Márcia e suas leituras

Dulce Pontes – Fado Português

31/07/2009 · Deixe um comentário

Categorias: Portugal · vídeos e clipes

Abismo neoliberal e financeirização no Brasil: acertar o alvo

31/07/2009 · Deixe um comentário

Categorias: Crise do capitalismo

Bases na Colômbia: o imperialismo nos rodeia

31/07/2009 · Deixe um comentário

do portal vermelho

Os Estados Unidos e a Colômbia anunciaram um acordo que pode resultar na instalação de três bases militares estadunidenses no país vizinho, aumentando significativamente a presença da principal potência bélica do mundo na região.

O acordo deve ser posto em prática a partir de setembro. Os militares operarão nas bases de Palanquero, no centro do país, Alberto Pouwels de Malambo, no norte da Colômbia, e Apiay, no departamento (estado) de Meta, a uns 150 quilômetros ao sul de Bogotá. Nestas localidades, atuarão cerca de 1400 soldados estadunidenses, 800 de maneira direta e outros 600 sob o eufemismo de ‘contratistas” com que os Estados Unidos têm disfarçado as tropas em suas guerras mercenárias. O acordo incluiria também visitas ”mais frequentes” por navios americanos em duas bases navais do Caribe. (mais…)

Categorias: América Latina

Desestima Calderón convocar al Grupo de Río por el golpe de Estado en Honduras

31/07/2009 · 2 Comentários

la jornada
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Foto
El presidente Felipe Calderón durante la reunión que sostuvo con su colega costarricense Óscar Arias, en la Casa de Gobierno en San JoséFoto Notimex
Claudia Herrera Beltrán
Enviada

San José de Costa Rica, 30 de julio. El presidente Felipe Calderón rechazó convocar al Grupo de Río para que discuta una salida al golpe de Estado en Honduras.

“En este momento lo mejor que podemos hacer es fortalecer y no debilitar mediante la multiplicación de instancias y esfuerzos”, explicó, tras ser cuestionado sobre las exigencias de presidentes como el venezolano Hugo Chávez para que el Grupo de Río tenga un papel más activo en la resolución del conflicto en el país centroamericano.

En tanto Óscar Arias, presidente de Costa Rica y mediador en esta crisis, anunció que analiza con la Organización de Estados Americanos (OEA) la posibilidad de enviar una delegación al más alto nivel, con embajadores de dicha organización, para conversar con el gobierno de facto de Roberto Micheletti, así como con miembros del Legislativo, la Corte, la fiscalía y el Ministerio Público hondureños.

La visita de Estado de Calderón a Costa Rica duró menos de un día y se concentró sobre dos temas: el golpe de Estado en Honduras y la pandemia del virus A/H1N1.

Con referencia a la crisis hondureña, Calderón expresó ante el pleno de la Asamblea Legislativa costarricense que las instituciones democráticas de la región están amenazadas y, como un convencido de esa normatividad institucional, dijo que rechazaba cualquier intento de volver al pasado autoritario que tanto daño hizo a las naciones latinoamericanas, sin importar su signo ideológico.

Antes, en rueda de prensa en la casa presidencial, reconoció que ha recibido peticiones para convocar nuevamente al Grupo de Río, pero hizo consultas y prácticamente por consenso se decidió respaldar los esfuerzos de paz que está haciendo Arias como mediador.

Consideró que el dilema no es entre izquierda o derecha, porque tan malo es un autoritarismo de un signo como de otro.

En Costa Rica, donde se han registrado 669 casos de influenza A/H1N1, Calderón fue cuestionado por la prensa sobre el tema, dada la experiencia de nuestro país. En su respuesta, recomendó estar listos, porque es muy probable que al inicio de la temporada invernal se registren un repunte en el número de casos.

Para hacer frente a este virus señaló que se debe adecuar la infraestructura hospitalaria, los equipos y comprar suficientes guantes quirúrgicos y mascarillas, entre otras cosas.

Ambos países también suscribieron un acuerdo de asociación estratégica, pero sin anunciar ningún proyecto concreto, ya que tampoco destinaron recursos para ese fin.

De acuerdo con fuentes diplomáticas, Costa Rica insistió en el acuerdo con el argumento de que Chile también suscribió uno igual con México, sólo que en ese caso ambos países sí destinaron fondos.
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Vídeo sobre a situação em Honduras

31/07/2009 · Deixe um comentário

blog do velho comunista

Categorias: América Latina · vídeos e clipes

Brasil pede à Colombia que esclareça o alcance de seu acordo militar com os EE.UU.

31/07/2009 · Deixe um comentário

blog do velho comunista

Tradução Rosalvo Maciel

O chanceler brasileiro, Celso Amorim, solicitou nesta quarta-feira à Colômbia que seja mais transparente no que diz respeito ao acordo militar com os Estados Unidos, ao mesmo tempo em que chamou ao diálogo colombianos e venezuelanos, logo que Caracas rompera as relações.

“Creio pessoalmente que se há uma preocupação com relação a um novo acordo militar, por exemplo, da Colômbia (com os Estados Unidos), seria bom que a Colômbia transparentemente diga o que é, para que as pessoas ouçam, vejam, e possa haver uma discussão” a respeito, manifestou Amorim.

O chanceler disse que com “esse objetivo é que foi criado o Conselho de Defesa Sul-americano da União Sul-americana de Nações (Unasur) que integram os países da região”. (mais…)

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Porta-vozes nativos do golpe em Honduras

31/07/2009 · Deixe um comentário

do blog do Miro

A mídia hegemônica brasileira tem adotado um comportamento esquizofrênico na cobertura do golpe militar de Honduras. Diante da deposição do presidente democraticamente eleito do país, Manuel Zelaya, ela até criticou os métodos truculentos utilizados e condenados pela comunidade mundial. Nas primeiras semanas do trágico atentado à democracia neste sofrido país da América Central, os jornalões e emissoras de televisão até se referiram aos golpistas como “golpistas”, o que poderia indicar certo apego da mídia hegemônica à democracia.

Com o passar do tempo, porém, ela suavizou as críticas ao golpe. O governo ilegal passou a ser chamado de “interino”. Os ataques ao presidente deposto, à vítima, aumentaram. Já os protestos diários contra os golpistas, inclusive a recente greve geral organizada pelas três centrais sindicais do país, desapareceram dos jornais e telejornais. A violência dos “gorilas”, que já resultou várias mortes, também foi ofuscada. Já as minguadas marchas da “elite racista” favoráveis aos militares estão estampadas nas capas dos jornalões e nas telinhas da TV. É como se a mídia hegemônica torcesse pelo sucesso do golpe de Estado, mas sem poder confessar o seu crime. (mais…)

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