Márcia e suas leituras

Jornal CTB novembro 2009

13/11/2009 · Deixe um comentário

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DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA (cartaz da CTB)

13/11/2009 · Deixe um comentário

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A Casa do Alentejo, em Lisboa, acolhe, no sábado, a XXI Assembleia da Paz do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).

12/11/2009 · Deixe um comentário

do site do avante

Dia 14 de Novembro, na Casa do Alentejo
XXI Assembleia da Paz do CPPC
Os trabalhos iniciam-se pelas 14h30, estando o final previsto para as 19h30. Durante a tarde de sábado, os aderentes do CPPC terão a oportunidade de apreciar e votar documentos tão importantes como os relatórios de contas e de actividades, a resolução e o plano de acção para 2010-2011, bem como eleger os novos corpos sociais que terão a responsabilidade de dirigir o CPPC nos próximos anos.
«Realizada num momento crucial da situação internacional, em que se avolumam as tensões, se multiplicam as guerras, agressões e ocupações e se intensifica a corrida aos armamentos, a XXI Assembleia da Paz analisará o contexto mundial e definirá as suas prioridades de intervenção», afirma, em nota de imprensa, o CPPC, que promete, analisar e debater, a «luta contra a NATO, criando condições que permitam, até ao final do próximo ano ou início de 2011, aquando da realização da sua Cimeira – encontrar uma resposta forte do movimento da paz contra as suas pretensões».
A «luta contra o militarismo, com particular relevo para a militarização da União Europeia, e pela defesa do direito internacional, prosseguindo as campanhas por um mundo livre de armas nucleares e de bases militares estrangeiras e contra a participação de tropas ou forças militarizadas portuguesas em agressões a outros povos» e a «solidariedade e cooperação com todos os povos do mundo, em particular com os povos do Médio Oriente, da América Latina, das Caraíbas e de África», estarão, de igual forma, na agenda do CPPC.Carta aberta
defende libertação
Foi entregue, sexta-feira, na Embaixada de Marrocos, em Lisboa, uma carta aberta pela libertação dos sete activistas saharauis presos pelas autoridades marroquinas, no passado dia 8 de Outubro, sob a acusação de traição à pátria e de atentado contra a soberania e integridade territorial do país.
Na entrega do documento, subscrito por 132 organizações nacionais, fizeram-se representar o Conselho Português para a Paz e Cooperação, a Amnistia Internacional, a CGTP-IN, o Movimento Democrático de Mulheres, a associação Mulher Migrante e a Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental.
«Continuando o processo de recolha de apoios para a carta aberta, o CPPC vem desta forma reafirmar a sua clara condenação dos graves atentados aos direitos humanos praticados pelo reino de Marrocos contra a população civil saharaui, e manifesta uma vez mais o seu firme compromisso de prosseguir a solidariedade com a luta deste povo pela sua pátria livre, soberana e independente», diz o Conselho da Paz na nota enviada à comunicação social.

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Governo só votará mudanças nas aposentadorias após aprovar pré-sal

12/11/2009 · Deixe um comentário

do portal da camara dos deputados

Diógenes Santos
O líder Henrique Fontana defendeu proposta do governo que foi rejeitada por centrais sindicais.

O governo não vai votar os projetos de lei de interesse dos aposentados – o que extingue o fator previdenciário (PL 3299/08) e o que estende às aposentadorias o mesmo reajuste do salário mínimo (PL 1/07) – enquanto não for concluída a votação do marco legal do pré-sal pelo Plenário da Câmara.

A decisão foi informada pelo líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), e pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, após reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com líderes dos partidos da base aliada e o ministro da Previdência, José Pimentel.

Segundo o líder e o ministro, o governo não vai votar os projetos relativos aos aposentados que já tramitam na Câmara, não vai apresentar nova proposta sobre o tema e não pretende voltar a discutir a proposta já apresentada pelo governo às centrais sindicais, e já recusada por estas.

Pré-sal até 15/12
Como a estimativa do governo é de que os quatro projetos que tratam do pré-sal sejam votados na média de um por semana até o dia 15 de dezembro, a uma semana de o Congresso Nacional entrar em recesso de final de ano, o mais provável é que qualquer mudança nos valores das aposentadorias fique para o ano que vem.

Segundo Padilha, o governo passará as próximas semanas discutindo internamente a questão dos aposentados. “Nós achamos que, neste momento, o fundamental é mobilizar o conjunto da base aliada para priorizarmos a votação do pré-sal”, disse. Ele acredita que existe atualmente “um clima muito positivo na Câmara para a aprovação do pré-sal”, propostas consideradas fundamentais pelo Poder Executivo.

Fator previdenciário
A reunião dos líderes com o Executivo aconteceu para tentar convencer a base a votar contra o fim do fator previdenciário e a favor da proposta do governo. O anúncio do adiamento do debate foi interpretado como uma falta de consenso dentro da base sobre o tema. Mas o ministro Alexandre Padilha descartou que o Executivo venha a rever a proposta apresentada às centrais sindicais.

“O governo chegou no seu limite”, diz Padilha. “Este é o limite que garante um ganho real para os aposentados e é o limite responsável, que é sustentável ao longo dos anos, para que a gente possa garantir esse aumento”.

A proposta prevê que os aposentados tenham a cada ano um reajuste equivalente à metade do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) registrado dois anos antes. Para 2010, esse percentual ficaria em 2,5% acima da inflação. Já para 2011, não deverá passar de meio por cento além da correção da inflação.

Aumento de R$ 3 bi
Henrique Fontana disse que, apesar de parecer pouco, a mudança significa um aumento de três bilhões de reais nos custos da previdência só para 2010. “Na realidade, o governo tem muita preocupação com os aposentados. Tanto que o governo tem feito inúmeros esforços, construiu junto com as centrais sindicais o acordo possível.”

Segundo o líder, é preciso “usar a sensibilidade para entender o que é justo de parte dos aposentados e, ao mesmo tempo, a responsabilidade sobre os limites reais que existem no orçamento público”.

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Em reunião da CTB, ministro Luiz Dulci defende nova Conclat

12/11/2009 · Deixe um comentário

do portal vermelho

Uma exposição do ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, abriu nesta quinta-feira (12), em Brasília, a 4ª Reunião da Direção Plena da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil). Dulci analisou a conjuntura nacional e ressaltou a preocupação do governo federal em garantir a participação social na definição das políticas de Estado. “As conferências precisam ser constitucionalizadas para continuarem em outros governos”, disse o ministro.

Dulci defendeu a realização de uma nova Conclat (Conferência da Classe Trabalhadora) — proposta encampada sobretudo pela CTB. Na opinião de Dulci, uma conferência do gênero, similar à que ocorreu em 1981, ajudaria as centrais a aprovarem bandeiras comuns de lutas para os trabalhadores. “A realização da Conclat vai contribuir para unificar ainda mais o movimento sindical em uma plataforma unitária”, afirmou o ministro.

Ele destacou também outras as do governo Lula — o reconhecimento das centrais sindicais, a política de valorização do salário mínimo, a lei que garante ao trabalhador o direito de se eleger nos conselhos das estatais, a derrota da Alca, o avanço na política externa, entre outras. “Só foi possível realizar isso tudo com os movimentos sociais pressionando por mudanças, como a grande Marcha da Classe Trabalhadora que as centrais realizaram ontem”, opinou o ministro.

Segundo Dulci, há uma escalada da mídia e da direita contra os movimentos sociais. “Essa ofensiva passa primeiro pela invisibilidade que querem impor aos movimentos sociais, escondendo suas ações para dizer que o governo Lula sufocou suas lutas”, opinou. “O Grito da Terra e a Marcha das Margaridas são manifestações de massa importantes. Vejam essa manifestação real de massa que foi a Marcha da Classe Trabalhadora. Isso tudo eles querem esconder”.

Dulci criticou a tentativa dos ruralistas de criminalizar os movimentos sociais como estratégia de luta contra a reforma agrária. “Precisamos dar um salto de qualidade da reforma agrária, embora o governo já tenha feito muito mais do que o anterior. Foram assentadas mais famílias nos sete anos do governo Lula do que no governo anterior.”

Sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), Dulci esclareceu a posição do governo Lula. “Nós não concordamos com todas as ações do MST, mas a ofensiva dos ruralistas para criminalizar o movimento é inaceitável, pois busca interromper os avanços na reforma agrária”, afirmou o ministro.

Da Redação, com informações do Portal CTB

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Craig Kelly sigue optimista con Acuerdo Tegucigalpa/San José

12/11/2009 · Deixe um comentário

do site tiempo.hn

El subsecretario de Estado de los Estados Unidos para Asuntos del Hemisferio Occidental, Craig Kelly, se mostró optimista de que la crisis hondureña se resuelva bajo el Acuerdo Tegucigalpa/ San José, suscrito el 30 de octubre anterior y que fue declarado muerto por el derrocado presidente Manuel Zelaya Rosales el 7 de noviembre anterior.

Kelly se reunió ayer con miembros de la Comisión de Verificación del acuerdo en el hotel Marriot, en un intento por reanudar el cumplimiento del documento avalado por Zelaya Rosales y el presidente de facto, Roberto Micheletti.

El acuerdo sufrió la dura interrupción el jueves anterior, cuando Micheletti anunció que tenía listo el gabinete de Unidad y Reconciliación Nacional, sin miembros propuestos por Zelaya que no envió la lista de sus candidatos.

Zelaya desistió de enviar candidatos porque a su entender el acuerdo sugiere que él debe encabezar ese gabinete, después que el Congreso Nacional decida sobre su restitución, sobre lo cual confía que así será porque los diputados responderán a esa demanda de un gran sector de los hondureños.

EL ACUERDO ES LA VIA
Kelly expresó en una corta entrevista que el convenio sigue siendo la vía más importante para que las partes en conflicto lleguen a un acuerdo.

Como ocurrió cuando vino en compañía del subsecretario adjunto, Thomas Shannon, dijo que los hondureños tienen todo el derecho de ejercer el sufragio en las elecciones de noviembre lo que sería un gran paso, pero la mejor salida está en lograr un acuerdo definitivo que consolide al país frente a la comunidad internacional.

Kelly añadió escuetamente que desde que arribó al país hay avances importantes en la discusión del documento y la meta es lograr un acuerdo antes de las elecciones.

El funcionario no se refirió sobre la posición de la Organización de Estados Americanos (OEA) que anunció el martes anterior que no enviará observadores el 29 de noviembre próximo.

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Trabalhadores marcham para cobrar votações na Câmara e no Senado

12/11/2009 · Deixe um comentário

do portal da CTB

Mais de 40 mil trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade participaram da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília, que teve como principal bandeira a defesa da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial.

Esta foi a maior marcha realizada pelas centrais sindicais que mobilizaram suas bases para levar milhares de trabalhadores e trabalhadoras em Brasília para defender a votação na Câmara dos Deputados da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 231/95, dos senadores Inácio Arruda (PCdoB-CE) e Paulo Paim (PT-RS), que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.

A marcha teve início com a concentração das caravanas de trabalhadores de todos os Estados no estádio Mané Garrincha, e a caminhada seguiu pela Esplanada dos Ministérios até a Praça dos Três Poderes, onde ocorreu o ato político.

Abertura da 6ª Marcha (Foto: Valcir Rosa)

Wagner Gomes, presidente da CTB, saudou a unidade do movimento sindical para organizar esta tradicional mobilização que já é marco da luta em defesa dos interesses dos trabalhadores. Wagner fez um breve histórico da luta dos trabalhadores em defesa da redução da jornada de trabalho e afirmou que classe patronal sempre será contra a redução da jornada, mas os trabalhadores não podem abrir mão dessa reivindicação que, além de melhorar a qualidade de vida, permitindo que o trabalhador tenha mais tempo para a família, lazer e relacionamento social, vai gerar mais de 2 milhões de novas vagas no mercado de trabalho. “Em 1988, quando lutávamos para reduzir a jornada de trabalho de 48 para 40 horas semanais, os empresários diziam que o Brasil não suportaria e as empresas iriam quebrar. A jornada foi reduzida para 44 horas e o Brasil não quebrou”, disse o presidente da CTB.

CTB marcou presença com garra e animação (Foto: Laldert Castello Branco)

Nova Conclat
Wagner Gomes disse que a unidade de ação das centrais é fundamental para fortalecer as mobilizações. “Esta unidade das centrais sindicais tem avançado e a CTB reforça a necessidade de realizarmos uma nova Conclat (Conferência da Classe Trabalhadora), que será o grande encontro das centrais sindicais para debaterem um projeto de desenvolvimento com valorização do trabalho e distribuição de renda. Precisamos aprovar uma pauta unitária de lutas que consolide a unidade das centrais”, concluiu Wagner Gomes.

Wagner Gomes discursa ao fim da manifestação (Foto: Laldert Castello Branco)

Em entrevista para o Portal CTB, o senador Inácio Arruda (PCdoB) defendeu a redução da jornada de trabalho. “A redução da jornada permitirá que os trabalhadores brasileiros se apropriem do ganho da produtividade que o país alcançou com a introdução das novas tecnologias no setor produtivo. Com a automação, mecanização e informática aumentou a produção e diminuiu os postos de trabalho. Só a redução da jornada de trabalho vai permitir com que mais pessoas trabalhem”, afirmou.

O deputado federal Vicentinho (PT) também defendeu a redução da jornada de trabalho. “Os patrões estão tendo um lucro exorbitante com o aumento da produtividade. Chegou a hora deles distribuírem um pouco dessa riqueza, reduzindo a jornada de trabalho, que além de gerar mais de 2 mil empregos, segundo o Dieese, vai reduzir o número de acidentes de trabalho”,

Vicente Selistre, vice presidente da CTB, Senador Inácio Arruda, Wagner Gomes, presidente da CTB (centro), Deputado Federal Vicentinho e Augusto Chagas, presidente da UNE (foto: Láldert Castello Branco)

Contag
Alberto Broch, presidente da Contag (Confederação nacional dos Trabalhadores na Agricultura) destacou a importância da marcha para os trabalhadores do campo. “Na verdade eu gostaria de destacar importância dessa marcha para unidade da classe e principalmente a forma como foi organizada. A representatividade de todas as entidades, a Contag com forte participação dos trabalhadores rurais, que teve com bandeira central a redução da jornada, mas não deixou de lado a luta pela alteração dos índices de produtividade, pela reforma agrária e contra a criminalização dos movimentos sociais”, reforçou o presidente da confederação.

Na Câmara e no Senado
Após o pronunciamento de todos os presidentes das centrais sindicais o ato político foi encerrado e os presidentes das centrais foram se reunir com o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer.

“Quero parabenizar as centrais por terem realizado esta grande marcha para pressionar o legislativo a votar a pauta de interesse dos trabalhadores. A redução da jornada de trabalho está em discussão há mais de 14 anos e ainda é um tema polêmico. Vamos criar um grupo de trabalho com a participação dos patrões e dos trabalhadores para debater o tema”, disse o deputado.

Encontro com presidente da Câmara, Michel Temer (Foto: Valcir Rosa)

O presidente do Senado, José Sarney, recebeu a pauta de reivindicações e reafirmou o seu apoio para agilizar a votação da redução da jornada no Senado.

Além da redução da jornada de trabalho, a pauta de reivindicações das centrais sindicais e dos movimentos sociais defende a aprovação do PL 01/07 que efetivar a valorização do salário mínimo; o novo marco regulatório para o pré-sal; atualização dos índices de produtividade da terra; aprovação da PEC 438/01 contra o trabalho escravo; ratificação das Convenções 151 e 158 da OIT; aprovação do PL que regulamenta a terceirização e combate a precarização nas relações de trabalho.

Encontro com presidente do Senado, José Sarney (Foto: Valcir Rosa)

(Flaldemir Sant’Anna, de Brasília para o Portal CTB)

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Edmilson participa de lançamento de navio em Niterói que teve como madrinha Dilma Rousseff

12/11/2009 · Deixe um comentário

do portal do PCdoB-RIo

Indústria naval

O navio de apoio AHTS Skandi Ipanema foi lançado ao mar no dia 10, em uma cerimônia assistida por mais de dois mil trabalhadores navais, dirigentes e convidados, realizada na Ilha da Conceição, em Niterói (RJ). O deputado federal Edmilson Valentim (PCdoB-RJ) participou do evento ao lado da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, madrinha da embarcação, e do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

Presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Marítima, Edmilson Valentim estava satisfeito. Afinal de contas, era a segunda vez, em apenas uma semana, que tinha a oportunidade de participar de uma solenidade semelhante, pois, no dia 4, foi lançado ao mar o casco do navio petroleiro Abreu e Lima, de 70 mil toneladas, construído para a empresa venezuelana PDVSA, no estaleiro Eisa, no Rio. Manter a leitura →

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Íntegra do discurso de Delcídio sobre o apagão

12/11/2009 · Deixe um comentário

DO SITE DO Senador Delcídio

Assessoria de Imprensa – 11/11/2009 23:15
 O SR. DELCÍDIO AMARAL (Bloco/PT – MS. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) – Muito obrigado, Sr. Presidente, Senador Mão Santa. Quero agradecer também pela tolerância de V. Exª. Aproveito para cumprimentar todos os Senadores aqui presentes e o Deputado Paulo Duarte, ali presente também.
O Deputado Paulo Duarte, Senador Mão Santa, é da mesma cidade em que nasci, a cidade de Corumbá, Mato Grosso do Sul, onde tivemos a honra de nascer e representar mais do que nunca, em nossas carreiras políticas. Manter a leitura →

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Pra descontrair !!

12/11/2009 · Deixe um comentário

É uma brincadeira, mas como toda brincadeira tem seu fundo de verdade rs rs rs rs

O CAPITALISMO

CAPITALISMO IDEAL

Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. Eles se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se… rico!

CAPITALISMO AMERICANO

Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas. Fica
surpreso quando ela morre.

CAPITALISMO FRANCÊS

Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.

CAPITALISMO CANADENSE

Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo
francês.

CAPITALISMO JAPONÊS

Você tem duas vacas, né? Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma
vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhos de vacas chamados
Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.

CAPITALISMO ITALIANO

Você tem duas vacas. Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!!!

CAPITALISMO BRITÂNICO

Você tem duas vacas. As duas são loucas.

CAPITALISMO HOLANDÊS

Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.

CAPITALISMO ALEMÃO

Você tem duas vacas. Elas produzem leite pontual e regularmente, segundo padrões de quantidade, horário estudado, elaborado e previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.

CAPITALISMO RUSSO

Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Conta de
novo e vê que tem 12 vacas. Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.

CAPITALISMO SUÍÇO

Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar a vaca dos
outros.

CAPITALISMO ESPANHOL

Você tem muito orgulho de ter duas vacas.

CAPITALISMO PORTUGUÊS

Você tem duas vacas… E reclama porque seu rebanho não cresce…

CAPITALISMO CHINÊS

Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas. Você se gaba muito de ter
pleno emprego e uma alta produtividade. E prende o ativista que divulgou os números.

CAPITALISMO HINDU

Você tem duas vacas. Ai, de quem tocar nelas.

CAPITALISMO ARGENTINO

Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês… As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano ao FMI.

CAPITALISMO BRASILEIRO

Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV – Contribuição Compulsória pela posse de Vaca. Um fiscal vem e lhe autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas e, para se livrar da encrenca, você dá a vaca
restante para o fiscal deixar por isso mesmo…

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PCP recusa reescrita da história

11/11/2009 · Deixe um comentário

do site do PCP

Intervenção de Bernardino Soares, na Assembleia da República
 
Bernardino Soares, na discussão dos votos sobre os 20 anos da destruição do muro de Berlim, referiu que «o afã comemorativo destes dias visa sobretudo o presente e o futuro; visa a luta dos povos contra a natureza agressiva do capitalismo, deseja desmobilizar a esperança e esconder que há alternativa a este sistema.» O triunfalismo comemorativo a que temos assistido nos últimos dias, de que alguns aqui na Assembleia da República também reivindicam o seu quinhão, mais do que o facto histórico que se verificou há 20 anos atrás, visa reescrever a história e tentar decretar, para o presente e para o futuro, a vitória definitiva do sistema capitalista como se do fim da história se tratasse.
É aliás extraordinário, mas não certamente um acaso, que isso aconteça no momento em que uma gravíssima crise internacional põe a nu as contradições do capitalismo e arrasta os povos para a degradação das suas condições de vida, para o aumento da pobreza e para uma ainda maior exploração dos trabalhadores e dos mais desfavorecidos.

É ainda extraordinário e inaceitável que esta gigantesca reescrita da história procure fazer tábua rasa dos contributos do campo socialista em aspectos decisivos do progresso da humanidade no século XX, como são os casos do contributo determinante para a derrota do nazi-fascismo da luta e derrota do colonialismo, do progresso social económico e cultural e dos direitos dos trabalhadores em todo o mundo, da paz e da manutenção de um equilíbrio militar estratégico.

É aliás significativo que se ignorem importantes consequências das alterações ocorridas há cerca de 20 anos no Leste europeu, como a drástica redução da esperança de vida, a destruição dos sistemas sociais, o desemprego, o aumento exponencial da pobreza, da fome e da marginalidade. Ou como o retrocesso social e nos direitos dos trabalhadores entretanto verificado e em curso, incluindo no nosso país. O Imperialismo norte-americano e o seu pilar na União Europeia crescentemente militarizada encontraram um campo mais liberto para a ingerência, a invasão e o desmembramento de países soberanos. Pela primeira vez desde 1945 a guerra voltou à Europa e um país soberano – a Jugoslávia – foi desmembrado com a participação activa e directa de potências estrangeiras.

O que foi derrotado não foram os ideais e o projecto comunistas, mas um «modelo» historicamente configurado, que se afastou, e entrou mesmo em contradição com características fundamentais de uma sociedade socialista, sempre proclamadas pelos comunistas, onde são indispensáveis entre outras a democracia política e a liberdade.
O PCP rejeita por isso o teor dos votos em análise, registando diferenças substanciais entre eles, em especial os que fingem ignorar os muros reais que hoje existem contra a liberdade, a dignidade, que impõem a exploração agravada, ou que suportam a guerra e a ocupação.

O afã comemorativo destes dias visa sobretudo o presente e o futuro; visa a luta dos povos contra a natureza agressiva do capitalismo, deseja desmobilizar a esperança e esconder que há alternativa a este sistema.

Não o conseguiram no passado e não o conseguirão no futuro.

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Ministério de Minas e Energia diz que apagão atingiu 18 estados brasileiros

11/11/2009 · Deixe um comentário

do globo.com

Problema em três linhas de transmissão no PR e SP provocou o blecaute.
Técnicos fazem varredura em linhas de transmissão para checar causas.

Diego Abreu
Do G1, em Brasília

O Ministério de Minas e Energia (MME) informou ao G1 nesta quarta-feira (11) que o apagão ocorrido entre a noite de terça (10) e esta madrugada atingiu 18 estados brasileiros. Segundo nota técnica do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), quatro estados foram afetados na totalidade: São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Outros 14 estados foram parcialmente atingidos: Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Acre, Rondônia, Bahia, Sergipe, Paraíba, Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte. A princípio, havia relatos de que pelo menos dez estados haviam sido atingidos pelo apagão. Os números iniciais, no entanto, não eram oficiais.

O apagão provocou a interrupção na transmissão de 28.800 Megawatts de energia no Brasil e de 980 Megawatts no Paraguai. Segundo relatório da ONS, o desligamento ocorreu no sistema de transmissão entre Foz de Iguaçu (PR) e Tijuco Preto (SP), provocando um efeito cascata nos sistemas de transmissão e substransmissão de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Angra I e II

O relatório informa ainda que as usinas nucleares de Angra I e Angra II, no Rio de Janeiro, também foram desligadas na mesma sequencia de interrupções de energia que ocorreram em grande parte do país. “Angra II desligou automaticamente às 22h13 devido à perturbação geral no SIN [Sistema Interligado Nacional], conforme item ‘Ocorrência na rede de Operação’, permanecendo desligada. A UG [Unidade de Gerador] tem previsão de sincronismo para 17h do dia 11/11/09”, destaca a nota.

O mesmo informativo diz que Angra I também desligou automaticamente na noite de terça-feira. A usina, porém, permanece desligada e não tem previsão para voltar a operar.

O Ministério de Minas e Energia (MME) informou que técnicos do ONS fazem uma varredura desde a madrugada desta quarta-feira nas linhas de transmissão que teriam provocado o apagão que deixou no escuro boa parte do Brasil.

Os trabalhos estão concentrados no Paraná e São Paulo, onde ocorreram problemas em três linhas de transmissão. De acordo com o secretário-executivo do MME, Márcio Zimmermann, foram detectadas panes em duas linhas que ligam a cidade de Ivaiporã (PR) a Itaberá (SP) e em uma terceira que interliga as estações de Itaberá e Tijuco Preto (SP).

As causas do blecaute devem ser apresentadas nesta tarde, após a reunião emergencial do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, convocada pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Ele preside o comitê, que também tem como membros representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), da Empresa de Pesquisa de Energética (EPE), do ONS, além de concessionárias do setor.

Entrevista

O secretário-executivo do MME disse mais cedo em entrevista coletiva que o problema, a princípio, teria ocorrido após o sistema acionar mecanismos de defesa. “Todo o sistema de transmissão cria uma situação que pode fazer o circuito desarmar uma linha e não causar nada. Nesse caso, tivemos três simultaneamente. O sistema para se proteger aciona uma série de mecanismos de proteção para salvaguardar. Prova disso é que quatro horas depois você tinha toda a carga religada no Brasil”, destacou.

Zimmermann também afastou a possibilidade de o problema ter sido causado por alguma sabotagem. Questionado se a falta de investimento no setor elétrico pode ter contribuído com o apagão, o secretário negou. Segundo ele, o sistema elétrico sempre está sujeito a essas perturbações. “O país hoje é o que tem o sistema mais interligado do mundo. O Brasil vem investindo pesadamente em um sistema de transmissão robusto. Aumentamos a interligação”, disse.

Apagão de 2001

Zimmermann descartou qualquer semelhança entre o apagão de 2001, que provocou o racionamento de energia no país, com o ocorrido na noite passada. “A situação que ocorreu em 2001 era falta de energia. O que se teve agora é uma situação que não tem problema de falta de energia, foi um problema elétrico que levou a essa perturbação”, explicou.

Segundo ele, há oito anos faltava investimento no setor elétrico brasileiro. “Não tinha o investimento necessário em transmissão e geração, o que levou àquela situação que o país teve que racionar. Era contínuo, porque não tinha geração para atender.”

Furnas

Na manhã desta quarta-feita, a empresa Furnas Centrais Elétricas informou que as linhas de transmissão que interligam a usina de Itaipu ao Sistema Interligado Nacional (SIN) estão operando normalmente e não foi identificado qualquer dano nos seus circuitos e torres de transmissão.

Imagens de radar mostram raios (em azul) e chuva na região de Itaberá (SP), às 22h15 de terça-feira (10) (Foto: Radar do Simepar)

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Da Grande Depressão de 1929 à crise de 2009

11/11/2009 · Deixe um comentário

do portal vermelho

Após 80 anos, a economia internacional enfrenta desafios idênticos. “Nunca senti satisfação tão grande. Se não falha minha memória, esta foi a única vez em que escrevi um livro sem pressa”, disse o historiador e economista John Kenneth Galbraith, em 1954, sobre seu livro The Great Crash, 1929 (A Grande Depressão, 1929).

Por Mary Stassinákis, no Monitor Mercantil

Em setembro deste ano, quando a derrocada do Lehman Brothers abalou o sistema financeiro mundial e a economia internacional, a Editora Penguin anunciou que as vendas do livro de Galbraith haviam se multiplicado por 20, para 12.642 exemplares.

Obviamente, as comparações são inevitáveis. Oitenta anos após o crash de 1929, o mundo encontra-se, novamente, engaiolado em nova e idêntica crise econômica. Naquela época, assim como antes da crise atual, o mundo ocidental acreditava que não reviveria circunstâncias econômicas semelhantes.

Na década de 1920, contudo, todos buscavam se desentoxicar da amarga experiência da Primeira Guerra Mundial. As inovações do rádio e do automóvel enviavam a mensagem ao cidadão norte-americano de que se iniciava uma nova época de permanente bem-estar. Manter a leitura →

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Há 104 anos – em 11/11/1905

11/11/2009 · Deixe um comentário

Há 104 anos nascia uma linda menina, lourinha de olhos azuis, que foi chamada de Albina Cândida Sequeira, era uma homenagem a sua avó paterna que tinha este nome..
Portuguesa, da Freguesia de Ervões, Conselho de Valpaços, Trás-os-montes, nunca imaginou que sua vida mudaria tanto e que aos 30 anos embarcaria  para o Brasil e só regressaria  a Portugal 46 anos depois como turista.

Filha mais velha de um total de sete filhos, teve uma infância feliz. Sua família era muito ligada a Igreja, havia padres e bispos e inclusive seu pai , Luiz Sequeira tinha sido seminarista em Braga e desistiu de ser padre quando estava prestes a fazer os votos, para casar-se com sua mãe Maria Madureira.

Albina sempre ajudou as missas e era responsável pelo altar do Sagrado Coração de Jesus, sempre falava disto com muito orgulho. Sabia latim, afinal era esta a língua oficial da Igreja à época. Frequentava as aulas da Senhora Dona Rosinha, que ensinava não só ler,escrever, como bordar e fazer crochê, prendas que uma boa moça não poderia deixar de possuir. Usava botinhas abotoadas do lado e tinha até uma sombrinha pintada com macaquinhos que sua tia Candidinha trouxe uma vez de Fátima

Tudo mudou em sua vida quando em 1918, com a gripe espanhola, sua mãe e duas irmãs faleceram no mesmo dia. Seu pai, nunca mais se recuperou do choque, e ela,como mais velha assumiu a responsabilidade da educação dos irmãos, o mais novo com apenas três meses.
Durante 13 anos esta foi a vida de Albina, cuidou dos afazeres de casa, dos bordados, do crochê, da Igreja, mas sempre olhava para um rapaz, o João, porém tinha medo de casar pois não queria ter filhos, segundo ela, para não sofrer.

Claro que o “destino” fez sua parte e já com 26 anos Albina casou-se com João da Conceição Pires, um bom rapaz, de família humilde , mas trabalhador.

Logo tiveram sua primeira filha Olívia, depois a Izabel, neste meio tempo, duas tristeza marcaram Albina, o assassinato de seu irmão e a morte de seu pai, com pneumonia.
Embora houvesse ainda laços familiares fortes, como a tia Candidinha e também sua prima Artemira, a Mirinha, Albina, seu marido João e já suas três filhas, sim, nasceu a Maria de Fátima, vieram tentar a sorte no Brasil e aqui desembarcaram em 9 de novembro de 1935, na cidade do Rio de Janeiro.

Foram trabalhar em uma quitanda no Rio Comprido, de propriedade da tia de seu marido, Tia Piedade, mulher muito moderna para os padrões da época, principalmente para a conservadora Albina. Tia Piedade já era divorciada três vezes, e era espírita, havia deixado Ervões sozinha para trabalhar em Lisboa a vender verduras.

Esta mudança era muito grande para esta moça que até esta data não conhecia nem o rádio. Desta época, Albina sempre se recordou carinhosamente dos vizinhos, e principalmente de um médico,Dr. Dourado Lopes que assim que soube da chegada desta família ao Brasil veio conversar com eles e transformou-se não só no médico da família como em um grande amigo para sempre.

Assim foi, o tempo passou e as filhas cresceram, estudaram, trabalharam mas Albina sempre altiva se fez presente em todos os momentos da vida delas, como também a frente da quitanda que comandava com pulso firme.

As filhas casaram e todas tiveram filhos, menos uma, que teve uma filha, a única neta mulher de Albina e com quem desde a mais tenra idade participou ativamente de sua criação, principalmente de sua formação católica.

Albina achava que todas as mulheres nasceram para sofrer e que o único caminho era a resignação, isto era ensinado quase diariamente a sua neta que desde cedo demonstrava um não conformismo a este “destino” feminino e sempre falava que mudaria isto, pelo menos em sua vida.

Albina levava sua neta as missas, quase todos os dias, as segundas era para as almas, e uma vez por ano as duas subiam a escadaria da Igreja da Penha, no Rio de Janeiro, para pagar alguma promessa feita, sem contar a quantidade de terços que rezavam principalmente em maio e outubro, mês da aparição e da despedida de Maria em Fátima.  E lá iam as duas, para as aulas de piano, para as aulas de balé, para as aulas de bordados , afinal, a neta teria que ser uma exímia dona de casa.

Adorava quando os netos se reuniam nos dias das mães, na páscoa, quando fazia o Folar (Pão típico de trás-os-montes) e claro tudo devidamente ensinado à sua neta, no São João, no Natal, e em outras datas, eram tantas…

Todo dia 11 de novembro era comemorado, com muita comida e bebida, típica casa lusitana, mesmo estando no Brasil o ambiente era de uma autentica casa portuguesa, com certeza (como já dizia a música) e ao apagar a vela sempre fazia um pedido _ mais um aninho, não quero muito, apenas mais um.

Pois é, de um em um Albina chegou aos cem e hoje há quatro anos estávamos comemorando os cem anos de minha avó tão querida!

Que saudade! Ela sempre disse que quando não mais estivesse aqui que teríamos muitas lembranças , e se a saudade apertasse era só olhar os pontinhos de crochê nos paninhos que lembraríamos dela, e aí teríamos que rezar uma Ave Maria por sua alminha, palavras de minha avó.

Como dói a perda de um ente tão querido, mais é um fato inevitável, hoje em especial estou a lembrar de cada palavrinha , dos ditados que dizia nas horas certas e nesta época , perto do natal parece que tudo lembra a vovó, as castanhas, as nozes, as filhoses (que ninguém mais faz) nem eu, a neta que depois se transformou no grande orgulho dela, até por não ter seguido o caminho que ela julgava ser o único para as mulheres.

Embora todos os netos tenham feito faculdade e se destacam em seus trabalhos eu fui a única que segui  o caminho da luta, prinicpalmente a das idéias, as que verdadeiramente libertam o ser humano e talvez este tenha sido o motivo do grande orgulho de minha avó.

O fato também de ser engenheira foi uma vitória para vovó, ela falava: “só tu, és esperta” mas também : “profissão de homem”, e “mesmo assim ter conseguido casar, com um santo homem”, e eu lhe dizia, _ O vó que papo de santo, já viu algum homem santo? E ela ria, aquele riso que só as avós sabem dar as netas.

É bom lembrar, mas dói, faz parte da vida!

eu e vovó 2004

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Reduzir a jornada de trabalho é gerar emprego

10/11/2009 · Deixe um comentário

do site do senador Inácio Arruda

De autoria do senador Inácio Arruda, enquanto ainda deputado federal, a Proposta de Emenda a Constituição – PEC 231/95 propõe a redução da carga máxima semanal da jornada de trabalho, de 44 horas, como previsto atualmente no texto constitucional, para 40 horas e aumenta o valor da hora extra de 50% do valor normal para 75%. A proposta mantém as demais regras contidas na Constituição: jornada diária máxima de oito horas e possibilidade de compensação de horários e de redução da jornada mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Apresentada em outubro de 1995, a proposta foi admitida um ano depois, em 1996, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em 1997 foi criada uma comissão especial para analisar a proposta, que não concluiu seu trabalho. A proposta foi arquivada em 1999, em razão da mudança de legislatura, sendo desarquivada em seguida e arquivada novamente em 2003 e em 2007. Manter a leitura →

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