Professor francês apresenta livro Outro capitalismo não é possível

do site prensa latina

Escrito por Mireya Ortiz Bécquer   
martes, 27 de abril de 2010
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Uma aguda mirada sobre as crises que açoitam ao planeta, certa esquerda dubitativa e as alternativas dos processos revolucionários latinoamericanos, resumem o livro ou Outro capitalismo não é possível apresentado hoje na França.

  O pesquisador, economista e professor da Universidade de Paris 1 Panthéon-Sorbonne, Remy Herrera, autor de ou Um autre capitalisme n est pas possível, seu título em francês, fez um esboço do texto na sede da embaixada de Cuba aqui.

Não é um livro sobre Cuba, nem sobre Venezuela, nem também não dos interessantes processos em marcha na América Latina, mas sem dúvidas se nutre dos referentes indispensáveis que constituem esses países, comentou.

Ante um numeroso auditório, o professor Herrera destacou que a apresentação na missão diplomática, é uma honra, porque Cuba se ganhou o respeito e a admiração por sua determinação de compartilhar com todos seus recursos materiais e humanos.

O académico argumentou que nestes momentos o mundo sofre da acumulación de crise, começando pela sistémica do capitalismo que se enlaça com a económica, financeira, social, energética, climática e política.

É o ponto de vista de nós, os progressistas. No entanto, para os experientes elitistas não existe a crise, tratam de acomodar os problemas a seu conveniencia e desbarran de modelos como as nações da ALVA e outros, apontou.

Esses teóricos tentam refrendar o pensamento clasicista, com um corte em ocasiões segregacionista; alimentam o nacionalismo e colocam-se à beira das ideias fascistas, recalcó.

O pesquisador do CNRS da França mencionou a reputados economistas, alguns até com Prêmios Nobel, que não escondem sua absoluta devoción pelo mercado, defendem como ou guerra necessária ou a invasão a Iraq e declaram admiração por Augusto Pinochet.

São as ideias de que para atingir o desenvolvimento absoluto e o conservar são necessárias algumas mortes; da necessidade de privatizá-lo todo e lhe dar as costas aos programas sociais, sentenciou.

Durante o coloquio teve lugar um animado intercâmbio, com a participação além dos embaixadores na França de Venezuela, Jesús Arnaldo Pérez, e de Cuba, Orlando Requeijo.

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