Geovisite- Egito

Ontem foi a primeira vez que  acessaram este blog  do Egito.

Confesso que fiquei muito emocionada pois era o sonho de infância conhecer este país tão fascinante em história e cultura. Nutri este sonho e fiz muita , mas muita economia para visitá-lo em uma época em que poucas agências de viagens ofereciam este pacote e o dolar era muito caro ( ainda é muito caro para nós).

Em 1994 lá fui eu, depois de passar dois anos sem comprar absolutamente nada que não fosse para sobrevivencia, consegui  um pacote de 12 dias para conhecer o lugar mais lindo , meu sonho infantil, juvenil e da maturidade, agora nutro o sonho de um dia voltar, quem sabe depois desta crise.

Como engenheira civil também não podia deixar de conhecer Abu Simbel, para mim um dos lugares mais impactantes de todo o Egito, uma mistura da engenharia do passado com a atual, o conhecimento humano utilizado para a história não se perder, só por isto já teria valido minha viagem, mas tudo foi uma aula de história antiga viva.

Vejam algumas fotos , e muito obrigada pelo acesso de ontem, thank you!!! Merci !! Gracias!! Obrigada!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  eu abu simbel

 

 

 

 

 

   eu abu simbel 2

   

 

 

 

 

 

 informações abaixo retiradas do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Abu_Simbel

Abu Simbel (em árabe: أبو سنبل ou أبو سمبل) é um complexo arqueológico constituído por dois grandes templos escavados na rocha, situados no sul do Egipto, no banco ocidental do rio Nilo perto da fronteira com o Sudão, numa região denominada Núbia, a cerca de 300 quilómetros da cidade de Assuão. No entanto, este não é o seu local de construção original; devido à construção da barragem de Assuão, e do consequente aumento do caudal do rio Nilo, o complexo foi transladado do seu local original durante a década de 1960, com a ajuda da UNESCO, a fim de ser salvo de ficar submerso.

Os templos foram mandados construir pelo faraó Ramsés II em homenagem a si próprio e à sua esposa preferida Nefertari. O Grande templo de Abu Simbel é um dos mais bem conservados de todo o Egipto.

História

 Construção

Mapa exibindo a localização de Abu Simbel

Ramsés II, Abu Simbel

Os templos foram mandados construir pelo faraó Ramsés II no século XIII a.C. durante a XIX dinastia. A construção começou a cerca de 1284 a.C. e terminou aproximadamente vinte anos mais tarde. Continuar lendo

Geovisite – Uruguai

Hola !

ESte Blog está com acesso regular do Uruguai, Montevidéo  AGradeço aos leitores que me acompanham e quero dizer que esta cidade é linda.

Estive lá em abril de 2007, em um congresso de Sociologia do Trabalho e conheci um pouco da cidade.

do site Wikpédia

Ver artigo principal: História de Montevidéu

A cidade teve origem como um pequeno povoado de imigrantes das Canárias em torno de um forte mandado construir por Bruno Mauricio de Zabala, governador espanhol de Buenos Aires, em 1724.[2] Dois anos depois ganhava estatuto de cidade. Foram 34, entre homens, mulheres e crianças , os que formaram o núcleo da futura vila que tinha o objetivo de manter as tropas portuguesas de Manuel de Freitas da Fonseca fora do Rio da Prata. Havia dois franceses de Nantes que haviam servido na guarnição espanhola de Buenos Aires. Eram Eugène Eustache e Jean Baptiste Caillos.

No século XVIII, o crescimento de Montevidéu foi estimulado pela liberdade de comércio direto com as cidades espanholas, declarada por Carlos III em 1778. Além disso ela era o centro de exportação dos produtos da pecuária do interior da província e realizava trocas comerciais com Buenos Aires. Foi a partir dela, inclusive que partiram os navios espanhóis para libertar Buenos Aires, tomada pelos britânicos em 1806 e graças a isso foi também ocupada durante sete meses.

Após a conquista da Espanha por Napoleão Bonaparte e a prisão do rei espanhol, a junta de governo de Buenos Aires declara a independência do Vice-reinado do rio da Prata, mas em Montevidéu forma-se uma outra junta favorável à cisão. A disputa entre as duas cidades levou Montevidéu a enviar tropas da Espanha posteriormente e a ser retomada em 23 de Junho de 1814.

Conquistada por Portugal em 1817, tornou-se capital da Província Cisplatina do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve em 1821. Pertenceu ao Brasil durante o reinado de D. Pedro I, chegando a receber o título de Imperial Cidade através do alvará de 15 de abril de 1825[3], mas logo conquistou a sua independência na chamada Guerra da Cisplatina, em que recebeu o apoio da Argentina. Com a independência (1828) passou a ser capital do Uruguai.

Após a independência, a cidade foi palco de disputas políticas internas entre 1843 e 1851 na chamada Guerra Grande, contudo a partir da metade do século XIX, vê grande urbanização, crescimento populacional e industrial.[2] Montevidéu recebeu no início do século XX um contingente de imigrantes italianos e espanhóis e logo em seguida, a partir da dácada de 30 de pessoas vindas do interior do país atraídas pelo crescimento da economia.”

3035474544_efef29c5ed_m

3035477894_879d796723_m

3035476284_7225f805ae_m

3035482668_0ce412a8fe_m

3034638081_bc538b3d7f_m

Geovisite – Suiça

Não tenho tido tempo de escanear as fotos mas hoje resolvi, quando vi que teve pessoas que me acessaram da Finlândia e da Suiça,  mostrar um pouquinho dos lindos momentos que passei na Suiça, a Finlândia vai ficar pra depois,pois ainda não tive oportunidade de conhecer.

Falar que a Suiça é linda é um pleonasmo . A Suiça, qualquer que seja a parte , o cantão, é linda !!!!! como se tivéssemos entrado em um conto de fadas, em um quadro que a natureza se empenhou em pintar.

Em Geneve, le lac Leman, sem dúvida é um espetáculo, mas tem tudo além , ao redor, as casas dos relógios, por exemplo a do Patec Philip,  tudo é uma pintura.

Ao darmos a volta pelo lago e chegarmos em Montreux percebemos que o clima do festival de música  perdura o ano todo, é Demais !!!

Uma das cidades que mais gostei, se é que é possível ter a preferida na Suiça ,foi Interlaken.

Sabe a paisagem que vemos em filmes dos alpes? é lá!!

Segui para o ponto mais alto da europa, nos alpes, é claro! na fronteira com a Itália, o Jungfraujoch com 3571 metros, onde vi pela primeira e única vez neve cair. Pareci e me senti criança, dentro dos filmes de natal que costumamos assistir, com direito a trenós passando guiados por matilha.

Fiz parte de um filme, um pedacinho da minha vida que mesmo tendo sido tão rápida me deixou com uma sensação de sonho. LINDO!!!!

Vejam algumas fotos, e quem sabe, quando a crise passar eu possa refazer este sonho!

e obrigada aos leitores da Suiça, continuem acessando.

eu no lac leman

eu na Suiça

eu Suiça 3

eu Suiça 4eu Suiça 5

Geovisite – Fortaleza CE

Olá amigos de Fortaleza

Fui uma vez já há 3 anos e é óbvio que AMEI.

Fui com marido, filho e uma grande amiga que já não vejo faz tempo, Patricía, que nos hospedou na casa de seus pais. Uma família adorável, muitas saudades da Pat. amiga de mestrado, de estudo, uma senhora companheira.

Que praias !!!! e olhem que não vou a praia nunca, mas aquelas águas quentinhas, a praia do futuro, não deu pra resistir, é muito gostoso, e nem estou falando do camarão , do siri, do caranguejo, tudo a beira mar, uma delícia sem igual.

Como fomos com nosso filho , à época com 10 anos não pudemos deixar de visitar o Beach park, porém mesmo sem filho eu iria pois ADORO um parque aquático.  Vá entender, uma carioca que não vai a praia, não gosta de sol mas não perde um parque aquático, só eu.

A praia de Iracema é linda , assim como a cidade. Muitas construções novas, deu a impressão que é uma cidade nova, com muitas construções novas com no máximo 20 anos.

É com certeza uma cidade que quero voltar, aguardem-me !!

Vou mostrar algumas fotos para matar a saudade!

eu Fortaleza

Eu e João e a energia eólica

João na praia do futuro

 

João Beach Park

Eu Carlos e João na praia de Iracema

Eu Carlos e João na praia de Iracema

Geovisite – Venezuela

Olá Amigos,

Já tem um tempinho que não falo de algum lugar que foi acessado no dia.

Hoje escolhi a Venezuela, talvez por ter lido tantas matérias com o Hugo Chavez Frias, um presidente que merece e tem todo meu respeito e simpatia.

Estive na Venezuela em abril de 2008, para a Assembléia do Conselho Mundial da Paz.

Caracas me encantou, fui em diversos bairros populares e conversei com inúmeras pessoas nas ruas, tanto os que apoiam o Chavez como os que não.

O Trabalho de erradicação do analfabetismo foi completado já há alguns anos, mas ainda há muito a fazer, contudo o que vi foram médicos de familia, programas de educação política, programas de educação em geral, enfim, uma política pública de Estado  verdadeiramente cidadã, para dar uma melhoria real na qualidade de vida do povo e está conseguindo!!

Vi um povo feliz, trabalhando por   um pais justo e solidário

VIVA LA REVOLUCION BOLIVARIANA !!!!

VIVA CHAVEZ!!!

Geovisite

Amigos,

Hoje recebi minha primeira visita de alguem de Israel. Estive lá em 1994, adorei alguns lugares como Jerusalém , São João do Acre e outros lugares históricos.

Estive também em na fortaleza de Massada, uma história interessante e onde até hoje o exército israelense faz o juramento de proteger o país.

A qualidade  muito ruim das fotos é um longa  história que por si só já mereceria um livro, um dia talvez escreva .

Mas o que eu fui fazer lá na época? pois é , fui ao Egito e como era do lado aproveitei para conhecer. Realmente vale a pena, Jerusalém é um dos lugares que gostaria de poder voltar um dia, quem sabe? se a crise passar….

EU MASSADA - ISRAEL

Eu em Massada

Na porta do cemitério atrás de mim está enterrado o Oskar Schindler , o alemão que salvou muitos judeus em suas fábricas, e que virou até  filme – A lista de Schindler

Dentro de Jerusalém, em frente a Mesquita de Omar

Eu e a Mesquita de Omar ao fundo

do site da WIkipédia

A Mesquita de Al-Aqsa situa-se na cidade de Jerusalém, mais concretamente na área da Cidade Antiga, na parte sul do Haram al-Sharif (o “Nobre Santuário”), terceiro local sagrado para o islão, depois de Meca e Medina (o judaísmo designa este espaço por Har ha-Bayit, Monte do Templo). É a maior mesquita de Jerusalém, tendo capacidade para receber cerca de cinco mil pessoas.

Nome

O nome Mesquita de Al-Aqsa traduz-se como “a mesquita distante” e alude a uma passagem do Alcorão na qual se descreve uma viagem nocturna do profeta Muhammad (Maomé) desde Meca à “mesquita distante” (al-masjid al-aqsa). Esta viagem é conhecida como Isra e embora não seja mencionada no Alcorão o nome de Jerusalém, as tradições islâmicas posteriores identificaram o local como o Monte do Templo em Jerusalém. De acordo a visão islâmica, a partir deste ponto Muhammad ascendeu ao céu (a Miraj) onde, dialogou com profetas como Moisés antes de se encontrar com Deus.

Estrutura

A estrutura actual da mesquita é no essencial do século XI. A planta corresponde a de uma basílica com uma nave central ladeada por seis naves laterais. Não possui o habitual pátio das mesquitas, onde se realizam as abluções. A cúpula do edíficio está folheada a prata.

História

A mesquita foi mandada construir pelo califa omíada Abd al-Malik ibn Marwan (quem também ordenou a construção da Cúpula da Rocha), no final do século VII. Sobre o local onde foi construída já existia uma pequena mesquita do tempo do califa Omar. Em 705, no tempo do califa al-Walid, a mesquita já se encontra pronta.

Em 748 um sismo destruiria a mesquita, que foi reconstruída pelos califas abássidas, al-Mansur e al-Mahdi. Um novo abalo de terra em 1033 danificou de novo a estrutura, que foi reconstruída dois anos depois pelo califa fatímida al-Zahir.

Durante o período do reino de Jerusalém, a estrutura serviu como palácio real e mais tarde como quartel general dos Cavaleiros Templários. Quando Saladino conquistou Jerusalém o espaço retornou às suas funções de mesquita. Saladino ofereceu à mesquita um mihrab (nicho das orações) ricamente decorado, assim como um minbar (púlpito) de madeira de cedro.

Entre 1938 e 1942 a mesquita foi alvo dos últimos grandes trabalhos de restauração. O italiano Benito Mussolini ofereceu colunas de mármore de Carrara. Em 1969 o turista cristão australiano Michael Dennis Rohan lançou fogo à mesquita, provocando grandes danos, como a destruição do minbar doado por Saladino .

Esta mesquita, bem como a Cúpula da Rocha, tornou-se um dos símbolos do movimento nacionalista palestiniano. Quando o estado de Israel conquistou Jerusalém Oriental em 1967, procedendo à reunificação da cidade, a administração da mesquita continuou nas mãos dos muçulmanos.

Cúpula da Rocha ou Domo da Rocha que, segundo estimativas mais precisas, localiza-se exactamente a 31º46’40,95″ de latitude norte e – 35º 14’06,55″ de longitude, é um dos nomes atribuídos aos alicerces em que estão apoiadas as fundações localizadas no subsolo da Mesquita de Omar. Segundo as estimativas de historiadores mais minuciosos, sob essas fundações existe uma “rocha sagrada“, localizada exatamente sob a cúpula da mesquita de Omar. Ou seja, no cume de um altiplano denominado Monte Moriah existe uma construção que inscreve um altar usado em sacrifícios. Além do interesse religioso, a vistosa cúpula toda dourada é parte integrante da paisagem de Jerusalém e patrimônio da humanidade reconhecido pela UNESCO como interesse histórico, turístico e arquitetônico.

Animação mostrando o interior do Domo da Rocha.

O edifício é um santuário que guarnece o altar de sacrifícios usado por Abraão, Jacó e outros profetas que introduziram o holocausto nos rituais judaicos. Davi e Salomão também consideraram o local sagrado, mais tarde enquanto altar, a Cúpula da Rocha teria sido o lugar de partida da Al Miraaj (viagem aos céus realizada pelo profeta Maomé) permanece hoje como um um templo da fé islâmica.

A Cúpula da Rocha recebeu esse outro nome devido à grande rocha circunscrita a ela que foi usada em sacrificios — atualmente protegida no interior da Mesquita de Omar — e constitui uma das razões pelas quais a cidade de Jerusalém é considerada Cidade Santa por várias religiões.

Segundo a tradição judaica, foi nessa rocha que Abraão preparou o sacrifício do seu filho Isaac a Deus e onde, mil anos antes de Cristo, o rei Salomão construiu o primeiro templo.

MASSADA

Patrimônio Mundial da UNESCO
Massada

Parque nacional de Massada
Informações
Inscrição: 2001
Localização: 31º18’49″N 35º21’10″E
Critérios: (iii) (iv) (vi)
Descrição UNESCO:

Massada (uma romanização do hebraico מצדה, “Metzada“, de מצודה, “metzuda“, com o significado de “fortaleza“), também grafado Masada, é um monte rochoso fortificado localizada no deserto da Judéia, vizinha ao Mar Morto, em Israel.

Atualmente constitui-se num símbolo da resistência do antigo reino da Judéia, como o reduto onde os últimos patriotas judeus na Antiguidade preferiram o auto-sacrifício à dominação pelo exército romano em 73, e é o local onde os recrutas das Forças de Defesa de Israel fazem o seu juramento de fidelidade: “Massada não cairá nunca mais”.

Constitui-se ainda num dos sítios turísticos mais visitados do país, não apenas pelo conjunto edificado, e beleza natural circundante, mas pelo seu passado lendário.

História

Antecedentes

A primitiva ocupação do local era de uma fortaleza da Judéia. O rei Herodes, o Grande, aproveitou as características do local, naturalmente inexpugnável, para construir, na sua extremidade ocidental, um palácio, reforçando e ampliando a antiga fortaleza. De acordo com Flavius Josephus:

Neste topo da colina, Jonathan, o grande sacerdote, construiu uma fortaleza que denominou Massada: depois disso a reconstrução do local foi realizada em grande parte pelo rei Herodes.” (A Guerra dos Judeus, Livro VII, capítulo VIII)

O cerco e queda de Masada

Masada, Israel: uma das salas na fortaleza.

A única fonte histórica para o episódio é a obra do judeu romanizado Flavius Josephus, “Guerra dos Judeus“. Entretanto, os historiadores modernos concordam que realmente um grupo de Zelotas matou a si e às próprias famílias e incendiou algumas construções em Masada.

Quando os zelotas tomaram a fortaleza em 66, após eliminar uma coorte da Legio III Gallica ali estacionada, encontraram um bem sortido estoque de armas, bem como quantidade de ferro, bronze e chumbo para o fabrico de armas e munição. Os armazéns estavam completos com grãos, óleos, tâmaras e vinho; as hortas forneciam alimentos frescos; os canais, escavados na pedra de calcário, coletavam e conduziam as águas pluviais para grandes cisternas subterrâneas, com capacidade superior a 200 mil galões.

Na Primavera de 73, a fortaleza encontrava-se ocupada por 960 zelotas, incluindo mulheres e crianças, sob o comando de Eleazar ben Yair. Outro comandante zelota, um dos envolvidos na defesa de Jerusalém, era Judas, que havia retirado para Masada após a queda de Jerusalém. A guarnição vinha resistindo por dois anos a um assédio das legiões romanas, constituindo-se no último foco de resistência judaica.

Nesse momento, o governador romano, general Flavius Silva, reassumiu as operações militares no sul da Judéia. Em fim de março, à frente da Legio X Fretensis[1], marchou de Jerusalém para o Mar Morto.

As tropas tomaram posição diante de Masada, passando a construir oito acampamentos de campanha na planície do lado Oeste da elevação[2] Foi principada ainda uma muralha de circunvalação ao redor de Masada, com cerca de três metros de altura, que se estendia por mais de duas milhas de comprimento, amparada por fortes e torres[3]

No lado Oeste, 137 metros abaixo do topo de Massada, e separado por um vale rochoso, havia um promontório chamado de Penhasco Branco. Os engenheiros militares romanos decidiram que, a partir desse promontório, seria construída uma única rampa para o topo do monte, iniciando-se a movimentação de terras.

A rampa assim construída, apresentava um gradiente de 1:3 e uma base de 210 metros. Em pouco tempo alvançou os 100 metros de altura e, em sua extremidade foi montada uma plataforma de 22 metros de altura por 22 de largura. Em seguida, uma torre de cerco de 28 metros de altura foi posicionada contra a muralha. Do seu alto, os artilheiros romanos faziam disparos com os escorpiões e balistas, enquanto que na sua base, um aríete golpeava a base da muralha.

Quando a muralha foi rompida, os legionários que penetraram pela brecha constataram a existência de uma segunda muralha, interna. Ao atacá-la, por sua vez, com o aríete, constatou-se que esta fora construída com vigas de madeira alternadas com pedra, técnica que absorvia os golpes de aríete. Desse modo, a 2 de Maio, promoveu-se o incêndio desta muralha, iniciando-se os preparativos para o assalto final no dia seguinte.

Enquanto isso, na fortaleza, os zelotas acompanhavam os preparativos romanos, constatando a iminência do assalto romano. Durante a noite, decidiram que preferiam morrer a ser escravizados ou mortos pelos romanos. Sacrificaram assim as mulheres e crianças, e depois os próprios defensores, até que restaram apenas dez e o comandante Eleazar ben Yair. Tiraram sortes para ver qual deles sacrificaria os demais. Após cumprir a sua tarefa, o último homem ateou fogo ao palácio, e lançou-se sobre a própria espada, ao lado da família morta.

Na manhã do dia 3 de Maio, os legionários ultrapassaram a brecha aberta na muralha interna, encontrando a fortaleza em silêncio. Chamando os rebeldes à luta, apresentou-se uma anciã seguida por uma mulher jovem, parente de Eleazar, e cinco crianças pequenas, que haviam se escondido em um dos condutos de água subterrâneos.

Estava encerrada assim a Primeira Revolta dos Judeus.

Do século V aos nossos dias

Casa-de-banhos em Massada.

No sítio de Masada foi erguida uma igreja ortodoxa no séculos V e VI. Depois disso, o local permaneceu em estado de abandono até à criação do Estado de Israel, após a Segunda Guerra Mundial.

O sítio foi objeto de uma extensa campanha arqueológica, entre os anos de 1963 e 1965, coordenada por Ygal Yadin, com a colaboração de centenas de voluntários provenientes não apenas de Israel, mas de todo o mundo.

Actualmente encontra-se aberto à visitação pública, com acesso pelo lado Sul, a partir da estrada de Bersheva. No local há estacionamento para veículos e um teleférico para acesso ao alto do monte. Para os mais aptos, a subida é gratuita pelo antigo “Caminho da Cobra”, a primitiva trilha que percorre a encosta.

Características

Massada é um monte rochoso, de topo achatado, que se eleva a cerca de 520 metros acima do Mar Morto, a cerca de dois quilômetros e meio de sua margem ocidental. Esse topo apresenta uma forma ovalada, com cerca de 200 metros de comprimento por 60 metros de largura.

O cume era alcançado por apenas dois caminhos: o do lado oriental, era denominado de “Caminho da Cobra””, tinha uma extensão de cerca de seis quilómetros e meio e era tão estreito que quem o percoria tinha de colocar exatamente um pé à frente do outro; o outro, no lado ocidental, era guarnecido por um forte, a 450 metros de altura, no topo.

O conjunto edificado é composto por um complexo de muralhas e palácio em estilo clássico, erguido por Herodes, o Grande (37 a.C.4 a.C.). Os acampamentos, fortificações e rampa para ataques que circundam o monumento constituem, em nossos dias, o mais completo conjunto-testemunho de cerco romano.

Geovisite

Amigos,

Hoje, quero agradecer ao povo da Bahia pelos acessos, e colocarei fotos da capital do estado, Salvador .  Vendo o album é que percebi, já tem 10 anos e meio que não vou lá, deve estar muito mudado, e nem notei que o tempo passou tão rápido.

Já estive em Salvador algumas vezes, e sempre me deixou ótimas impressões, o povo amável, simpático e tranquilo. O acarajé  é uma das delícias que só degustamos nesta cidade, por mais que se tente copiar em outros sítios , além das belezas naturais e do patrimonio histórico que Salvador possui .

Enfim , uma cidade de encantos e encantamentos.

Aqui vai umas fotos de 10 anos atrás, meu  filho era filhotinho.

Igreja da Conceição da Praia, na cidade baixa

Igreja da Conceição da Praia, na cidade baixa

Eu e João no Pelourinho

Eu e João no Pelourinho

eu, João e Carlos, na orla de Salvador

Eu com o Elevador Lacerda ao fundo

Eu com o Elevador Lacerda ao fundo

do site: http://www.7pontosmagicosdesalvador.com.br/

Centro Histórico

Tombado como patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985, o Centro Histórico de Salvador reúne o maior acervo barroco existente fora da Europa, com quase 800 imóveis dos séculos XVII a XIX restaurados. Um documento vivo da história do Brasil colonial. Suas ruas e praças também são palco de constantes manifestações da cultura popular baiana.

Entre seus atrativos constam: Praça Castro Alves, Praça Municipal, Praça do Pelourinho, Terreiro de Jesus, Praça da Sé, Igreja da Ajuda, Catedral Basílica, Igreja, Convento e Ordem Terceira de São Francisco, Igreja de São Pedro dos Clérigos, Igreja de São Domingos, Igreja do Passo, Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, Igreja e Convento do Carmo, Igreja da Barroquinha, Museu da Misericórdia, Museu Afro-Brasileiro, Museu de Arqueologia e Etmologia, Museu Udo Knopf, Museu Eugênio Teixeira Leal, Museu Tempostal, Museu Abelardo Rodrigues, Museu da Cidade, Museu de Gastronomia, Casa do Benin, Fundação Jorge Amado, Elevador Lacerda, Plano Inclinado Gonçalves, Monumento da Cruz Caída, Cruz do Pascoal, Cruzeiro de São Francisco, Fundação Pierre Verger, Memorial da Câmara, Palácio Rio Branco, Câmara Municipal, além de bares, restaurantes e praças com inúmeras atrações artístico-musicais.

do site da Wikipédia:

Salvador (fundada como São Salvador da Bahia de Todos os Santos[6]) é uma cidade brasileira, capital do estado da Bahia e primeira capital do Brasil. Os habitantes são chamados de soteropolitanos, gentílico criado a partir da tradução do nome da cidade para o grego: Soterópolis, ou seja, “cidade do Salvador”, composto de Σωτήρ (“salvador”) e πόλις (“cidade”).

Situada na microrregião homônima, Salvador é uma metrópole nacional com quase três milhões de habitantes, sendo a cidade mais populosa do Nordeste, a terceira mais populosa do Brasil e a oitava mais populosa da América Latina (superada por São Paulo, Cidade do México, Buenos Aires, Lima, Bogotá, Rio de Janeiro e Santiago)[7]. Sua região metropolitana, conhecida como “Grande Salvador“, possui 3.767.902 habitantes[3] (IBGE/2008), o que a torna a mais populosa do Nordeste, quinta do Brasil e 111ª do mundo.[8] É classificada pelo IBGE em comparação com a rede urbana das outras cidades brasileiras como um centro metropolitano nacional. A superfície do município de Salvador é de 706,8 km² (fonte: IBGE), e suas coordenadas, a partir do marco da fundação da cidade, no Fortaleza de Santo Antônio, são 13° 58′ 16” sul e 38° 30′ 39” oeste[2]. Centro econômico do estado, é também porto exportador, centro industrial, administrativo e turístico.

A cidade de Salvador era antigamente chamada de Bahia, inclusive por moradores do próprio estado. Também já recebeu alguns epítetos, como o de “Capital da Alegria“, devido aos enormes festejos populares, como o seu carnaval, e “Roma Negra“, por ser considerada a metrópole com maior percentual de negros localizada fora da África[9].

Salvador é também sede de importantes empresas regionais, nacionais e internacionais. Foi em Salvador onde surgiu a Odebrecht, que, em 2008, tornou-se o maior conglomerado de empresas do ramo da construção civil e petroquímica da América Latina, com várias unidades de negócios em Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e diversos países do mundo.[10] Além de empresas, a cidade sedia também muitos eventos, organizações e instituições, como a Universidade Federal da Bahia (a melhor do Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil e a 18º da América Latina[11]) e a Escola de Administração do Exército Brasileiro