Reencontrei um grande amigo!!

Sabe aqueles amigos que são super importantes pra você e de repente a própria vida vai separando, e quando percebemos já passaram-se anos e não nos falamos mais?  por conta do  blog reencontrei um grande amigo, Eduardo Goldemberg, que saudade Edu!

É verdade que ele já havia visitado meu blog, deixado recado, email e eu “sempre enrolada” fui deixando pra responder depois e depois… mas hoje entrei em seu blog e amei, até porque o Edu além de ser um tremendo advogado  gosta muito de escrever.

Lembro-me de suas poesias, cadernos e cadernos, até sair seu primeiro livro, claro que estava lá, no lançamento. Ele está aí para mostrar que não precisa de diploma pra ser jornalista, mas este é outro assunto, não entrarei na polêmica agora.

Edu já escreveu até samba enredo para o Salgueiro, adora política e uma boa roda de samba.

Conheci-o em outra época, éramos bem novinhos, ele com seu violão e eu no piano, virávamos noites ouvindo Tchaikovsky, Bach, Vila Lobos. Um dia apareceu lá em casa com um livro de partituras do Tom Jobim, fazíamos um duo, ou achávamos que fazíamos , não importa, nos divertíamos. 

Tijucano, como eu , está todo orgulhoso com o filme  PRAÇA SAENS PEÑA, ainda não fui ver, mas amanhã estarei no cinema, ainda mais com a crítica que ele faz ao filme, deve ser mesmo muito bom.

Dudu, adorei te reencotrar! falta nos vermos.

Abaixo, reproduzo um texto sobre uma crítica preconceituosa do filme que estreou ontem ,e a resposta do Eduardo. Para quem não é do Rio, a Tijuca é considerada um Rio a parte, nós tijucanos falamos que somos os únicos Cariocas com sobrenome e por ái vai. Tijucano tem orgulho da Tijuca e dificilmente se muda. Há até quem diga “você pode tirar o Tijucano da Tijuca mas não consegue tirar a Tijuca do Tijucano” é isto, vejam abaixo:

do blog do bar do Edu

PRECONCEITO EM ESTADO BRUTO

PRAÇA SAENS PEÑA (leiam aqui e aqui) vai ser lançado hoje exclusivamente em um único cinema na Tijuca porque os “especialistas” (aspas de propósito) disseram que o título restringe o público aos moradores da Tijuca.

Nojento.

Fosse assim e CIDADE DE DEUS nem teria passado nos cinemas.

Tão nojento quanto nojenta foi a crítica (e aquilo não foi crítica, foi uma babaraheliodorada sem fundamento algum) feita pelo DJ Filipe Quintans (não confundam com Felipe Quintans, nosso Felipinho Cereal).

Até.

P.S.: atendendo sugestão de meu mano Bruno Ribeiro, eis aí, abaixo, a “crítica” (aspas também de propósito) do covarde “crítico” (idem) do JB (cliquem na imagem para lê-la ampliada). Eu não tenho nada a dizer sobre o que escreveu o DJ que assina a “crítica”. Apenas que a Tijuca tem – por mais que contra isso lutem os que agem perniciosamente contra ela – importância o suficiente para que soe ridícula a última frase do troço. Bobo e principiante – e sem NENHUMA (com a ênfase szegeriana) autoridade -, franca e sinceramente, para dizer o mínimo, é… isso deixa para lá, como diria Stanislaw Ponte Preta (que adoraria o filme, diga-se!).

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