Capital investe milhões contra a Venezuela

do blog tirem as mãos da Venezuela

Relatório da FRIDE confirma

A grande burguesia internacional investe milhões de dólares contra a revolução bolivariana, revela o relatório de um instituto com sede no Estado Espanhol.

Os dados apurados pela advogada e investigadora Eva Golinger mostram que nos últimos oito anos o grande capital já canalizou para as mãos dos grupos contra-revolucionários venezuelanos cerca de 50 milhões de dólares.

Em artigo recentemente publicado, Golinger escalpeliza as informações constantes num relatório da Fundação para as Relações Internacionais e o Diálogo Exterior (FRIDE). No texto, admite-se que a assistência política e financeira prestada a partidos venezuelanos como o Primero Justicia, Un Nuevo Tiempo e Copei iniciou-se em 2002, isto é, após a derrota do golpe de Estado que tentou arredar Hugo Chávez da presidencia da República substituindo-o pelo testa-de-ferro dos patrões venezuelanos, Manuel Rosales.

No documento, o executivo bolivariano é classificado como «autoritário», «ditatorial» e «violador dos direitos humanos», palavreado que serve para justificar o apoio aos referidos grupos com o fim de «restaurar a democracia».

O Instituto FRIDE de Espanha confirma ainda que a «assistência» é prestada por um conjunto de agências internacionais, com a norte-americana National Endowment for Democracy (NED) a assumir um papel de destaque.

Mais se explica que devido aos «perigos» que enfrentam os grupos venezuelanos bafejados pela «ajuda», foi constituída uma rede de organizações internacionais sediadas, por exemplo, no Canadá, em Espanha e na Alemanha, através das quais se procura ocultar o rasto dos fundos.

Muitas das organizações venezuelanas que recebem as quantias, na prática, não existem, sendo apenas um nome, uma fachada através das quais o dinheiro é canalizado para os partidos políticos, explica Eva Golinger.

Áreas de influência

No artigo, a investigadora sintetiza as áreas de influência das agências envolvidas neste processo contra-revolucionário. A Development Alternatives Inc (DAI) entrega dinheiro a ONG’s para formar e descobrir «líderes políticos», apoiar «movimentos estudantis», campanhas mediáticas e «assuntos sociais», área em que a NED também actua financiando temas como a «democracia» ou a «liberdade de expressão».

Do âmbito dos «direitos humanos» ocupa-se a Freedom House, ao passo que a Pan-American Development Foundation (PADF) trata do «fortalecimento da sociedade civil».

O National Democratic Institute (NDI) e o International Republican Institute (IRI) entregam somas directamente aos já citados partidos Copei, Primero Justicia e Un Nuevo Tiempo, e a Open Society Institute ocupa-se da promoção de organizações com foco eleitoral, desde a publicação de pesquisas e estudos de opinião, à monitorização de sufrágios.

Milhões em 2010

A campanha que desde 2002 se desenvolve prevê, para 2010, um «orçamento» de 6 milhões de dólares, diz Golinger, distribuídos «generosamente» pela United States Agency for International Development (USAID), NED, Carter Center, IRI, NDI, Freedom House, PADF e OSI.

Esta última, propriedade do especulador George Soros, ficou conhecida por financiar as chamadas «revoluções coloridas» na Sérvia, Ucrânia ou Georgia.

Direitos humanos?

A promoção dos «direitos humanos» é um dos argumentos da campanha suja movida pela grande burguesia nacional e estrangeira através das suas agências. Antes do início do processo bolivariano, pouco ou nada se falava de direitos humanos na Venezuela. Tudo era aparentemente democrático, aberto, livre e assegurado. Tudo natural como o ar que se respira.

A realidade das profundas transformações que ocorrem actualmente na Venezuela e as conquistas revolucionárias mostram, no entanto, todos os dias, que não era assim. Um simples exemplo ilustra tal facto.

Uma das chamadas Metas do Milénio definidas pelas Nações Unidas é garantir o acesso da esmagadora maioria da população a água potável. Somente em 2006, e por iniciativa do governo bolivariano liderado por Hugo Chávez, a Venezuela alcançou esse objectivo.

A semana passada, o ministro do Poder Popular para o Ambiente anunciou que, neste momento, já 96 por cento do povo venezuelano tem garantido o acesso a água potável em sua casa.

Um humano direito conquistado pela revolução bolivariana que nada interessa ao grande capital multinacional.

Fonte: Jornal Avante

Victoria popular del 13A permitió consolidar alianza suramericana y caribeña

 Portada venezoelana

Histórica concentración en la Avenida Bolívar de Caracas
Abril 13, 2010 – 17:37 (cbonell)

 Así lo apuntó el jefe de Estado, Hugo Chávez Frías, durante la concentración para celebrar la fecha historica, en la que el pueblo derrocó la dictadura de Carmona instaurada luego del golpe de Estado del 11A.

 ”Si aquí se hubiera consolidado la burguesía venezolana, no estaríamos viendo hoy lo que vemos en el horizonte caribeño y suramericano”, argumentó.

 Aseguró que tampoco existiría la Alianza Bolivariana para los Pueblos de América (ALBA).

 Apuntó que Venezuela tiene una gran responsabilidad debido a que: “Los pueblos de este continente miran con esperanza la revolución, porque es el camino de nuestra redención definitiva”.

 Argumentó que el país sigue preparándose en los frentes económico, político y militar, y que por ello el pueblo debe asimilar el concepto de defensa de la patria como responsabilidad de todos.

 ”El 13 de abril no ha terminado, todos los días debemos reforzar la unión, la conciencia y la batalla para seguir derrotando a la oligarquía venezolana”.

 El presidente Chávez apuntó que la amenaza golpista e imperialista no ha terminado. “Allí están los pitinyanquis venezolanos y están buscando la manera de desestabilizar al país”.

 Subrayó que los voceros de la oligarquía y del imperio, siguen acusando a Venezuela de haber comenzado una carrera armamentista y de que el país es una amenaza para el vecindario.

 ”Ese imperio algún día desparecerá de la faz de la tierra. No me refiero al pueblo de Estados Unidos, mi saludo y admiración a sus intelectuales, a sus estudiantes, mujeres, niños y niñas. Ese mismo pueblo se encargará de ponerle fin a la era imperial”.

 Durante el acto de masas, el presidente Chávez juramentó a los 35 mil nuevos milicianos y milicianas, dispuestos a defender la dignidad y la soberanía del país.

 Reiteró que la defensa nacional es tarea de todos los ciudadanos comprometidos con la patria.

 El jefe de Estado indicó que lo ocurrido el 13 de abril de 2002, hace ocho años, no tiene precedentes en la historia de América Latina ni del mundo.

 Aprovechó la oportunidad para anunciar que gracias a los dividendos generados por la Cantv se le asignarán 100 millones de bolívares fuertes a la Unefa. “Sé que lo necesitan porque es una universidad que nació de la nada”.

 Acotó: “Ese dinero antes se iba del país. Ahora se queda aquí y no en la cuenta de algún burgués”.Confirma Chávez viaje a Nicaragua para firma de convenios

 Presidente Chávez visitará Nicaragua:

 El mandatario nacional confirmó que este miércoles viajará a Nicaragua para suscribir importantes convenios con su par anfitrión, Daniel Ortega.

 Cabe señalar que Venezuela y Nicaragua integran la Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América.

 (VTV) 

Venezuela continúa preparándose en los frentes político, económico y militar / Fueron juramentados más de 30 mil milicianos / El jefe de Estado también confirmó que este miércoles viajará a Nicaragua para suscribir varios convenios con su par anfitrión, Daniel Ortega 

La victoria popular del 13 de abril de 2002 en Venezuela ha permitido seguir abriendo el camino a los pueblos de América Latina y el Caribe. “No sólo tiene que ver con la Revolución Bolivariana”.

Venezuela reconhece independência de Ossétia do Sul e Abkhásia

do portal vermelho

A decisão de reconhecer a independência de Abkhásia e da Ossétia do Sul, anunciada nesta quinta-feira (10) em Moscou pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, foi previsível, segundo expressou à agência de notícias russa RIA-Novosti o colaborador do Instituto de Estudos da América Latina, da Academia de Ciências da Rússia, Emil Dabaguián.

“Considero que é uma decisão previsível, pois não faz muito tempo que no parlamento venezuelano foram celebradas audiências sobre o tema em questão, e muitos deputados se pronunciaram a favor de reconhecer a independência destas repúblicas. Também no ano passado Chávez fez uma ligação para o premiê Vladímir Pútin, para expressar apoio à operação de imposição da paz contra a Geórgia, desenvolvida pela Rússia, e condenar o imperialismo estadunidense nesta situação… daí tal passo foi previsível e Chávez o anunciou expressamente durante a atual visita”, completou o especialista.

O cientista lembrou que esta é a oitava visita do dirigente venezuelano à Rússia. “Chávez chegou a Moscou para rever seus amigos, como costuma dizer. Sobretudo com o o premiê Pútin, ao qual, em diversas ocasiões, fez convites para visitar a Venezuela, e também com o presidente Dmitri Miedvédev, que visitou a Venezuela no primeiro ano de seu mandato”, comentou Dabaguián.

Chávez oferece benefícios para a instalação de empresas russas de energia na Venezuela, assim como promove uma intensa cooperação militar com a Rússia, concluiu o cientista.

Fonte: RIA-Novosti

Ministra Blanca Eekhout: Campaña de agresión contra Venezuela es la más intensa de los últimos 10 años

aporrea.org

Por: ABN / Aporrea.org
La ministra del Poder Popular para la Comunicación y la Información, Blanca Eekhout, señaló que la campaña internacional que en contra de Venezuela llevan a cabo los principales medios de comunicación privados en el mundo, es las más intensa de los últimos 10 años.

“Venezuela se ha convertido en uno de los países más tratado y descalificados por los medios de comunicación en el mundo”, indicó en rueda de prensa ofrecida desde la Sala de Prensa Simón Bolívar en el Palacio de Miraflores.

Eekhout precisó que, de acuerdo con un estudio realizado por el despacho que dirige, existe una tendencia superior a 50% de los artículos publicados por los medios internacionales que se refieren a la gestión de Gobierno del presidente, Hugo Chávez, de manera negativa.

De acuerdo con el estudio, la tendencia de los artículos publicados refieren que más de la mitad tiene un impacto negativo, es decir, más de 50% es negativo y muy negativo, mientras que sólo 20% se refiere a Venezuela de manera neutral o informativa.
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Venezuela ultrapassa metas do milênio em vários índices

do site prensa latina

Caracas, 11 jul (Prensa Latina) A política econômica e social do governo do presidente Hugo Chávez proporcionou o cumprimento antes da data fixada de vários objetivos de desenvolvimento do milênio, segundo um informe oficial divulgado hoje.

O relatório, preparado para ser apresentado em Genebra, recolhe um significativo avanço das variáveis do Índice de Desenvolvimento Humano, no qual o país passou de 0,7456 em 1988 a 0,8263 no 2007, equivalente a um país de alto desenvolvimento.

Também conseguiu-se diminuir a proporção de pessoas em extremapobreza de 29,85 em 2003 para 9,4% no primeiro semestre de 2007; acima da meta estabelecida para 2015, que era de 12,5%.

O informe divulgado pelo Ministério de Saúde aponta que a taxa de mortalidade infantil passou de 19 para cada mil nascidos vivos em 1999 a 13,7 em 2007 e o número de doentes com HIV-Sida atendidos gratuitamente cresceu de 1.059 para 25.657.

Desde o ano 2000, a Venezuela incorporou sete vacinas como parte da estratégia de prevenção de doenças e só em 2008 foram aplicadas mais de 32 milhões de doses.

Estes progressos em assistência médica estiveram sustentados na expansão do programa gratuito conhecido como Missão Bairro Adentro, posta em andamento com apoio de especialistas cubanos.

Em cumprimento da meta “fome zero” antes de 2015, em 2008 estabeleceram-se 6.048 casas de alimentação para grupos sociais mais necessitados e 16.529 estabelecimentos de MERCAL, rede de alimentos a preços subvencionados.

No referente à igualdade de gênero, na educação universitária é maior a presença das mulheres e em todo o sistema educativo a presença feminina passou de 31,2% no período 1990-1998 para 47,56% para 1999-2006.

De 1990 a 2007 aumentou de 68 até 92% a percentagem de pessoas com acesso à água potável, acima da meta para 2015, que era levar a cifra a 84%.

O investimento social teve em 10 anos de governo de Chávez um crescimento sustentado para passar de 8,4% do produto interno bruto (PIB) em 1988 a 18,8% em 2008

Revolução e contra-revolução na Venezuela

do site do avante,

Governo e trabalhadores resistem

O governo da Venezuela anunciou que vai intervir no maior banco do país. A iniciativa tem o apoio dos trabalhadores da instituição e ocorre no contexto de uma intensa campanha mediática anti-bolivariana.

A correcção de erros de gestão classificados de graves pelo ministro das Finanças, Alí Rodriguez, fundamenta a intervenção governamental no Banco Industrial da Venezuela (BIV), onde a maioria do capital, 73 por cento, pertence ao Estado. Outro dos objectivos é garantir que o banco se mantenha como uma ferramenta eficaz e em prol dos interesses populares e do processo bolivariano, revelou Rodriguez.
Reagindo à medida, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do BIV (SNTBIV) sublinhou que já havia alertado para as orientações promovidas pela administração, e acusou os responsáveis do Banco de trabalharem para as forças contra-revolucionárias, estarem ao serviço e do sector privado, defraudando, assim, os clientes, os trabalhadores e o povo venezuelano em geral.
Para o SNTBIV, para além do rumo empresarial seguido não ser conforme às orientações governamentais, os executivos (entre os quais o impressionante número de 72 vice-presidentes), gozam de privilégios inadmissíveis, enquanto os trabalhadores enfrentam ataques aos seus salários e direitos.

Guerra sem tréguas

A intervenção estatal no BIV enfrentando as forças anti-bolivarianas ocorre no contexto de uma campanha contra-revolucionária sem tréguas contra o governo liderado por Hugo Chávez. Nem mesmo a Provedora de Justiça, Gabriela Ramirez, conteve a indignação perante a operação em curso e acusou a estação televisiva Globovision de promover o medo entre a população como parte de uma política editorial baseada em ataques contra o presidente e o executivo. A Globovision oculta e deturpa a acção do governo, ao mesmo tempo que promove e sublinha de forma parcial e desiquilibrada as acções da oposição, disse ainda.
No mesmo sentido pronunciou-se o Conselho Nacional de Comunicadores e Comunicadoras Socialistas (CNCS). Para aquela estrutura, grupos da oposição, representantes políticos da direita, grupos económicos e hierarquia da igreja católica têm os seus intentos suportados por uma vergonhosa intervenção das empresas de comunicação. Respondendo a uma agenda política, levam a cabo uma campanha mediática interna e externa visando atacar o povo e o governo democraticamente eleito, cobrindo, por exemplo, actos de vandalismo como o incêndio da sede da Pdval, em Caracas, ou defendendo o ex-presidente da Câmara de Maracaibo.
Recorde-se que Manuel Rosales perdeu as últimas eleições presidenciais para Chávez por uma diferença de mais 3 milhões e cem mil votos. Actualmente, o líder do partido Um Novo Tempo aguarda um pedido de asilo ao Peru depois de fugir às autoridades judiciais, as quais investigam as suas declarações de rendimentos entre 2002 e 2004. Rosales é acusado de enriquecimento ilícito.
Ao invés, os dirigentes revolucionários e as conquistas do processo bolivariano são truncadas e caluniadas pelos órgãos de comunicação privados, diz ainda o CNCS.

Trabalhadores enfrentam repressão

No comunicado, o CNCS lembra ainda que os trabalhadores de alguns dos órgãos de comunicação social que se identificam com o processo revolucionário estão sujeitos a perseguições e ao despedimento compulsivo. Recentemente, o Canal I mandou para a rua dezenas de profissionais pró-bolivarianos, entre cerca de 150 outros funcionários englobados num alegado processo de reestruturação.
Para o capital venezuelano e multinacional, os trabalhadores e as suas organizações são um alvo a abater, e não apenas nas empresas de comunicação social. Recentemente, o dirigente sindical da Toyota e respeitado líder operário Argenis Vásquez foi assassinado. O caso encontra-se a ser investigado, mas um jornal venezuelano noticiou prontamente que Vásquez estava envolvido numa suposta máfia de tráfico de veículos. O sindicato do sector automóvel rejeitou liminarmente as acusações do semanário e exigiu respeito pela memória de Vásquez.

Respaldo a Chávez continúa en ascenso y se ubica en 71,2%

do site cebrapazrio

Respaldo a Chávez continúa en ascenso y se ubica en 71,2%

Foto: Archivo, ABN.

Caracas, 26 Mar. ABN.- Después del 15 de febrero, el nivel de aceptación del presidente de la República, Hugo Chávez Frías, en la población sigue en ascenso, ubicándose para el mes de marzo en 71,2% de respaldo popular, superando incluso el promedio del año 2008 (69,3%).

Así lo revelan las últimas mediciones del Instituto Venezolano de Análisis y Datos (IVAD), de Félix Seijas.

La encuesta de cobertura nacional, que se realizó del 13 al 23 de marzo, reflejó la opinión de mil 200 entrevistados en las principales ciudades del país, con un margen de error entre 1,03% y 2,37%.

En este sentido, el 51,7% de la población encuestada ratificó que la situación general del país es buena, han disminuido los niveles de desempleo, crisis económica y desabastecimiento de productos en el mercado, mientras se han incrementado las políticas públicas en materia de salud, educación y vivienda.

Al ser consultados sobre el partido político con el cual se sienten identificados, el Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) se consolida como primera fuerza política con 34,5%, superando por altos puntos a Primero Justicia (3,7%), Un Nuevo Tiempo (3,4%), Acción Democrática (3,8%) y Podemos (1,8%).

Asimismo, y en relación a los resultados electorales de la Enmienda Constitucional, el 62% de la población venezolana reafirma en su percepción, la transparencia del órgano electoral (Consejo Nacional Electoral), y está conforme con la opción ganadora.

Cabe destacar que el pasado mes de febrero, la encuestadora estadounidense North American Opinion Research, Inc. (Naorinc) dio a conocer los resultados de una encuesta aplicada en todo el país, donde se reflejó un nivel de aceptación de la gestión del Presidente Hugo Chávez, durante los últimos 10 años, de aproximadamente 62,5 %.

De esta manera, los estudios dejan claro la gran aceptación del pueblo venezolano a la gestión gubernamental del presidente Hugo Chávez, el apoyo de los ciudadanos al Jefe de Estado en cuanto a las políticas públicas aplicadas en defensa de sus beneficios; y confirma al PSUV como el principal partido político en Venezuela.

Chávez anunciará medidas para combater crise mundial

do estadão on line

‘Não haverá crise que possa deter a marcha venezuelana em direção ao socialismo’, afirmou o presidente

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CARACAS - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, disse neste domingo, 15, que o governo do país anunciará em breve uma série de medidas econômicas para combater a crise econômica mundial.”Esta semana que começa será seguramente propícia para fazer alguns anúncios que contribuirão para fortalecer ainda mais a posição da Venezuela diante da crítica situação mundial”, afirmou Chávez em uma coluna dominical de um jornal.

“Estejam certos de que não haverá crise, por mais ‘perfeita’ que seja, que possa deter a marcha venezuelana em direção ao socialismo”, acrescentou.

Ainda não está claro quais políticas serão implementadas para reduzir os impactos da crise sobre a Venezuela, mas alguns funcionários anunciaram planos de corte de custos para enfrentar a queda nos preços do petróleo. O país depende das vendas da commodity para financiar quase a metade do orçamento do governo.

Venezuela e China ampliarão relações bilaterais

do site pátria Latina

Venezuela e China ampliarão relações bilaterais

Caracas (Prensa Latina) Venezuela e China ampliarão e aprofundarão as relações bilaterais nos campos da energia, agricultura, infra-estrutura e alta tecnologia com a chegada hoje aqui do vicepresidente do país asiático, Xi Jinping.
A visita do vicepresidente chinês à nação sul-americana será por dois dias e acontecerá na data do 35º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre as duas nações.
O ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou a meios de imprensa que um dos aspectos mais importantes a concretizar-se com a visita de Jinping é a ampliação do Fundo Chinês Venezuelano até 12 bilhões de dólares.
De acordo com o chanceler, o aumento desse fundo garantirá que a Venezuela disponha de financiamento para realizar projetos de desenvolvimento e manter o crescimento da economia em dois ou três anos, apesar da crise mundial.
Esse instrumento de cooperação constituiu-se em 2007 com um capital inicial de seis bilhões de dólares.
Sublinhou que será assinado também um acordo para desenvolver um parque tecnológico que permita “construir pequenos satélites e assim levar o sinal de internet, telefonia móvel, e cabo a todos os lares venezuelanos a preços socialistas”.
O embaixador da China aqui, Zhang Tuo, destacou por sua vez, que desde o estabelecimento de relações diplomáticas em 28 de junho de 1974, a cooperação bilateral se veio desenvolvendo sem contra-tempo sob os princípios de respeito, igualdade e benefício mútuo.
No entanto, reconheceu, nos últimos 10 anos com o governo de Hugo Chávez e o estabelecimento em 2001 de uma sociedade estratégica de desenvolvimento conjunto, os laços bilaterais entraram em uma nova fase de desenvolvimento integral.
Ressaltou que isso é o resultado de frequentes visitas recíprocas a alto nível e o aprofundamento da confiança política.

Sentença da CIDH provoca divergência em interpretações

NO SITE ADITAL
VENEZUELA

O Estado venezuelano comemorou a absolvição da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) sobre os casos de suposta agressão e perseguição a jornalistas dos canais de televisão Globovisión e RCTV. As partes foram notificadas da sentença ontem (3), mas divergem acerca da interpretação de seu conteúdo.Em comunicado, o Governo da Venezuela afirmou que a CIDH decidiu que o Estado venezuelano não violou nenhuma das liberdades de expressão, propriedade e igualdade das empresas de comunicação privadas Globovisión e RCTV. “Na sentença, a Corte Interamericana somente estabeleceu que o Estado havia falhado supostamente em sua obrigação de não ‘evitar’ que terceiras pessoas obstaculizassem o exercício profissional dos jornalistas e trabalhadores da Globovisión” ressalta o comunicado.

Dessa forma, a CIDH não ordena nem obriga a indenização por dano moral ou físico aos demandantes, mas sim uma quantidade monetária por conceito de custos e gastos do “julgamento” que a Corte levou adiante, que é de dez mil dólares americanos, afirmou o governo venezuelano. A solicitação da Globovisión era de um milhão de dólares.A Corte ordenou ao Estado conduzir eficazmente as investigações e processos penais abertos pelos fatos denunciados pela Globovisión. Além disso, recomendou que tomasse medidas para evitar as restrições e obstaculizações à liberdade de expressão dos trabalhadores de jornalistas da Globovisión.

O Estado venezuelano foi considerado culpado pelo não cumprimento da obrigação dos artigos 13.1 e 5.1 da Convenção Americana dos Direitos Humanos. O 13.1 indica que “toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento e expressão que compreende a liberdade de buscar, receber e difundir informação de toda índole sem consideração de fronteiras”. O artigo 5.1 tem a ver com o direito à integridade pessoal.

Por sua vez, Globovisión discordou da visão do Estado sobre a não condenação nos casos de violação dos direitos humanos. Em comunicado, afirmou que a CIDH “declarou de maneira definitiva e inapelável a responsabilidade internacional da República Bolivariana da Venezuela pela violação dos direitos à liberdade de expressão e integridade pessoal de trabalhadores da Globovisión, consagrados na Convenção Americana de Direitos Humanos e solicitou ao Estado reparar os danos causados às vítimas”.

Por que Hugo Chávez ganhou?

DO Blog do Emir Sader

Uma vez mais, em dez anos, Hugo Chávez triunfou nas eleições internas.

À exceção da consulta de reforma constitucional de dezembro de 2007, ele triunfou em todas as 14 eleições, presidenciais, de referendos do mandato presidencial e outras. Volta agora a triunfar.

A levar a sério as versões da grande maioria – a quase totalidade da mídia privada nacional e internacional – não se pode entender suas vitórias.

Que aos 10 anos de mandato, sob efeito de uma brutal oposição da mídia monopolista privada, das entidades do grande empresariado, dos partidos tradicionais, entre outras entidades que fazem parte do bloco de direita, Hugo Chavez detenha um apoio popular majoritário, só poderia ser atribuído a algum tipo de fraude.

No entanto a própria oposição reconheceu a normalidade das eleições e a vitória de Chavez. A razão de fundo para o apoio de Chavez na massa majoritariamente pobre da população venezuelana é a mesma que explica o êxito de governantes que privilegiam políticas sociais em detrimento da ditadura da economia e do mercado, característica dos governos que os precederam.

Num país petroleiro, é incrível a pobreza venezuelana, revelando como as elites desse país fizeram a farra do petróleo, enriquecendo-se elas e distribuindo parte da renda petroleira a outros setores, políticos e sociais – incluindo a antiga “esquerda” e grandes setores do movimento sindical – que participavam da corrupção estatal.

Essas mesmas elites não perdoam que Hugo Chavez lhes tenha arrebatado não apenas o governo e o Estado, mas a principal fonte de riquezas do país – a PDVSA. E que dedique cerca de um quarto dos recursos obtidos por essa empresa para políticas sociais – para resgatar direitos essenciais da massa pobre da população, vitima principal do enriquecimento das elites tradicionais.

Além de se valer de parte desses recursos para políticas internacionais solidárias – inclusive com setores pobres dos EUA. Os resultados são claros: a extrema pobreza foi reduzida de 17,1 a 7,9. Cresceu a taxa de escolaridade e de preescolaridade, que subiu de 40 a 60%. Terminou o analfabetismo, segundo a constatação da Unesco. A participação feminina subiu muito no Parlamento e quatro mulheres dirigem a Corte Suprema, a Procuradoria Geral, o Conselho Nacional Eleitoral e a Assembléia Nacional.

A taxa de mortalidade infantil diminuiu de 27 por mil a praticamente a metade: 14 por mil. O acesso a água potável subiu de 80 a 92% da população. Diminuiu significativamente a desigualdade social, a Venezuela subiu bastante no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU, aumentou a expectativa de vida, diminuiu o desemprego, aumentou o trabalho formal em relação ao precário, foram legalizados milhões de aposentados, o consumo de alimentos subiu 170%.

Em suma, como em todos os governos que buscam reverter a herança neoliberal, se dá um imenso processo de afirmação dos direitos da grande maioria, refletido na sua promoção social e na expansão do mercado interno de consumo popular. A ideologia bolivariana articula promoção dos direitos à soberania nacional, à solidariedade internacional e à construção de um tipo de sociedade fundada nas necessidades da população e não nos mecanismos de mercado – a que Chavez aponta como o socialismo do século XXI.

A nova vitória de Chávez tem nessas bases seu fundamento.

À falência das corruptas elites tradicionais, a Venezuela passou a viver o maior processo de democratização social e política da sua história. Essa vitória permite e compromete o governo com o enfrentamento da grande quantidade de problemas pendentes e que responde, em parte pela derrota anterior do governo, em dezembro de 2007.

Entre eles, a adaptação do Estado às necessidades de gestão eficiente e transparente de suas políticas, o enfrentamento do tema da violência, o avanço na construção de estruturas de poder político popular de base e do partido, o desenvolvimento de políticas econômicas que permitam a edificação de estruturas econômicas menos dependentes do petróleo, de caráter industrial e tecnologicamente avançadas.

As derrotadas são as elites tradicionais, que controlam 80% da mídia privada do país, que promoveram o golpe militar contra Chavez, um lock-out e a fuga de capitais contra o país, que se articulam com o governo dos EUA contra as autoridades legitimamente eleitas e reconfirmadas pelo voto democrático do povo venezuelano.

Chavez sai fortalecido da consulta, assim como a imensa massa pobre da população, que ingressa, através do processo bolivariano à historia política do país.

PSUV declara vitória do ‘sim’ em referendo na Venezuela

do portal vermelho

O “sim” no referendo para a reeleição na Venezuela registra uma vantagem ‘irreversível’, segundo pesquisas de boca-de-urna citadas pelo ministro das Finanças e presidente do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV, no poder), Alí Rodríguez, ao final da votação neste domingo.

“Hoje certamente é um dia de celebração”, afirmou Rodríguez em coletiva de imprensa do PSUV.

“Pelo que dizem todas as pesquisas de boca-de-urna, a tendência é irreversível e a resposta que o povo deu é irreversível”, afirmou Rodríguez, que pediu que a oposição não dê início a atos de violência e reconheça os resultados.

A presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela, Tibisay Lucena, anunciou às 18h10 locais (19h40 em Brasília) o encerramento do processo eleitoral deste domingo, em que foi votada a aprovação da emenda constitucional que propõe a reeleição ilimitada para cargos públicos eletivos.

Em seu pronunciamento, Tibisay pediu calma e tranquilidade aos grupos que são favoráveis e contrários à medida, reiterando que “não há vencedores ou perdedores” até que os primeiros resultados oficiais sejam divulgados.

“Neste momento, podemos dizer que há somente um ganhador, que é a Venezuela”, acrescentou. A funcionária parabenizou a população pela “demonstração de civismo, democracia e grande comportamento” durante o pleito.

No início da tarde, ela havia indicado que os primeiros boletins oficiais só seriam divulgados duas ou três horas depois do fechamento das urnas.

Com a ordem do CNE, os centros de votação em que não há mais eleitores já estão sendo fechados. Onde há filas, porém, as atividades seguem, como mandam as regras eleitorais venezuelanas.

Em novembro, durante as eleições regionais, os atrasos causaram o adiamento do encerramento da votação, o que gerou desconfiança e críticas da oposição, que fez alertas para o risco de manipulações.

Até que saiam os primeiros números oficiais do CNE, está proibida a divulgação de pesquisas de boca-de-urna.

Ao contrário dos últimos dias, marcados por uma forte tensão e polarização entre simpatizantes do presidente Hugo Chávez e setores críticos a seu governo, a votação ocorreu em clima de tranquilidade. Apenas pequenos incidentes foram registrados.

Segundo o chefe do Comando Estratégico Operacional (CEO), o major-general Jesús González, 80 pessoas foram detidas durante o dia após cometerem crimes eleitorais, dentre os quais a danificação de comprovantes de voto, falsidade ideológica e campanha política ilegal.

O referendo foi acompanhado por cerca de 100 observadores internacionais e 1.200 nomeados pelo governo. Para garantir a segurança do processo, o Exército mandou 140 mil oficiais para as ruas.

No início da tarde, após votar em Caracas, o presidente Chávez pediu respeito ao resultado e disse que o referendo de hoje decidirá seu destino político.

“Todos nós devemos respeitar a vontade soberana de nosso povo. Nós reconheceremos os resultados, quaisquer que sejam eles, assim que forem anunciados pelo CNE”, afirmou.

Se a emenda constitucional for aprovada, o mandatário, no poder há 10 anos, poderá tentar o terceiro mandato em 2012. Durante a campanha, em reiteradas vezes ele afirmou que precisa de mais tempo para levar adiante seu projeto bolivariano, cujo objetivo é introduzir na Venezuela o chamado “socialismo do século 21″.
A oposição, porém, acusa-o de querer se perpetuar no poder. Além disso, alega que uma medida similar à que foi votada hoje já foi reprovada pelo povo venezuelano em dezembro de 2007. Naquela ocasião, um projeto de reforma constitucional apresentado pelo governo foi rejeitado com 50,7% dos votos.

Para Chávez, o referendo de hoje integra um processo que engloba também o Equador e a Bolívia, países que recentemente aprovaram novas constituições e cujos presidentes, Rafael Correa e Evo Morales, são seus principais aliados na América do Sul.

Segundo ele, a votação “é parte de uma nova doutrina constituinte que está nascendo na América Latina, e que tem o processo venezuelano como vanguarda”.

Da redação, com agências