hoje bateu aquela saudade das coisas bonitas que vejo em Portugal.
Aqui está uma delas, fica em Oeiras, entre Lisboa e Cascais, vale a pena ver.
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Categorias: Portugal
O Rio de Janeiro realizou sua plenária preparatória para a Assembléia Nacional do Cebrapaz no último dia 16 de julho, no auditório da OAB/ RJ.

Quase cem pessoas participaram da atividade dentre representantes de diversas entidades e movimentos sociais.
A mesa foi composta pelo presidente do PCdoB-RJ, Ana Rocha, professor da UFRJ, Fernando Amorim, Carlos Henrique de Carvalho, representando a OAB-RJ, o núcleo do cebrapaz , Manoel Ferreira e Márcia Silva, representando o cebrapaz nacional, José Reinaldo de Carvalho

O chefe de gabinete Wevergton Brito Lima representou o vereador do Rio, Roberto Monteiro (PCdoB), que foi autor da moção de congratulação à 2ª Assembleia Nacional do Cebrapaz, homenagem que será entregue no próximo final de semana, aprovada pela Câmara de Vereadores do Rio.
Ana Rocha cumprimentou a todos e colocou de forma enfática a importância deste evento nacional. A luta pela paz torna-se uma grande força contra a luta anti imperialista.
Carlos Henrique de Carvalho, falou sobre os direitos humanos frente a luta imperialista em todo o mundo.
Manolo Ferreira saudou a todos e apresentou a composição da nova direção do cebrapaz estadual .
Márcia Silva apresentou, em poucas palavras o Cebrapaz , sua importância atual e ressaltou seus principais eixos de atuação.
As intervenções maiores ficaram por conta do prf. Fernando Amorim e do Jornalista José Reinaldo Carvalho.
O prof Fernando Amorim explanou a importância do movimento pela paz nos dias de hoje
O Movimento pela Paz
Em sua fala, colocou que o Movimento pela Paz enfrenta hoje uma realidade muito mais complexa e desafiadora do que nos anos 1950, quando, no auge da guerra fria, suas tarefas eram mais claras: evitar uma guerra nuclear ou um confronto global entre as duas potências que se confrontavam. Contudo o número de confrontos regionais e guerras civis, atualmente aumentou significativamente nos últimos vinte anos.
Resgate histórico
Com o fim da União Soviética entramos numa era de uma única superpotência hegemônica, que buscou exercer o papel de autoridade planetária e usar a força militar para impor os seus interesses. No entanto, os arsenais utilizados para armar peões, bispos e cavalos no jogo de xadrez da geopolítica da guerra fria saíram do controle e o resultado foi a perda do monopólio dos estados nacionais sobre a utilização de armas militares para formar exército. Assistimos a falência de estados que perderam o controle de seu próprio território genocídios e violência discriminada e endêmica. Ao fim da União Soviética existiam cerca de 200.000 refugiados de conflitos regionais e guerras civis. Hoje são cerca de 50 milhões segundo a ONU. Outras agências falam em números ainda maiores. A violência se alastrou por todo o planeta ora na forma de atentados terroristas, ora na forma de organizações criminosas disputando mercados bilionários de drogas, armas e outros “comodities” semelhantes.
Contradições
Mas o que podemos conceituar como paz? A ausência de guerras entre potências? Ou a ausência de violência? A ausência de toda a forma de violência, inclusive a riqueza escandalosa de muito pouco em meio a miséria e a fome de centenas de milhões. Será possível Paz enquanto cerca de metade da população do planeta não dispor de condições dignas de vida, enquanto não for possível garantir uma igualdade substantiva?
A causa de todas estas mazelas é um sistema que tem como o sujeito o capital. Não será possível alcançar a paz e a justiça social sem estabelecer limites para a acumulação de capital e superar a contradição fundamental entre capital e trabalho pela extinção da propriedade privada dos meios de produção. Mas isto não é novidade. O desafio é reconstruir o velho horizonte emancipatório do socialismo e criar um novo caminho para alcançá-lo. Não existem fórmulas, nem atalhos. Isto a história recente tornou evidente. Nossa tarefa e superar este desafio…
José Reinaldo Carvalho, diretor de comunicação do Cebrapaz saudou os presentes e em sua explanação falou sobre a importância da paz na luta anti imperialista e como a questão internacional afeta diretamente as questões nacionais.
luta antiimperialista
Em sua fala explicou como o anti imperialismo é uma política transformadora, pois segundo ele: “Não se pode conceber a questão nacional dissociada de um sistema de dominação montado no Brasil numa aliança entre o imperialismo e as classes dominantes nativas”
Por isso a luta antiimperialista está intrinsecamente ligada ao combate cotidiano do povo brasileiro contra o sistema de dominação da grande burguesia monopolista associada e a oligarquia financeira, aliança que subjuga o país e o mantém na órbita do poder geopolítico do imperialismo”.
América Latina – continente rebelde
José Reinaldo também abordou o novo momento político por que passa a América Latina e reafirmou que para o Cebrapaz a região se destaca como o “continente rebelde” e o “mais promissor local do mundo para o desenvolvimento das lutas antiimperialistas na atualidade”. Ressaltou que o “panamericanismo tal como foi concebido e implantado desde o início do século 20 pelos Estados Unidos, entrou em profunda crise”. “O imperialismo norte-americano está isolado – ressaltou – e são as forças progressistas que protagonizam a integração e as relações políticas internacionais na região”. O dirigente insistiu em que os “interesses dos Estados Unidos e os da América Latina são antagonicamente opostos” e que, ainda que se deva tomar em consideração a tentativa da nova Administração norte-americana de mudar suas táticas e a linguagem, “os movimentos populares não deve nutrir ilusões quanto à mudança da natureza do imperialismo e à existência de um imperialismo ‘benigno’”.
Assembléia Nacional
Por fim, o diretor do Cebrapaz lembrou que na Assembléia Nacional a entidade se pronunciará sobre os grandes temas da atualidade internacional, como a crise no Oriente Médio, a luta do povo palestino, o combate à militarização e às armas nucleares, com destaque para a luta contra a IV Frota dos EUA, a crise na península coreana, as guerras do Iraque e Afeganistão e as ameaças que pairam contra o Irã e outros países. Reinaldo informou que a partir desta Assembléia o Cebrapaz intensificará as campanhas de solidariedade com a Venezuela, a Bolívia e Cuba, sobretudo a luta contra o bloqueio e pela libertação dos cinco patriotas presos nos Estados Unidos.
Ao final o plenário foi convidado a participar da Assembléia Nacional do Cebrapaz que se realizará dias 24,25 e 26 de julho na cidade do Rio de Janeiro, no centro de convenções da Sul América.
Categorias: Cebrapaz
do portal vermelho
por Umberto Martins*
A bandeira da redução da jornada de trabalho sem redução dos salários voltou à ordem do dia no Congresso Nacional. Depois que o parecer do deputado Vicentinho favorável à PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 231/95 foi aprovado por unanimidade na comissão especial instalada na Câmara Federal, dia 30/6, o tema só poderá ser retirado da agenda parlamentar depois que for apreciado e votado em plenário.
A proposta, dos senadores Inácio Arruda (PCdoB-CE) e Paulo Paim (PT-RS), reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais e eleva o adicional de horas extras de 50% para 75% sobre o valor da hora trabalhada. A votação na comissão especial foi acompanhada por cerca de mil sindicalistas, num ato organizado unitariamente por todas as centrais sindicais.
Aspiração histórica
A diminuição do tempo de trabalho sem prejuízo para os salários é uma aspiração histórica da classe trabalhadora e do movimento sindical em todo o mundo. Assessorados pelo Dieese, representantes das centrais sindicais chegaram a discutir em meados do ano passado a oportunidade de relançar a campanha nacional pelas 40 horas semanais, mas foram atropelados pela emergência da crise mundial do capitalismo. (mais…)
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