Que 2011 seja um ano de muitas lutas e vitórias para todos os povos oprimidos !!

Esta foto foi cedida por uma camarada do PCP ( partido Comunista Português), Isabel Lourenço, e compartilho com você pois retrata uma situação de exploração imperialista, onde pessoas são retiradas a força de sua pátria, no caso o Sahara Ocidental (abaixo do Marrocos) e acolhidas em acampamentos de refugiados (na Argélia) para que o capital possa agir de forma livre atendendo aos interesses dos mais poderosos, sem a menor preocupação com a vida humana.

«Perante as novas ameaças ao Atlântico Norte» Augusto Santos Silva vai mandar espiões para… o Afeganistão!

do blog o castendo

Para quem não notou, neste texto faz-se referência a dois filmes.

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O primeiro, é o novo filme de Oliver Stone, A sul da fronteira.

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O segundo, é o filme de Stanley KubrickDr. Estranhoamor” (Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb – 1964).

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Foi colocada a ligação para a cena final Dr. Strangelove cujo texto é:

[last lines] 

Dr. Strangelove: Sir! I have a plan!

[standing up from his wheelchair]

Dr. Strangelove: Mein Führer! I can walk!

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Quem quiser ver o filme todo pode começar aqui:

Chávez convoca a 5ª Internacional Socialista na Venezuela

Construção da Quinta Internacional

Chávez e Evo Morales com representantes de partidos de esquerda reunidos em Caracas

do portal vermelho

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, convocou neste sábado (21) a 5ª Internacional Socialista em um encontro com representantes de mais de 50 partidos de esquerda reunidos em um evento realizado em Caracas desde quinta-feira (19). “Atrevo-me a convocar a 5ª Internacional para retomar a 1ª, a 2ª, a 3ª, a 4ª”, disse Chávez, entre aplausos dos participantes.

Chávez recordou que passaram 145 anos da convocação de Karl Marx da 1ª Internacional; 120 anos da 2ª Internacional convocada por Friedrich Engels; 90 anos da convocação de Lenin da 3ª Internacional e 71 anos da convocação de Trotsky da 4ª Internacional.

Na opinião do mandatário, o mundo novo, necessário e possível, nasceu só que o império estadunidense e seus aliados o querem liquidar antes de que cresça. Continue lendo

Quem disse que «os alemães têm de aprender a matar»? E não é que «aprenderam»?

Excelente matéria produzida  pelo camarada Antonio Vilarigues, e tomei a liberdade de reproduzi-la aqui, aliás o blog o castendo é um dos melhores que já li.

Recomendo a todos pois tem muitos links e simplesmente “viajamos” em conhecimentos, poesias, músicas, política, é um autêntico blog marxista, não apenas nas matérias mas na forma de concepção do blog .

As categorias marxistas : historicidade, contradição,totalidade e mediação podem ser observadas a cada momento nos textos. Para mim , este blog é também uma aula de método dialético. Confira.

do blog o castendo

    

Não, não foi Adolf Hitler! Podia ter sido, mas não foi o Grande Ditador

A verdade é que não se sabe ao certo quem disse a frase. Ou melhor, não se sabe ao certo o nome da(s) pessoa(s) que disse(ram) a frase The Germans Have to Learn How to Kill.

Segundo “Der Spiegel” a frase foi dita por altos comandos estado-unidenses e canadianos a propósito do comportamento dos alemães no Afeganistão: 

«Just how strong the pressure is becoming became evident to Karsten Voigt, Merkel’s coordinator of German-American relations, on a recent visit to the United States. After initially commending Voigt for Germany’s role in Afghanistan, his US counterparts quickly came to the point. They accused the Germans of “focusing on reconstruction and securing the peace, but leaving the dirty work up to us.” And then someone uttered a sentence that Voigt is unlikely to forget anytime soon. “The Germans have to learn how to kill” — a clear reference to the Taliban enemy.

(…)

The Canadians have been especially clear. Of a total of 33,000 soldiers in the Canadian military, more than 2,000 are stationed in Afghanistan — with their backs to the wall,” say the Canadians. It is high time, they added, for the Germans to abandon their bunks and learn “to kill Taliban.”»

NATO Chaos Deepens in Afghanistan: “The Germans Have to Learn How to Kill”

Esta é a fonte original da notícia. Mas aqui pode ser lida a tradução:

«Numa reunião em Washington, funcionários da administração Bush, falando no contexto do Afeganistão, censuraram Karsten Voigt, representante do governo alemão para as relações germano-americanas: “Vocês concentram-se na reconstrução e na manutenção da paz, mas deixam connosco as coisas desagradáveis“… “Os alemães têm que aprender a matar“.

Um oficial britânico disse a um oficial alemão na sede da NATO: “Todos os fins-de-semana enviamos para casa dois caixões metálicos, enquanto vocês alemães distribuem lápis e cobertores de lã“. Bruce George, chefe da Comissão Britânica de Defesa, disse “uns bebem chá e cerveja e os outros arriscam a vida“.

Um colega da NATO do Canadá observou que já era tempo de “os alemães saírem das suas camaratas e aprenderem a matar os talibãs“.»

Livrar o mundo da doença do pacifismo , por William Blum

Ridding the world of the sickness of pacifism

 

E não é que os alemães «aprenderam mesmo a matar»?

«Imaginem a cena: o Afeganistão, dois camiões cisterna roubados cheios de combustível altamente inflamável, rodeados por uma multidão de afegãos desejosos de obter um bocado de graça… Qual seria a última coisa que pensaríamos fazer? Claro – deitar bombas para cima dos camiões. Pois foi o que um comandante militar alemão mandou fazer a um avião telecomandado americano no dia 4 de Setembro. Catapum!! Ficaram reduzidos a cinzas pelo menos 100 seres humanos. Este incidente gerou uma grande controvérsia na Alemanha, porque o Artigo 26 da Grundgesetz (Lei Fundamental/Constituição) da Alemanha do pós-guerra declara: “Actos que possam tender e sejam praticados com a intenção de perturbar as relações pacíficas entre nações, principalmente para preparar uma guerra de agressão, são declarados anticonstitucionais. Devem ser considerados criminosos“.»

Um dos muitos feridos/queimados:

 
Uma vala comum

Líderes de 1989 e de hoje avaliam os últimos 20 anos

do site opera mundi

 Quando o ex-presidente da Polônia Lech Wałęsa (foto acima) empurrou a primeira peça do dominó de isopor que representava o Muro de Berlim, na tarde de hoje (9), de alguma forma recriou literalmente os eventos de 1989, quando sua ascensão ao poder gerou um verdadeiro efeito dominó entre os regimes socialistas do Leste Europeu, derrubando um a um.

Wałęsa, então líder do sindicato anticomunista polonês Solidariedade, faz parte de uma geração de estadistas que contribuíram para o fim da Guerra Fria (1945-1989), quando o mundo esteve dividido em dois campos rivais, liderados por Estados Unidos e União Soviética. Assim como ele, também estiveram em Berlim para relembrar o evento outros personagens que, embora hoje um tanto esquecidos, foram protagonistas daquele momento histórico, há duas décadas.

Mikhail Gorbachev, secretário-geral do PCUS (Partido Comunista da União Soviética) e, depois, presidente da URSS, disse que “o caminho para o fim da Guerra Fria certamente não foi fácil, nem universalmente bem recebido na época”, lembrando a resistência de diversos setores à restauração do capitalismo nos países do Leste. “Mas é justamente por esta razão que suas lições permanecem relevantes”, argumentou o criador da Perestroika e da Glasnost, reformas que a acabariam detonando a desintegração de seu país. Continue lendo