Para cada dia 11 haverá um dia 13 – Venezuela

Há dois anos lá estava, andando pelas ruas de Caracas partilhando a alegria da vitória sobre o  golpe de 2002, golpe este  orquestrado pela forças imperialistas estadunidenses, que tentou de forma infrutífera retirar a força um governante eleito democraticamente pelo povo, Hugo Chavez Frias.

A emoção deste dia , na  Venezuela é indiscritível,  pois  a maioria esmagadora da população sai as ruas, onde há vários palcos , local de comícios , para dar seu apoio ao governo Chavez.Governo este, que os tirou do analfabetismo e pobreza extrema. 

As rádios e canais de TV do Estado relembram o golpe pois, um fato político desta gravidade tem que ser muito lembrado para que a democracia continue instaurada e se aprofunde mais e mais naquele país, agora diferente, com um povo mais esclarecido, e com o socialismo em construção  a todo vapor.

Viva chavez !!!

do site da prensa latina

Escrito por ruth   
martes, 13 de abril de 2010
13 de abril de 2010, 09:25Imagen activaCaracas, Apr 13 (Prensa Latina) Venezuela commemorates the eighth anniversary of President Hugo Chavez’ return to power, after he was ousted by a military coup for two days, with actions Tuesday favoring the civic-military alliance that marked those events.  The swearing-in ceremony of 34,000 militiamen at the centric Bolivar Avenue today symbolizes the spirit of those actions, when the population, along with constitutionalist officers, rescued the constitutional order.On April 11, 2002, the rightist opposition headed by big businessmen, the leadership of the Catholic church, and the US embassy in Caracas took Chavez out of the Presidential Palace and detained him.Though they tried to justify the coup with a power vacuum resulting from deaths they attributed to an order by Chavez, the majority of the population did not believe in the pretexts.

Thousands of Venezuelans took the streets demanding the return of the president, whose victory meant a hope for millions of Venezuelans traditionally excluded.

After eight years of the military coup, the commemoration takes place amid warnings that putschist sectors and foreign allies keep thinking on overthrowing the president by force.

Regarding that, local authorities and leaders of the United Socialist Party of Venezuela (PSUV) alert on the need to be ready to defend the country, with the creation of the popular militias playing a key role amid this context.

The reality for the president is similar to that of 2002: fight between the oligarchy and the poor, defined as confrontation between capitalism and socialism, with the parliamentary elections on September 26 as the next episode

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