Márcia e suas leituras

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Feliz Natal e Ótimo 2010 – Com muita luta e conquistas !

21/12/2009 · Deixe um comentário

Aos Leitores e leitoras,

Já estamos em ritmo de final de ano. Festas de confraternização com amigos do trabalho, partido, enfim , com todos que convivemos ao longo de 2009.

Agradeço a todos que ao longo de 2009 visitaram este blog , deram opiniões e que me insentivar  a colocar sempre mais matérias aqui.

Um Feliz Natal e um ótimo ano novo a todos e todas, com muita saúde,  para podermos lutar ,cada dia mais,  por nossos direitos e construirmos uma sociedade mais justa e igualitária.

Abaixo reproduzo a foto da árvore de Natal de minha cidade, o Rio de Janeiro.

Um Grande Abraço e em 2010 estaremos aqui, contando com a presença de todos.

Márcia

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Eterno e infinito. Até que acabe!

17/12/2009 · Deixe um comentário

o site pátria latina

 

 Daniel Tame

 
Os olhos do planeta Terra, essa bolinha perdida na complexidade do Universo composto de galáxias, constelações e sistemas solares, e em que por obra do acaso ou por ação divina, brotou a vida em forma exuberante; estão voltados para Copenhague, a capital da gelada Dinamarca.
 
É lá que líderes e negociadores de mais de 190 países estão reunidos para discutir o futuro de um planeta cujos recursos naturais estão sendo sugados à exaustão.
 
Melhor seria dizer que eles estão decidindo se haverá futuro para a Terra e seus bilhões de habitantes. Um futuro que só será viável caso haja um freio na devastação, na emissão de gases poluentes, na exploração irracional dos recursos naturais e na explosão demográfica.
 
Especialmente nos últimos dois séculos e acentuadamente após a revolução industrial, os recursos naturais, que embora pareçam eternos e infinitos um dia irão se exaurir, passaram a ser “sugados” num ritmo maior do que poderiam suportar.
 
O chamado aquecimento global, que muitos insistem em qualificar como lenda ou alarmismo, é um fato concreto e suas conseqüências estão aí, com as mudanças abruptas de clima que resultam em inundações e secas prolongadas e que provocam tragédias de proporções bíblicas.
 
A oferta de alimentos já é menor do que a demanda. Milhões de pessoas em várias partes do mundo sofrem com a fome e a sede.
 
Fome e sede que atingem majoritariamente os países mais pobres, que foram os que menos contribuíram para a devastação e o aquecimento global, mas são os que estão pagando a conta.
 
Os chamados países desenvolvidos e/ou em desenvolvimento, exemplos notórios dos Estados Unidos e da China, simplesmente se recusam a frear o ritmo de exploração, como se o problema não fosse com eles.
 
É com eles e com todo mundo, porque embora divididos por fronteiras e barreiras, somos todos passageiros de uma mesma nave e sofreremos juntos as conseqüências de sua deterioração. Aliás, já estamos sofrendo.
 
A devastação do planeta e seus impactos não são algo subjetivo, distante. A gente sente no dia a dia.
 
Trata-se, portanto, de um problema global, que não pode ser enfrentado apenas com discursos bonitos e propostas mirabolantes, mas com ações concretas e imediatas.
 
Não é apenas o planeta que pede socorro, mas também a vida.
 
Não há, pelo menos num futuro próximo, condições de mudar de nave e migrar para outro planeta. Isso, por enquanto, é coisa de ficção.
 
Se a Terra morrer por exaustão, morremos todos juntos, numa espécie de suicídio em escala planetária.
 
O mais irônico disso tudo, se é que ainda se pode embutir ironia nessa espécie de tragédia anunciada, é que é o ser humano, em tese a mais perfeita obra da criação da vida na Terra, dotado de Inteligência e livre arbítrio, a maior ameaça à existência do planeta.
 
Lobo a devorar não apenas a própria casa, mas a própria carne.

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A preservação do Protocolo de Kyoto é absolutamente necessária, diz Lula

17/12/2009 · 1 Comentário

do portal G1, globo.com

Presidente brasileiro afirmou que conferência do clima não é um jogo.
Referência a Kyoto é crítica a rascunho de acordo que ignora metas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou nesta quinta-feira na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas . Ele afirmou logo no início, pouco antes das 13h (hora de Brasília) que o “controle do aquecimento global depende de um esforço coletivo”. Logo depois, pediu decisão: “Aqui em Copenhague não há lugar para conformismo”, declarou. Mas o recado mais claro foi dirigido aos países industrializados. Lula afirmou que a preservação do Protocolo de Kyoto é “absolutamente necessária”.

(Investimento de US$ 160 bi para atingir meta brasileira) Não é uma proposta para barganhar. É um compromisso”
Entre as discussões em Copenhague, foi cogitado o abandono do protocolo, celebrado em 1997 (na COP 3). Ele fixou uma meta média de corte de gases-estufa em 5,2% até 2012, sobre os níveis vigentes em 1990. Trinta e sete nações industrializadas aderiram, mas os EUA nunca ratificaram metas juridicamente vinculantes. “É fundamental respeitar o principio de responsabilidades comuns, porém diferenciadas”, afirmou ainda o presidente, mais uma vez marcando posição a favor de princípios já consagrados na Convenção do Clima .

O presidente lembrou que a ambição de redução de 50% das emissões globais de gases causadores do efeito estufa até 2050 “será vazia se não houver objetivos claros de curto e médio prazo”.
“Se quisermos realmente ser ambiciosos, devemos almejar o patamar de 40% (até 2020)”, afirmou o presidente, mencionando a conclusão do Paintel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), divulgada em 2007. O IPCC indicou a necessidade de cortes de gases causadores do efeito estufa por países industrializados em 25% a 40% até 2020, sobre os níveis de 1990, para evitar um aquecimento médio global superior a 2°C neste século.

É fundamental respeitar o principio de responsabilidades comuns, porém diferenciadas”
Ele lembrou ainda que vários países em desenvolvimento apresentaram propostas de redução de suas emissões, mas dependem de recursos externos para levá-las a cabo.

“O Brasil dispõe de uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo – 47% da nossa energia é renovável. Fomos pioneiros no uso de biocombustíveis”, listou o presidente, ao falar do que o país vem fazendo para diminuir seu volume de emissões.

Lula lembrou ainda que foi assumido um compromisso de redução de emissões entre 36,1% e 38,9% até 2020 (em relação a uma projeção do que estaria sendo emitido se nada fosse empreendido até lá). “Esse esforço nos custará US$ 160 bilhões, US$ 16 bilhões ao ano até 2020”, disse. “Não é uma proposta para barganhar. É um compromisso.” (mais…)

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Estudo inédito do Ipea revela a estrutura do Estado brasileiro

11/12/2009 · Deixe um comentário

do portal CTB

 
11/12/2009

Estudo inédito mostra a estrutura física do Estado brasileiro (União, estados e municípios) e a incidência de seus serviços no território nacional por unidade da federação e município. O documento abrange nove temas: previdência social, assistência social, saúde, educação, trabalho, bancos públicos, infraestrutura, segurança pública e cultura.

Em documento inédito, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra a presença do estado e, consequentemente, as lacunas das três esferas de governo pelo Brasil, trazendo dados reunidos de diversos órgãos de governo com uma cobertura de cada um dos 5.564 municípios do País.

O estudo Presença do Estado no Brasil: Federação, Suas Unidades e Municipalidades será divulgado na Superintendência Regional Santana da Caixa Econômica Federal (Rua Voluntários da Pátria, 1512, 3º andar, São Paulo), na próxima terça-feira, dia 15, às 10h, com a participação do presidente do Ipea, Marcio Pochmann.

O documento mostra um raio X da incidência de aparelhos e serviços das diferentes esferas de governo no território nacional. Reúne parte essencial dos dados e indicadores utilizados pelos técnicos do Instituto para pensar o desenvolvimento e formular políticas públicas, incentivando uma maior interação entre municípios, estados e União.

Para o panorama da presença do Estado no País foram selecionados nove temas: previdência social, assistência social, saúde, educação, trabalho, bancos públicos, infraestrutura, segurança pública e cultura. Para todos, são apresentados indicadores básicos, bens públicos, serviços públicos prestados e quantitativos de servidores públicos alocados para cada uma das áreas descritas (população, área territorial, famílias pobres, PIB, PIB per capita e emprego formal).

Através do estudo, constatou-se, por exemplo, que quase 3 mil municípios não possuem agências de bancos públicos federais. Cerca de 80 cidades não possuem escolas municipais. O Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de estabelecimentos ambulatoriais, está presente em todo o território nacional, com exceção de dois municípios; o emprego público representa 21% das ocupações formais do País.

Dados por região

- Nordeste
O Nordeste é a segunda região mais populosa do Brasil. No livro a ser lançado pelo Ipea, todos os 1.792 municípios nordestinos são mapeados. É possível encontrar informações como a quantidade de funcionários públicos por estado e município, número de alunos matriculados no ensino fundamental ou superior, e total de atendimentos realizados pelo SUS. Trata-se de um vasto e detalhado banco de dados.

A publicação consolida informações interessantes sobre os nove estados do Nordeste. Trata-se da região brasileira com maior número de matriculados em instituições federais e estaduais de ensino superior, e a que recebe praticamente metade dos benefícios rurais de previdência social pagos no Brasil.

Em Alagoas, os 102 municípios foram mapeados. Na Bahia, todos os 417. No Ceará, 184, e no Maranhão os 217 que compõem o estado. É possível encontrar detalhes sobre os 185 municípios pernambucanos, os 223 paraibanos e os 223 piauienses. O Rio Grande do Norte teve os seus 167 municípios listados, e Sergipe, 75.

- Sudeste
O estudo Presença do Estado no Brasil: Federação, Suas Unidades e Municipalidades mapeou os quatro estados da região Sudeste e todos os seus 1668 municípios. É possível encontrar informações como a quantidade de funcionários públicos por estado e município, número de alunos matriculados no ensino fundamental ou superior, e total de atendimentos realizados pelo SUS.

A publicação consolidou dados específicos da região Sudeste, a mais populosa do País. Trata-se da região com o maior número de jovens em situação de vulnerabilidade social atendidos em ações socioeducacionais. O Sudeste tem também o maior número de atendimento ambulatorial do SUS e o maior número de matriculados na educação profissional.

Em Minas Gerais, todos os 853 municípios foram mapeados, assim como os 645 municípios em São Paulo. No Rio de Janeiro, todos os 92. E no Espírito Santo, os 78 que compõem o estado.

- Norte
Sobre a região Norte, foram incluídos dados de 449 municípios, 143 no Pará; 139 no Tocantins; 62 no Amazonas; 52 em Rondônia, 22 no Acre, 16 no Amapá e 15 em Rondônia. Os técnicos reuniram indicadores básicos, como população, número de famílias pobres e PIB. A publicação também traz informações sobre o número de estabelecimentos, serviços e servidores das esferas federal, estadual e municipal em áreas como previdência social, saúde, segurança pública e educação em todos os 449 municípios da região. Já na área de infraestrutura, os dados são estaduais, mas estão disponíveis também para algumas das cidades.

- Sul
A região Sul, a terceira mais populosa do país, com cerca de 27,5 milhões de habitantes distribuídos em 496 municípios do Rio Grande do Sul, 293 no estado de Santa Catarina e 399 do Paraná, possui 19 universidades federais localizadas em diversos pontos de sua área territorial de cerca de 563 km2. Trata-se de uma região privilegiada em termos de densidade demográfica para atendimento dos serviços públicos de saúde e educação. Os avanços podem ser conferidos no mapeamento de todos os municípios.

- Centro-Oeste
A região Centro-Oeste, a menos populosa do País, segundo estimativa de 2008 do IBGE, mesmo abrigando a capital federal, Brasília, ocupa o quarto lugar no total de funcionários públicos por esfera de governo: federal, estadual e estatal. A região Sudeste ocupa o primeiro, a Nordeste o segundo, e a Sul o terceiro. O documento do Ipea avalia que este resultado está relacionado ao aumento do número de municípios depois da promulgação da Constituição Federal de 1988.

“No Brasil,” diz o documento, “como ocorreu nos países desenvolvidos, o emprego público geralmente cresce à medida que se efetua o desenvolvimento econômico, pois este cria a necessidade de aumento dos serviços públicos, notadamente nas áreas de infraestrutura e de educação e saúde.” O total de ocupados no setor público, segundo o levantamento do Ipea, concentram-se em torno de 9,1% na região Centro-Oeste.

Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
www.ipea.gov.br

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Escalada militar no Afeganistão

11/12/2009 · Deixe um comentário

do jornal avante

Albano Nunes 

Entre outros, dois acontecimentos marcaram a evolução recente da situação internacional: o anúncio do envio pelos EUA de mais 30 000 militares para o Afeganistão e a entrada em vigor do Tratado de Lisboa da União Europeia. São acontecimentos emblemáticos dos tempos que vivemos e dos perigosos caminhos para que o capital está a arrastar o mundo na sua insaciável corrida ao máximo lucro.
Por detrás de dispendiosas encenações mediáticas e de cínicas tiradas sobre «direitos humanos», «segurança», «paz», «ajuda humanitária», o que avança é o militarismo, é o reforço de alianças militares agressivas, é a institucionalização de um complexo directório de grandes potências hegemonizado pelos EUA que não respeita nem lei nem fronteiras na exploração dos trabalhadores e na opressão dos povos e pilhagem dos seus recursos.

É certo que um tal rumo encontra pela frente crescentes dificuldades perante a forte resistência dos trabalhadores e dos povos, como no Afeganistão, o desenvolvimento de processos e alianças de natureza anti-imperialista e progressista, como na América Latina, a própria crise do capitalismo de cuja profunda recessão ninguém vislumbra o fim. Mas a natureza do capitalismo é o que é, e não tendo o movimento comunista e a frente anti-imperialista recuperado das derrotas do socialismo, ninguém pode esperar que desista dos seus propósitos agressivos.

A guerra no Afeganistão/Paquistão é bem elucidativa das perigosas tendências de desenvolvimento da situação internacional. Mesmo nos EUA, onde cresce rapidamente a oposição à guerra, são cada vez menos os que pensam ser possível uma vitória militar, e o humilhante desastre no Vietnam, é um fantasma que paira sobre a Casa Branca e o Pentágono. Porém, considerando a enorme importância geoestratégica do Afeganistão na Ásia Central (incluindo a fronteira com a China, a Rússia, o Irão e a proximidade da Índia) o Governo norte-americano, assume sem pudor o gigantesco embuste Hamid Karzai, lança-se numa escalada militar para que procura arrastar os seus «aliados» enquanto busca desesperadamente acordos, incluindo os próprios «talibã», que lhe permitam uma saída tão airosa quanto possível do pântano em que os EUA se estão a atolar. É um jogo complexo e perigoso a que, por antecipação, Sócrates deu o seu servil acordo, anunciando para Janeiro o envio de um novo contingente militar português. E a que a NATO prontamente deu o seu amen decidindo juntar ao contingente norte-americano pelo menos mais 7000 militares de vários países apesar da falta de entusiasmo da Alemanha e de outras grandes potências, que têm as suas ambições próprias e disputam aos EUA a maior fatia possível do bolo imperialista.

É necessário desmascarar junto dos trabalhadores e do povo a escalada militarista em curso e a sua expressão concreta no Afeganistão. O que Obama dirá quando em breve for formalmente entronizado como Prémio Nobel da Paz será com grande probabilidade mais um monumento de hipocrisia. Porque os factos são teimosos e o que nos mostram é que o militarismo não pára de crescer e que os EUA, que já tem espalhadas por todo o mundo centenas de bases militares, terrestres e aeronavais, continua a alimentar uma máquina de guerra gigantesca sem precedentes em «tempo de paz». O combate pelo desarmamento, contra o envolvimento de Portugal na espiral belicista e pelo regresso das tropas portuguesas no Afeganistão é uma tarefa patriótica e internacionalista da maior importância. É preciso lutar para que o nome de Portugal, para onde está anunciada a realização de uma importante cimeira da NATO no final do próximo ano, não fique ligado a um novo salto da política agressiva do imperialismo, como lamentavelmente o ficou com a «cimeira da guerra do Iraque» nos Açores e com o novo Tratado, neoliberal, federalista e militarista, da União Europeia.

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Paim: A previdência é superavitária

11/12/2009 · Deixe um comentário

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Beto Almeida: Lula, o mundo e a mídia

11/12/2009 · Deixe um comentário

pátria latina

Beto Almeida*

“O mundo me condena
e ninguém tem pena
falando sempre mal do meu nome
deixando de saber,
se eu vou morrer de sede
ou se eu vou morrer de fome!”
Filosofia (Noel Rosa)

Fortes e originais declarações de Lula sobre questões espinhosas e complexas do cenário internacional provocam boa oportunidade para nova avaliação sobre a ausência de sintonia entre o eco internacional positivo das falas presidenciais e o tratamento editorial negativo que a mídia nacional lhe atribui quase por unanimidade.

Primeiro, há que reconhecer: Lula tem tido a audácia de tocar em temas considerados intocáveis como, por exemplo, ao questionar e criticar a reserva de mercado de fato de um clube restrito de países atômicos que pretende impor o desarmamento aos demais países. E, quando algum destes países periféricos reivindica o direito natural e histórico à isonomia de também possuir tecnologia nuclear é logo condenado como se seus objetivos fossem inquestionavelmente terroristas. E são logo colocados no “Eixo do Mal” criado pelo belicoso George Bush.

Já sabemos que os atentados de 11 de setembro de 2001 foram usados como um pretexto pelo mais intervencionista dos países para interferir ainda mais truculenta em cada canto do planeta onde conseguisse. Aliás, recomenda-se a leitura do site “Cientistas pela Verdade”, no qual a versão oficial é questionada com consistência. Após surgir a categoria do “Eixo do Mal”, vem o golpe midiático fracassado contra Chávez com apoio dos EUA, as prisões clandestinas de “suspeitos” em vários países seqüestrados em vôos clandestinos que usaram bases militares de países europeus que se autodenominam democráticos. Surgiu também a campanha contra as “armas químicas de destruição em massa no Iraque” que , com o apoio midiático internacional dos que controlam o fluxo da informação planetária, resultou na invasão sanguinária àquele país do Oriente Médio. As tropas de ocupação ainda lá estão sem que o Obama, agora Prêmio Nobel da Paz, tenha conseguido fazer com que seu discurso de mudanças tenha tradução verdadeira em atos de sua política externa, que é quase sempre militar, sendo sempre intervencionista. (mais…)

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Fidel Castro: Obama não era obrigado a atuar cinicamente

11/12/2009 · Deixe um comentário

da pátria latina

 

 NOS últimos parágrafos de uma Reflexão intitulada “Os sinos dobram pelo dólar”, redigida há dois meses, no dia 9 de outubro de 2009, fiz referência ao problema da mudança climática aonde o capitalismo imperialista tem conduzido a humanidade.

 ”Os Estados Unidos — disse, fazendo alusão às emissões de carbono — não fazem nenhum esforço real. Só aceitam 4% de redução com respeito ao ano 1990.” Nesse momento os cientistas exigiam um mínimo que flutuava entre 25 e 40% para o ano 2020.
 
Acrescentei logo: Hoje sexta-feira 9, de manhã, o mundo acordou com a notícia de que “o Obama bom” do enigma, explicado pelo Presidente Bolivariano Hugo Chávez nas Nações Unidas, recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Nem sempre compartilho as opiniões dessa instituição, mas estou obrigado a reconhecer que nestes instantes foi, segundo a minha opinião, uma medida positiva. Compensa o revés que sofreu Obama em Copenhague ao ser eleita Rio de Janeiro e não Chicago sede das Olimpíadas de 2016, o que provocou irados ataques de seus adversários de extrema direita.
 
“Muitos serão da opinião de que não ganhou ainda o direito a receber essa distinção. Desejamos ver na decisão, mais do que um prêmio ao Presidente dos Estados Unidos, uma crítica à política criminosa que seguiram não poucos presidentes desse país, os quais conduziram o mundo à encruzilhada onde hoje se encontra; uma exortação à paz e à busca de soluções que conduzam à sobrevivência da espécie.
 
Era óbvio que observava cuidadosamente o Presidente negro eleito num país racista que sofria profunda crise econômica, sem prejulgá-lo por algumas das suas declarações de campanha e sua condição de chefe do executivo ianque.

(mais…)

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Obama reconhece polêmica por prêmio Nobel

11/12/2009 · Deixe um comentário

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aceitou nesta quinta-feira (10) o Prêmio Nobel da Paz na Noruega, mas reconheceu que existe grande controvérsia mundial ao redor da premiação.

“Recebo este prêmio com honra e profunda gratidão. É um prêmio que traduz grandes aspirações”, observou o chefe da Casa Branca em um discurso feito após a cerimônia oficial.

“Entretanto, tenho conhecimento da considerável polêmica causada por este Nobel, em parte porque estou somente no início de meu mandato como presidente dos Estados Unidos”, observou.

“Mas — agregou — talvez o ponto mais controverso é o fato de que sou o comandante supremo militar de uma nação que atualmente lidera duas guerras no Oriente Médio”.

A viagem do mandatário à Noruega ocorre nove dias depois que Obama anunciou em Washington o deslocamento de mais 30 mil soldados para o Afeganistão, onde o Pentágono chefia uma ocupação estrangeira desde outubro de 2001.

Como explicação perante essa contradição, Obama tentou esboçar no seu discurso seu conceito, muito próprio, de “guerra justa e o uso justificado das forças armadas”.

De qualquer maneira, o chefe de Estado admitiu que sua figura se torna pequena diante de outras personalidades históricas, como Martin Luther King ou Nelson Mandela, também premiados com o Nobel da Paz.

Com informações da Prensa Latina

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Fora as bases militares estrangeiras!!

10/12/2009 · 2 Comentários

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Presidente abre sessão extraordinária e lê pedido de impeachment do governador Arruda (DEM)

09/12/2009 · Deixe um comentário

do blog os amigos do Presidente Lula

Começou às 10h30min a sessão extraordinária para leitura dos pedidos de impeachment do governador Arruda. Além do presidente da Câmara em exercício, deputado Patrício (PT), estão presentes os deputados Milton Barbosa (PSDB), 3º secretário da Mesa Diretora, Chico Leite (PT), Erika Kokay (PT), Jaqueline Roriz (PMN), Paulo Tadeu (PT), Raad Massouh (DEM), Reguffe (PDT) e Rogério Ulysses (PSB). São nove deputados, três a mais do que o quorum exigido para fazer a sessão.

No momento, o presidente lê o Parecer nº 315/09 da Procuradoria Jurídica da Câmara ao pedido de impeachment do governador apresentado por Francisco Domingo dos Santos – o Chico Vigilante, presidente do PT. O parecer traz todo o rito para andamento da denúncia oferecida pro crime de responsabilidade, que começará com a eleição dos membros da Comissão Especial criada hoje para analisar as denúncias.

O presidente lerá ainda os pedidos de impeachment apresentados pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além dos pareceres da Procuradoria aos demais pedidos apresentados.

O pedido do advogado Evilázio Viana Santos, acatado pela Procuradoria foi lido pelo deputado Milton Barbosa. Reguffe (PDT) leu os pareceres aos pedidos julgados improcedentes e lê, agora, a denúncia de Estefânia de Souza de Viveiros, presidente da OAB-DF. O deputado Rôney Nemer (PMDB) chegou logo após a sessão ser iniciada.

Manifestantes -

Os estudantes que até ontem ocupavam o plenário da Casa se transferiram para as galerias e corredores próximos. Durante a leitura dos pareceres, manifestaram-se diversas vezes, com palavras de ordem e vaias aos nomes citados nos relatórios.

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O Tratado de Lisboa –

07/12/2009 · Deixe um comentário

Reproduzo o Tratado de Lisboa para que possamos entender o que muda na Europa.

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Conferência de Impresa sobre o Tratado de Lisboa

06/12/2009 · Deixe um comentário

Intervenção de Angelo Alves

 

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Da fundacentro do MTE

04/12/2009 · Deixe um comentário

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Revue communiste internationale

04/12/2009 · Deixe um comentário

do blog pour un parti communiste Français—- > Marxiste

Premier numéro de la Revue communiste internationale
consacrée à la crise capitaliste

Disponible maintenant en anglais, espagnol, grec et russe (bientot en français) sur le Web : http://www.iccr.gr/

Le premier numéro de “Revue communiste internationale” exprime la nécessité d’une coopération entre revue théorique et politique des partis communistes ont des positions communes sur un certain nombre de questions fondamentales, théoriques et idéologiques. Ce besoin a mûri par la période d’évaluation du déclin du mouvement communiste après le triomphe de la contre-révolution en URSS et de l’Est et Europe centrale, ainsi que par des questions qui a eu à faire face le mouvement communiste dans le développement de la lutte des classes contemporaines.

Par conséquent, nous affirmons que, parallèlement à la poursuite de la coopération et la coordination des partis communistes et ouvriers, comme la réunion internationale annuelle, il est nécessaire de renforcer la coopération entre le niveau théorique marxiste-léniniste des revues théoriques. N’oublions pas que la condition principale de la formation d’un parti révolutionnaire est le domaine de la théorie révolutionnaire, qui a été au centre de l’Internationale communiste léniniste, qui fête cette année son 90e anniversaire. Depuis la première publication de sa revue théorique, intitulé «Communiste internationale», le Komintern a exprimé ses principes d’organisations et de positions théoriques.

La “Revue communiste internationale”, dans la tradition de Lénine, est une publication avec une politique claire et idéologique. Il s’agit d’une publication avec une vue et pas seulement un rappel de la thèse des partis communistes, qui ont déjà rencontré d’autres publications, comme le Bulletin des réunions internationales des partis communistes et ouvriers, et les publications de l’autre partie. Notre objectif est de contribuer à la popularisation et le développement de la théorie marxiste-léniniste à l’analyse idéologique et politique de positionnement à l’évolution moderne du capitalisme et les problèmes de la lutte des classes. Nous croyons que le renforcement de l’orientation marxiste-léniniste au sein du mouvement communiste international est une condition préalable à la réorganisation nécessaire.

La revue théorique et politique des partis communistes ayant coopéré à la publication de la Revue Internationale communiste: «Nous avons réuni sur la base de notre compréhension commune sur les grandes questions concernant le mouvement communiste international, en défendant les principes du marxisme-léninisme, l’internationalisme prolétarien, de la nécessité de la révolution socialiste, la dictature du prolétariat et de la construction socialiste de la société.

Nous nous unissons nos forces pour contribuer à la réorganisation théorique et idéologique du mouvement communiste international, sur un solide marxiste-léniniste, malgré les différentes approches sur les questions de stratégie.

Afin de souligner avec force le rôle d’avant-garde de la classe ouvrière dans le processus révolutionnaire dans les conditions dans lesquelles un certain nombre d’équipes disputent les critères marxiste-léniniste à l’adhésion de la classe ouvrière et, par conséquent, son rôle de premier plan dans la lutte pour progrès social et la transition révolutionnaire du capitalisme au socialisme.

Pour défendre les principes léninistes du parti, en termes de pression de la croissance sur les partis communistes dont l’incorporation dans le système capitaliste.

Pour montrer la nécessité de lutter contre les syndicats impérialistes, comme le FMI, l’OTAN, UE, etc

Pour défendre l’expérience historique du mouvement communiste international, certainement en ne niant pas les constatations nécessaires critiques et scientifiques qui aideront le mouvement communiste international d’aujourd’hui à prendre des mesures de l’avant. Jugent nécessaire de suivre la voie de la tradition révolutionnaire de la Commune de Paris, la révolution socialiste d’Octobre, l’Internationale communiste et de l’expérience socialiste de l’URSS et d’autres pays.

Nous avons jugé nécessaire de consacrer le premier numéro de la Revue communiste internationale »à la crise internationale actuelle économiques capitalistes, qui marque les limites historiques du système capitaliste et d’accumuler des matières explosives qui peuvent contribuer au processus révolutionnaire dans les années à venir.

Le comité de rédaction de la revue comprend des représentants des éditions: «Études marxistes” (Parti du Travail de Belgique), “Revue communiste” (Parti communiste de Grèce),”Szabadság” (Parti hongrois des travailleurs communistes »),« Социалист Латвии – Sotsialist Latvii “(Parti socialiste de Lettonie),« Zeitung vum Lëtzebuerger Vollek “(Parti communiste du Luxembourg),« El Comunista »(Parti Communiste du Mexique),« Proposition communiste (Parti communiste des peuples d’Espagne) “Советский Союз – Sovietsky Soyouz (Parti communiste des travailleurs de Russie), “Gelenek” (Parti communiste turc), «Débat ouvert” (Parti communiste du Venezuela).

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