jn faz matéria sórdida sobre livro do Amaury

do blog conversa afiada

Mosquera e Tralli: os heróis da batalha do Kamel

 
O jn e o repórter Julio Mosquéra distorceram de forma inacreditável a informação central do dia: a PF concluiu que não há qualquer ligação entre o Amaury e a Dilma:

“5-  Os dados violados foram utilizados para a confecção de relatórios, mas não foi comprovada sua utilização em campanha política”, diz a nota oficial da PF.

Clique aqui para ler “PF diz que a Folha mentiu”.

A edição do jn de hoje é a versão 2010 da edição do debate entre Collor e Lula e Lula em 1989, e o Golpe do Ali Kamel, no primeiro turno da eleição de 2006 – clique aqui para ler “O primeiro Golpe já houve. Falta o segundo”.

A última versão do jn é a que dá o presidente do PSDB, o deputado Sergio Guerra, o mesmo que recentemente disse que a Vox Populi é  “sem vergonha”.

O repórter Cesar Trálli fez um irretocável trabalho de tentar pendurar o “despachante” nas costas do PT.

Trabalho inútil.

Foi um trabalho de intensidade sórdida semelhante à que o Casal 45 aplicou à Dilma, depois da entrevista no jn: chamou matéria sobre o Vitor Cardeal e não deu à Dilma o direito de contestar a acusação da Folha (*).

No horário eleitoral, Serra voltou a falar do Cardeal, sem dizer, é claro.

Está claro, pelo mundo afora, a partir da blogosfera, que o Amaury escreveu o livro para proteger o Aécio do Serra e do Itagiba.

Em tempo: a sórdida matéria do jn deixa claro que o Presidente Lula esperava uma nota mais enfática, mais esclarecedora da Polícia Federal. Uma pena. O Presidente Lula não sabe o diretor geral que ele botou na Polícia Federal. O Dr Corrêa disse o essencial: o livro do Amaury não foi usado pela Dilma. Mas, o Dr. Corrêa é do tipo “destemido pela metade”.

Não chegou a dizer que o Amaury falou à Polícia Federal que o livro é para proteger o Aécio do Serra e do Itagiba. O Dr Corrêa é aquele que persegue o Protógenes e  não achou até hoje o áudio do grampo. Ah, se o diretor geral fosse o ínclito Dr Paulo Lacerda …

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Os métodos “estranhos” do Datafolha

do blog seja dita  verdade

Publicado em julho 25, 2010 por sejaditaverdade

Em razão das discussões sobre validade das amostras da pesquisa Datafolha eu, que não sou estatístico, procurei informações com quem é. Mesmo assim,um leitor, com todo o direito de fazê-lo, sustentou  que era tecnicamente válido expandir enormemente a apuração em determinados Estados (9.750, 90% do total de entrevistas em oito estados), mantendo nos 19 restantes as pequenas cotas amostrais que lhes cabiam numa distribuição nacional ( 1 mil entrevistas, todos somados).

Se o “método” do Datafolha é correto, é algo em que não acreditam os demais institutos. O Vox Populi, na sua última pesquisa (a que deu oito pontos a mais para Dilma) realizou simultaneamente uma pesquisa nacional, protocolada sob o número 19920/2010 e oito pesquisas estaduais. Foram três mil entrevista, não a soma das oito pesquisas estaduais, Não usou este método de “juntar tudo”. Dentro das entrevistas das pesquisas estaduais retirou a “cota” amostral de acordo com o desenho da amostra nacional.

Ontem, no site do TSE,  o Ibope registrou nova pesquisa nacional, sob o número 20809/2010.  Está, ao mesmo tempo, fazendo 12 pesquisas estaduais. E, tal como o  Vox, não usou o método do “soma todo mundo e pondera por estado. A amostra nacional, de 2506 entrevistas, é a amostra nacional, e só.

Os dados estão lá, no TSE, para quem quiser consultar. Será que ambos os institutos fazem assim porque, como eu, não são especialistas em estatística?

Aliás, consultando o site do TSE ontem e seria bom que o Grupo Folha desse os devidos esclarecimentos sobre uma  aparente confusão jurídico-contábil. Todas as pesquisas apresentadas até junho pelo jornal atribuídas ao Datafolha foram registradas na Justiça Eleitoral em nome de um “Banco de Dados São Paulo Ltda.”, CNPJ 43.911.494/0001-79. A publicada ontem foi registrada como da empresa Datafolha Instituto de Pesquisas Ltda, CNPJ 07.630.546/0001-75.  Sabem como é, por erro muito menor, e corrigido antes, o PSDB pediu e obteve auditoria na pesquisa Sensus que apontou Dilma ultrapassando Serra.

Com informações do Tijolaço.

Serra repete seu vice e diz que PT tem ligação com as Farc

do site do uol

RODRIGO VIZEU
DE BELO HORIZONTE

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, afirmou nesta segunda-feira que o PT tem ligação com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), endossando parte das críticas deu seu vice, Indio da Costa (DEM-RJ).

No entanto, Serra não relacionou o PT ao narcotráfico, como havia feito Indio.

Victor Schwaner/Nitro-ObritoNews
Em Minas, Serra afirmou que o PT tem ligação com as Farc, endossando parte das críticas deu seu vice, Indio da Costa
Em Minas, Serra afirmou que o PT tem ligação com as Farc, endossando parte das críticas deu seu vice, Indio da Costa

“A ligação do PT é com as Forças Armadas Revolucionárias Colombianas. Mas isso todo mundo sabe, tem muitas reportagens, tem muita coisa. Apenas isso. Agora, as Farc são uma força ligada ao narcotráfico, isso não significa que o PT faça o narcotráfico”, afirmou Serra em entrevista no centro de Belo Horizonte, onde inaugurou o comitê eleitoral.

O ex-governador paulista fez as declarações ao lado do ex-governador mineiro Aécio Neves (PSDB), candidato ao Senado, e do governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), candidato à reeleição.

Ainda sobre Indio, Serra disse que cabe ao vice prestar “os esclarecimentos” a respeito do que disse, mas minimizou as declarações, dizendo que são “opiniões” que “alguns podem gostar, outros não”.

O candidato a presidente buscou desviar o foco dos ataques do colega de chapa, dizendo que “há uma coisa mais séria, que é quebra de sigilo”, referindo-se ao acesso dos dados fiscais de Eduardo Jorge.

“É quebra de sigilo de tucanos como arma de baixaria eleitoral. Essa questão precisa ser apurada, ir à Justiça, é um crime muito grave, como vários outros que têm sido praticados, cercando toda essa história de dossiê”, disse Serra.

O tucano também criticou as supostas intenções do PT de fazer uma representação contra a vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau. Ele disse que, “em geral”, quando os petistas fazem algo ilegal, “a vítima é culpada”.

“É realmente uma capacidade de metamorfose sensacional, mas que tem muito pouca credibilidade”, disse Serra.

O ex-governador paulista não quis comentar, entretanto, o fato de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também ter feito críticas a Sandra Cureau. “O Lula não é candidato, não é em torno dele que a campanha está centrada”, afirmou.

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Blogs: mídia alternativa que incomoda

Vejam a matéria abaixo do Vermelho. Um projeto de Lei do PP -Partido Progressista tenta controlar os comentários dos blogs. Ora, esta prática de cerceamento de opinião, além de já ter tido época na história,  vem mostrar o desespero dos políticos de direita que estão sendo DESMASCARADOS pela mídia alternativa.

Os blogs estão adquirindo um poder e um público cada vez mais crescente e está se conformando uma mídia onde a verdade está sendo dita, não só através de opiniões como de matérias comprovadas, e isto é tudo, que os políticos que sempre governaram este país sem o compromisso com o povo, não podem permitir que haja.

O direito a informação é um direito que consiste na própria construção de uma verdadeira REPÚBLICA , a etmologia da palavra já encerra este princípio: RES , quer dizer COISA  em latim, logo republica é COISA PÚBLICA, DE TODOS E TODAS . Para que possamos construir esta República torna-se necessário o acesso a informação de todos , uma maior transparência destas informações , para que possa haver uma  participação da população e assim um maior controle da coisa pública, que é de todos e todas, não apenas de uma minoria.

Hoje, temos em nosso país uma mídia ligada aos interesses de uma minoria, detentora  das riquezas e do poder. A esta mídia damos o nome de P.I.G. – Partido da Imprensa Golpista, que se atêm apenas a informar a população coisas que não abalem sua hegemonia de classe.

Os blogs ameaçam e muito esta hegemonia, pois são alternativas que encontramos de mostrar a “outra face da moeda” ou seja, mostrar uma mídia que  seja comprometida apenas  com a verdade da notícia, agora querem nos cercear.

Isto é uma vergonha !!! ( como diz o apresentador ultra reacionário e com raiva de garis, Boris Casoy)

portal vermelho

Autores de blogs poderão ser responsabilizados por comentários

Autores e editores de blogs passarão a ter mais cuidado com a liberdade dos comentários publicados. Projeto de lei apresentado essa semana na Câmara dos Deputados, os responsabiliza por comentários que envovam difamação, calúnia e injúria feitos em comentários anônimos ou de identidade não confirmada. Pelo projeto, todos os blogs, fóruns e demais sítios de Internet com funcionalidades semelhantes serão obrigados a instituir mecanismo de moderação de comentários.

A proposta é rigorosa e estabelece multa de R$ 2 mil a R$ 10 mil, caso o responsável pela página eletrônica de opinião não cumpra o que está estabelecido na lei. Se houver reincidência, o valor da punição ainda será dobrado. Os recursos das multas, segundo o projeto, serão revertidos ao Fundo Nacional de Segurança Pública.

Na avaliação do autor da proposta, deputado Gerson Peres (PP-PA), essa lacuna legal permite que esses mecanismos de internet, com todo o seu poder de difusão associado, sejam usados, em muitos casos, de forma fraudulenta, para a prática de crimes contra a honra das pessoas, sem que os autores de tais crimes possam ser responsabilizados.

Crimes

“Além disso, as áreas de comentários de muitos desses sítios permitem que os usuários publiquem comentários de forma anônima, ou não que sejam passíveis de identificação, o que faz com que essa funcionalidade seja usada também com finalidade fraudulenta e para a consecução de crimes contra a honra. A solução para essa situação passa necessariamente pela transferência da responsabilidade dos comentários anônimos para o proprietário do blog, e a instituição da obrigação de que tais mecanismos tenham a área de comentários moderada, para permitir a análise prévia das mensagens antes da publicação”, diz o projeto.

O deputado reforça que o projeto de lei tem o objetivo de estabelecer as normas básicas de responsabilização civil e penal dos autores, proprietários e editores de tais sítios no caso de publicação de mensagens anônimas. “É evidente que todo o conteúdo publicado em um sítio, blog ou sítio de internet com finalidade similar é de responsabilidade de seu proprietário, autor ou editor, para efeito de responsabilização quanto à ocorrência de crimes contra a honra, pois estes são os mantenedores dos recursos, assim como os beneficiários de suas receitas publicitárias”.

O projeto introduz ainda a obrigação para que os blogs e demais sítios com finalidades similares sejam cadastrados no sítio governamental registro .BR, de forma não onerosa, permitindo, assim, um mecanismo eficiente de identificação dos proprietários.

Fonte: Jornal O Liberal -PA 

PIG mostra a cara

do blog da Dilma

Segundo o colunista Augusto Nunes (VEJA), Lula não sabe História do Brasil

Por DiAfonso
Em princípio, considero o caso AUGUSTO NUNES positivo e pedagógico. Positivo e pedagógico porque o episódio, no qual o colunista “vejiático” se envolveu, escancarou de vez a maneira como um certo jornalismo de esgoto é gestado nas redações do PIG. No estertor que ameaça a VEJA, a Folha de São Paulo, O Globo, o Estadão e todos os veículos de comunicação e entretenimento que rezam pela cartilha da desinformação surge a face límpida da fraude e da manipulação dos fatos.
A realidade circundante, agora está dito categoricamente pelo próprio Augusto Nunes, é alvo de enxertos mentirosos e quase sempre eivados de preconceito, como se pode comprovar na postagem do próprio Nunes (imagem acima). O colunista não tolera críticas, nem gosta de ser ofendido, mas adora criticar, debochar e ofender os outros de forma preconceituosa como se estivesse acima do bem e do mal:

O presidente Juscelino Kubitschek foi o que o brasileiro gostaria de ser. O presidente Lula é o que a maioria dos brasileiros é. Incapaz de folhear biografias, sem paciência nem disposição para estudar a História do Brasil, Lula não faz ideia de quem foi o antecessor. Mas gosta de comparar-se a JK. (Augusto Nunes)

Ao destilar sua ofensa neste fragmento de texto, o senhor Augusto Nunes deixa clara a intenção de ofender não só o Presidente LULA, eleito por duas vezes consecutivas e sacramentado como um dos melhores presidentes que o país já teve (o senhor Augusto Nunes bem que poderia dar uma olhadinha nas pesquisas), mas também aponta sua língua e sua mão preconceituosa para a grande maioria da população brasileira que tem o respeito que este senhor não tem.

A mídia corporativa agoniza e, em sua agonia, revela os procedimentos que a caracterizam como golpista e manipuladora dos fatos. A blogosfera já sabia disso e, diuturnamente, vem denunciando tais práticas. O interessante, agora, é que um assecla do PIG expõe a face e o intestino das grandes corporações midiáticas. Caro leitor, cara leitora, não queiram estar por perto da MERDA que ele, o PIG, produz. Clique AQUI para entender o caso.

Golpistas lá e cá

do site Pátria Latina

Carlos Latuff

São golpistas os que derrubaram Manuel Zelaya, como golpista também é a mídia brasileira, que tenta a todo custo nos convencer do contrário.
No caso de Roberto Micheletti renunciar e buscar asilo político, o Brasil poderia recebê-lo de braços abertos. Ou melhor, a imprensa brasileira. Quem sabe lhe arrumar um cargo de editor-chefe no Estadão, que em suas páginas tem culpabilizado a todos pelo golpe de estado em Honduras: Lula, Hugo Chaves, a diplomacia brasileira, o presidente deposto Manuel Zelaya. Menos os próprios golpistas, que aliás, para as rádios, jornais e TVs no Brasil, nem sequer são golpistas. Referem-se ao processo pelo qual Zelaya foi expulso como legítimo e constitucional.
Constitucional, a meu ver, foi o “impeachment”que afastou Fernando Collor da presidência, seguindo todo um trâmite legislativo. A menos, é claro, que a constituição hondurenha entenda como legítimo mandar soldados encapuçados invadir na calada da noite a residência de um presidente eleito, e sob a mira de fuzis, enfiá-lo num avião rumo a outro país.
Mas o que esperar da mídia brasileira que tem uma Folha de São Paulo, que emprestou seus veículos de reportagem para agentes da repressão, e que mais recentemente referiu-se a ditadura no Brasil como “Ditabranda”? Ou mesmo as Organizações Globo, cujo /capo di tutti i capi/ Roberto Marinho, expandiu seus negócios graças ao apoio dado ao regime militar?
São os mesmos veículos que chamaram de “oposição” os golpistas que tentaram derrubar os governos eleitos de Hugo Chaves e Evo Morales.
A culpa pelo golpe em Honduras é de Manuel Zelaya, assim como a culpa pelo golpe no Chile provavelmente foi de Salvador Allende. Os militares e os civis que os comandam não tem culpa. Nunca tiveram. Sejam eles oficiais que torturaram e mataram presos políticos no Brasil nos anos 60 e 70, ou mesmo policiais que torturam e matam nas favelas cariocas nos dias atuais. Assim como Berlusconi tenta reabilitar o fascismo quando disse que Mussolini “nunca matou ninguem” e que enviava seus opositores a “colônias de férias”, a mídia brasileira tenta, com seus maneirismos, reabilitar as ditaduras.
São golpistas os que derrubaram Manuel Zelaya, como golpista também é a mídia brasileira, que tenta a todo custo nos convencer do contrário.

Carlos Latuff é chargista.
Fonte: Brasil de Fato

Blog do Mello: não alimente o PIG, seja a mídia

Muito bom, vale a pena ler!!

do portal vermelho

Seja em suas páginas de papel ou na internet, todo dia a mídia corporativa, a tal “grande imprensa”, os jornalões e vejas da vida lhe pedem alguma coisa: querem que você envie uma foto de um acontecimento que presenciou, que dê sua opinião em enquetes, que escreva, que denuncie. Ou seja, que os ajude na pauta ou na cobertura das notícias. Tudo isso de graça.

Por Antônio Mello, em seu blog

No entanto, eles não lhe oferecem nada de graça. Você tem que comprar o jornal ou a revista nas bancas ou assiná-los. Tem que pagar ao provedor para ter acesso ao conteúdo online. Se não for assim, eles só lhe oferecem notícia velha, como pão dormido, que na internet não serve nem para embrulhar peixe.

Então, por que colaborar com eles de graça, se lhe cobram por tudo? Se você gosta de notícias, seja a mídia. Crie seu blog (é de graça e é facílimo) e espalhe pela internet suas fotos, suas reportagens e opiniões sobre o que lhe motiva.

Não alimente o PIG (Partido da Imprensa Golpista), porque, além de utilizarem seu trabalho de graça (e com isso desvalorizarem o mercado dos jornalistas — perguntem aos fotógrafos profissionais sobre isso), eles ganham dinheiro com ele duas vezes: quando cobram pelo conteúdo que conseguiram de graça de você e quando revendem o material para outras agências nacionais e internacionais, sem lhe repassar uma migalhinha sequer.

Não acredita? Repare no que está escrito no contrato que o portal do Globo, por exemplo, pede que seja assinado pelo candidato ao que eles chamam de “Eu repórter”. Todos os que enviam fotos, vídeos ou matérias têm que assiná-lo.

Confira o “termo de compromisso”, que vou resumir a seguir.

Primeiro, definem o projeto:

“Eu-Repórter” é a seção de jornalismo participativo do site O Globo, através da qual os leitores interessados, após avaliação editorial, seguindo os critérios da Infoglobo, poderão ter textos, fotografias, ilustrações, áudios e vídeos, de sua autoria, e desde que tenham conteúdo noticioso, publicados no site e em veículos de imprensa da Infoglobo e/ou das demais empresas que compõem as chamadas Organizações Globo.

Aí vem a parte do leão (a deles), onde lhe informam o tamanho do direito que você está cedendo a eles, repito, de graça (os grifos são meus).

3. – Cessão de Direitos – Pelo presente termo, o colaborador devidamente identificado e cadastrado no endereço eletrônico www.oglobo.com.br transfere à Infoglobo, a título gratuito e por prazo indeterminado, os direitos sobre as obras artísticas, fotográficas, audiovisuais e literárias que tenha encaminhado para o Projeto “Eu-Repórter”, autorizando a sua utilização e reprodução, total ou parcial, em qualquer mídia ou meio físico, visual ou sonoro, inclusive eletrônico, cabo, fibra ótica, satélite, ondas e quaisquer outros existentes ou que venham a existir [querem ganhar até sobre o que ainda não existe!], e compreendendo, exemplificativamente, as seguintes atividades: publicação, comunicação, reprodução, divulgação (inclusive em seus produtos e campanhas de propaganda e de publicidade), oferta a terceiros (inclusive pela internet), exposição, edição, reedição, emissão, transmissão, retransmissão, comercialização, distribuição, circulação, tradução para qualquer idioma (com ou sem legendas), realização de versões e derivações, restauração, revisão, atualização, adaptação, inclusão em produção audiovisual, radiodifusão sonora e visual, exibição audiovisual e por processo análogo, inclusão em base de dados, armazenamento em computador, microfilmagem e demais formas de armazenamento do gênero.

3.1. O colaborador cede e transfere à Infoglobo, em caráter exclusivo, definitivo, irrevogável, irretratável e sem qualquer ônus, todo e qualquer direito patrimonial de autor relativo ao material encaminhado ao Projeto “Eu-Repórter”, para utilização em território nacional e no exterior, concordando com que a obra cuja titularidade declara deter seja utilizada em associação com outros textos, títulos, documentos, gráficos e demais materiais de propriedade da Infoglobo, sendo possível a alteração do formato de textos, por exemplo, desde que inalterado o conteúdo principal.

3.2. O colaborador concorda e aceita que, em decorrência da cessão de direitos patrimoniais em questão, a Infoglobo transmita a terceiros, do seu grupo econômico ou não, os direitos ora cedidos, por cessão ou concessão, total ou parcialmente, de forma gratuita ou onerosa, mas sempre para as finalidades constantes da cláusula 3 supra.

Agora vem a parte mais incrível do contrato. Repare só:

3.3. A exclusividade de que se investe a Infoglobo será oponível mesmo contra o próprio colaborador, que não poderá reproduzir a obra cedida ao Projeto “Eu-Repórter” por qualquer forma ou a qualquer título, notadamente publicá-las, fornecê-las e comercializá-las a terceiros, a não ser para fins particulares e de caráter não econômico.

Você perde até o direito de publicar aquilo que originalmente era seu, e que deixou de ser, e, portanto, você poderá ter até que pagar para ter acesso a ele.

Queria que advogados esclarecessem: se isso não é roubo, é o quê?

Não vale dizer que não é roubo porque o sujeito concorda com o contrato quando o assina. A maioria das pessoas não o lê, às vezes até por dificuldade de leitura, deficiência de educação escolar, e assina apenas para ter sua foto exibida no jornal ou no portal. Não seria, pelos menos, abuso da boa fé das pessoas?

Portanto, meu caro, use como lema aquele anúncio dos zôos: não alimente os animais, no caso, o PIG. Seja a mídia, ou então colabore com aqueles que distribuirão seu material da mesma forma que o receberam: gratuitamente e com o crédito de sua autoria.

Circulação do PiG desmorona ; ‘Folha’ vende 131 mil a menos

do portal vermelho

O fechamento do primeiro trimestre gerou sentimentos bem diferentes entre os jornais que compõem, nas palavras do jornalista Paulo Henrique Amorim, o PiG (Partido da Imprensa Golpista). O período de janeiro a março foi o pior em circulação desta década para seis dos 20 maiores diários do país . A vendagem da Folha de S.Paulo, por exemplo, desabou 131 mil exemplares neste trimestre em relação aos três primeiros meses de 2000.

O Globo e Extra só registraram um trimestre tão ruim em 2003 e 2004. Apesar da pequena reação de 1,5% em relação ao início do ano passado, o gaúcho Correio do Povo fechou o trimestre com sua segunda pior circulação desde 2000. Continue lendo