Venezuela: socialistas mobilizados diante de ameaça de agressão

da prensa latina

Escrito por Erica Soares   
martes, 27 de julio de 2010
(Prensa Latina) Os integrantes do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) permanecerão unidos e alertas enquanto persistir a ameaça de uma agressão contra o país vinda do território colombiano e incentivada pelos Estados Unidos, confirmaram diretores da organização.

*Venezuela: vigilância reforçada em fronteira com Colômbia

Os militantes do agrupamento político, com mais de sete milhões de filiados, manterão as mobilizações dos últimos dias todo o tempo que durar o perigo de um ataque armado, que o presidente Hugo Chávez considerou de grande probabilidade.

Em coletiva de imprensa, o dirigente do PSUV Héctor Navarro assegurou que essa força demonstrará seu apoio ao governo em concentrações populares como as organizadas neste sábado e domingo nas demarcações fronteiriças com a nação neogranadina.

Ante a exacerbação do diferendo entre os dois países depois das acusações de Bogotá sobre a suposta presença aqui de guerrilheiros colombianos (FARC e ELN), o chamado dos socialistas é à unidade de todos os venezuelanos, para além de afiliações políticas.

Todo o povo deve cerrar filas em função da defesa da soberania nacional, enfatizou Tareck El Aissami, representante do PSUV e ministro do interior e justiça.

No meio das advertências sobre os planos belicistas da Casa de Nariño, Chávez destacou também que a resposta mais contundente para frustrar as pretensões do governo de Álvaro Uribe e Washington, será a união de homens e mulheres dentro do país e de colombianos e venezuelanos em ambos lados da fronteira.

Somos uma mesma família, filhos do Libertador Simón Bolívar, enfatizou.

Depois do anúncio da ruptura de relações com Bogotá em resposta às acusações esgrimidas por seus representantes diante da Organização de Estados Americanos, trabalhadores do setor petroleiro, indígenas e diferentes grupos sociais da Venezuela respaldaram a postura do executivo frente às recentes acusações.

Nós recusamos e recusaremos a possibilidade de que uma força guerrilheira estrangeira, militar ou paramilitar estrangeira se instale em algum milímetro de nosso território soberano, não podemos aceitar isso nem o aceitaremos, insistiu o dignatário por causa das acusações que qualificou de show grosseiro.

mv/ap/es

Modificado el ( martes, 27 de julio de 2010 )

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