foi muito importante, inclusive porque ampliou o tema inicial e abordou outras questões relevantes do cenário nacional.


Entrevista a Christophe de Dejours

05/02/2010

Enviado por email por Celina Areas

“Um suicídio no trabalho é uma mensagem brutal”

Nos últimos anos, três ferramentas de gestão estiveram na base de uma transformação radical da maneira como trabalhamos: a avaliação individual do desempenho, a exigência de “qualidade total” e o outsourcing. O fenómeno gerou doenças mentais ligadas ao trabalho. Christophe Dejours, especialista na matéria, desmonta a espiral de solidão e de desespero que pode levar ao suicídio.
 
Psiquiatra, psicanalista e professor no Conservatoire National des Arts et Métiers, em Paris, Christophe Dejours dirige ali o Laboratório de Psicologia do Trabalho e da Acção – uma das raras equipas no mundo que estuda a relação entre trabalho e doença mental. Esteve há dias em Lisboa, onde, de gravata amarela, cabeleira “à Beethoven” e olhos risonhos a espreitar por detrás de pequenos óculos de massa redondos, falou do sofrimento no trabalho. Não apenas do sofrimento enquanto gerador de patologias mentais ou de esgotamentos, mas sobretudo enquanto base para a realização pessoal. Não há “trabalho vivo” sem sofrimento, sem afecto, sem envolvimento pessoal, explicou. É o sofrimento que mobiliza a inteligência e guia a intuição no trabalho, que permite chegar à solução que se procura.

Claro que no outro extremo da escala, nas condições de injustiça ou de assédio que hoje em dia se vivem por vezes nas empresas, há um tipo de sofrimento no trabalho que conduz ao isolamento, ao desespero, à depressão. No seu último livro, publicado há uns meses em França e intitulado Suicide et Travail: Que Faire? , Dejours aborda especificamente a questão do suicídio no trabalho, que se tornou muito mediática com a vaga de suicídios que se verificou recentemente na France Télécom.

Depois da conferência, o médico e cientista falou com o P2 sobre as causas laborais desses gestos extremos, trágicos e irreversíveis. Mais geralmente, explicou-nos como a destruição pelos gestores dos elos sociais no trabalho nos fragiliza a todos perante a doença mental. Leia o resto deste post »


Blocos de rua no carnaval carioca

05/02/2010

O carnaval está chegando e com ele a alegria contagiante dos tambores, pandeiros e outros instrumentos que nos fazem ” balançar o esqueleto” e cair no samba.

Nesta semana que antecede o carnaval, o Rio de Janeiro, tem uma rotina de blocos de rua, alguns já tradicionais e outros tantos novos, que a cada ano surgem em todos os bairros cariocas.

O jornal o Globo publicou hoje alguns destes blocos e seus horários, que divido com meus leitores. Quem me conhece sabe que não é meu estilo participar mas acho importante divulgar.

Bom carnaval de rua para todos.

SE  BEBER NÃO DIRIJA !! curta a vida!!

  SÁBADO(06/02)

 - Simpatia é Quase Amor – das 14 às 20 h, na Praça General Osório, em Ipanema
- Sacode quem Pode – das 15 às 19 h, na Rua Jardim Botânico
- Areia do Leblon – das 14 às 20 h, na Rua Dias Ferreira
- Bloco Dus Impossivi – das 14 às 20 h, na Rua Dias Ferreira
- Empolga às 9 – as 14h, no Posto Nove, em Ipanema
- Amigos do Bom Sujeito 2 – das 16 às 22 h, na Avenida do Pepe, na Barra da Tijuca
- Banda Caça e Pesca – das 11 às 14:30 h, na Av. Lucio Costa, na Barra
- Banda da Barra – das 12h às 18h, em frente ao n°3646 da Avenida Lucio Costa,
- Bloco do Pepe – 16 às 22 h, na Avenida Pepe
- Céu na Terra – das 08 às 13 h, no Largo do Curvelo, em Santa Tereza.

 

 DOMINGO(07/02)

 
- “Quem Num Guenta, Bebe Água”- das 12h às 18h, no Largo do Machado
- A Coisa tá Preta – das 14 às 20 h, na Pça General Osório, em Ipanema
- Empolga às 9 – das 14 às 20 h, na praia de Ipanema
- Suvaco do Cristo – das 08 às 13 h, na Rua Jardim Botânico
- Gigantes da Lira – das 08 às 13 h, na Pça Jardim Laranjeiras
- Chora, me liga – das 11 às 17 h, saindo do Posto 12
- Banda da Barra – das 12 às 18 h, em frente ao n°3646 da Avenida Lucio Costa
- Bloco do Pepe das 16 às 22 h, na Av. Pepe
- Escravos da Mauá – das 10 às 17 h, no Largo de São Francisco da Prainha, na Praça Mauá, no Centro do Rio.