Entradas do Julho 2009
Dulce Pontes – Fado Português
31/07/2009 · Deixe um comentário
Categorias: Portugal · vídeos e clipes
Abismo neoliberal e financeirização no Brasil: acertar o alvo
31/07/2009 · Deixe um comentário
Categorias: Crise do capitalismo
Bases na Colômbia: o imperialismo nos rodeia
31/07/2009 · Deixe um comentário
do portal vermelho
Os Estados Unidos e a Colômbia anunciaram um acordo que pode resultar na instalação de três bases militares estadunidenses no país vizinho, aumentando significativamente a presença da principal potência bélica do mundo na região.
O acordo deve ser posto em prática a partir de setembro. Os militares operarão nas bases de Palanquero, no centro do país, Alberto Pouwels de Malambo, no norte da Colômbia, e Apiay, no departamento (estado) de Meta, a uns 150 quilômetros ao sul de Bogotá. Nestas localidades, atuarão cerca de 1400 soldados estadunidenses, 800 de maneira direta e outros 600 sob o eufemismo de ‘contratistas” com que os Estados Unidos têm disfarçado as tropas em suas guerras mercenárias. O acordo incluiria também visitas ”mais frequentes” por navios americanos em duas bases navais do Caribe. (mais…)
Categorias: América Latina
Desestima Calderón convocar al Grupo de Río por el golpe de Estado en Honduras
31/07/2009 · 2 Comentários
la jornada

Foto
El presidente Felipe Calderón durante la reunión que sostuvo con su colega costarricense Óscar Arias, en la Casa de Gobierno en San JoséFoto Notimex
Claudia Herrera Beltrán
Enviada
San José de Costa Rica, 30 de julio. El presidente Felipe Calderón rechazó convocar al Grupo de Río para que discuta una salida al golpe de Estado en Honduras.
“En este momento lo mejor que podemos hacer es fortalecer y no debilitar mediante la multiplicación de instancias y esfuerzos”, explicó, tras ser cuestionado sobre las exigencias de presidentes como el venezolano Hugo Chávez para que el Grupo de Río tenga un papel más activo en la resolución del conflicto en el país centroamericano.
En tanto Óscar Arias, presidente de Costa Rica y mediador en esta crisis, anunció que analiza con la Organización de Estados Americanos (OEA) la posibilidad de enviar una delegación al más alto nivel, con embajadores de dicha organización, para conversar con el gobierno de facto de Roberto Micheletti, así como con miembros del Legislativo, la Corte, la fiscalía y el Ministerio Público hondureños.
La visita de Estado de Calderón a Costa Rica duró menos de un día y se concentró sobre dos temas: el golpe de Estado en Honduras y la pandemia del virus A/H1N1.
Con referencia a la crisis hondureña, Calderón expresó ante el pleno de la Asamblea Legislativa costarricense que las instituciones democráticas de la región están amenazadas y, como un convencido de esa normatividad institucional, dijo que rechazaba cualquier intento de volver al pasado autoritario que tanto daño hizo a las naciones latinoamericanas, sin importar su signo ideológico.
Antes, en rueda de prensa en la casa presidencial, reconoció que ha recibido peticiones para convocar nuevamente al Grupo de Río, pero hizo consultas y prácticamente por consenso se decidió respaldar los esfuerzos de paz que está haciendo Arias como mediador.
Consideró que el dilema no es entre izquierda o derecha, porque tan malo es un autoritarismo de un signo como de otro.
En Costa Rica, donde se han registrado 669 casos de influenza A/H1N1, Calderón fue cuestionado por la prensa sobre el tema, dada la experiencia de nuestro país. En su respuesta, recomendó estar listos, porque es muy probable que al inicio de la temporada invernal se registren un repunte en el número de casos.
Para hacer frente a este virus señaló que se debe adecuar la infraestructura hospitalaria, los equipos y comprar suficientes guantes quirúrgicos y mascarillas, entre otras cosas.
Ambos países también suscribieron un acuerdo de asociación estratégica, pero sin anunciar ningún proyecto concreto, ya que tampoco destinaron recursos para ese fin.
De acuerdo con fuentes diplomáticas, Costa Rica insistió en el acuerdo con el argumento de que Chile también suscribió uno igual con México, sólo que en ese caso ambos países sí destinaron fondos.
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Categorias: América Latina
Vídeo sobre a situação em Honduras
31/07/2009 · Deixe um comentário
blog do velho comunista
Categorias: América Latina · vídeos e clipes
Brasil pede à Colombia que esclareça o alcance de seu acordo militar com os EE.UU.
31/07/2009 · Deixe um comentário
blog do velho comunista
Tradução Rosalvo Maciel
O chanceler brasileiro, Celso Amorim, solicitou nesta quarta-feira à Colômbia que seja mais transparente no que diz respeito ao acordo militar com os Estados Unidos, ao mesmo tempo em que chamou ao diálogo colombianos e venezuelanos, logo que Caracas rompera as relações.
“Creio pessoalmente que se há uma preocupação com relação a um novo acordo militar, por exemplo, da Colômbia (com os Estados Unidos), seria bom que a Colômbia transparentemente diga o que é, para que as pessoas ouçam, vejam, e possa haver uma discussão” a respeito, manifestou Amorim.
O chanceler disse que com “esse objetivo é que foi criado o Conselho de Defesa Sul-americano da União Sul-americana de Nações (Unasur) que integram os países da região”. (mais…)
Categorias: América Latina
Porta-vozes nativos do golpe em Honduras
31/07/2009 · Deixe um comentário
do blog do Miro
A mídia hegemônica brasileira tem adotado um comportamento esquizofrênico na cobertura do golpe militar de Honduras. Diante da deposição do presidente democraticamente eleito do país, Manuel Zelaya, ela até criticou os métodos truculentos utilizados e condenados pela comunidade mundial. Nas primeiras semanas do trágico atentado à democracia neste sofrido país da América Central, os jornalões e emissoras de televisão até se referiram aos golpistas como “golpistas”, o que poderia indicar certo apego da mídia hegemônica à democracia.
Com o passar do tempo, porém, ela suavizou as críticas ao golpe. O governo ilegal passou a ser chamado de “interino”. Os ataques ao presidente deposto, à vítima, aumentaram. Já os protestos diários contra os golpistas, inclusive a recente greve geral organizada pelas três centrais sindicais do país, desapareceram dos jornais e telejornais. A violência dos “gorilas”, que já resultou várias mortes, também foi ofuscada. Já as minguadas marchas da “elite racista” favoráveis aos militares estão estampadas nas capas dos jornalões e nas telinhas da TV. É como se a mídia hegemônica torcesse pelo sucesso do golpe de Estado, mas sem poder confessar o seu crime. (mais…)
Categorias: América Latina
Iraque: o drama de uma ocupação
30/07/2009 · Deixe um comentário
O PORTAL VERMELHO
por Lejeune Mirhan*
Há duas questões centrais para certa estabilização no Oriente Médio: a retirada das tropas de ocupação no Iraque e a paz na Palestina – paz justa e duradoura.
Militares americanos patrulham ruas de Bagdá
Claro que a questão global mesmo é que os árabes recuperem para si o controle de seus países e saiam completamente da órbita estadunidense, mas isso deve demorar ainda alguns anos. Por ora, queria tratar da ocupação do Iraque, que há tempos não abordo nesta coluna.
A retirada das tropas no Iraque
Já são duas semanas que as forças armadas dos Estados Unidos e da Inglaterra, deixaram o policiamento ostensivo nas ruas das cidades iraquianas. Uma leitura de outra forma pode ser entendida como recuo das tropas de ocupação ante a ofensiva do povo iraquiano contra as tropas invasoras. Fala-se na imprensa local e mundial que a forças policiais iraquianas, treinadas pelos EUA já estariam em condições de fazer esse trabalho. Na verdade não teem. No mesmo dia em que os americanos deixaram as ruas uma onda de atentados, matando quase duas centenas de pessoas , ocorreu no Iraque e vários deles eram soldados da ocupação.
Nesta semana a Grã Bretanha anuncia que retira, até sexta-feira dia 31 de julho, todas as suas tropas que ainda restaram no Iraque, no Sul do país, onde ficavam acantonadas próximas a uma cidade xiita chamada Basra. Chegaram a ter quatro mil soldados. Hoje restam apenas 400. Mas, mesmo esses poucos, segundo anunciou Gordon Brown, serão deslocados para o Kuwait. Os motivos da retirada não são tanto por convicção do governo inglês, mas pelo simples fato de que o parlamento britânico entrou em recesso sem ter votado a prorrogação da permanência das tropas. (mais…)
Categorias: Iraque
Un Premio Nobel para Mrs. Clinton
29/07/2009 · Deixe um comentário
do site do ICAP
(Tomado de Cubadebate)
El interminable documento leído ayer por el Nobel Oscar Arias es mucho peor que los 7 puntos del acta de rendición que había propuesto el 18 de julio.
No se comunicaba con la opinión internacional a través de una clave Morse. Hablaba delante de las cámaras de televisión que transmitían su imagen y todos los detalles del rostro humano, que suele tener tantas variables como las huellas digitales de una persona. Cualquier intención mentirosa se puede descubrir con facilidad. Yo lo observaba cuidadosamente.
Entre los televidentes, la inmensa mayoría conocía que en Honduras tuvo lugar un golpe de Estado. A través de ese medio se informaron de los discursos pronunciados en la OEA, la ONU, el SICA, la Cumbre de los No Alineados y otros foros; habían visto los atropellos, los abusos y la represión al pueblo en actividades que llegaron a reunir cientos de miles de personas protestando contra el golpe de Estado.
Lo más extraño es que, cuando Arias exponía su nueva propuesta de paz, no deliraba; creía lo que estaba diciendo.
Aunque muy pocos en Honduras podían ver las imágenes, en el resto del mundo muchas personas lo vieron y también lo habían visto cuando él propuso los famosos 7 puntos el 18 de julio. Sabían que el primero de ellos decía textualmente: “La legítima restitución de José Manuel Zelaya Rosales en la Presidencia de la República hasta el fin del período constitucional por el cual fue electo¼ “
Todos deseaban saber qué diría ayer por la tarde el mediador. El reconocimiento de los derechos del Presidente Constitucional de Honduras, con las facultades reducidas casi a cero en la primera propuesta, fue relegado a un sexto lugar en el segundo proyecto de Arias, donde ni siquiera se emplea la frase “legitimar la restitución.”
Muchas personas honestas están asombradas y tal vez atribuyen a oscuras maniobras suyas lo que dijo ayer. Quizás yo sea uno de los pocos en el mundo que comprenda que había una autosugestión, más que una intención deliberada en las palabras del Nobel de la Paz. Me percaté de eso especialmente cuando Arias, con especial énfasis y palabras entrecortadas por la emoción, habló de la multitud de mensajes que Presidentes y líderes mundiales, conmovidos por su iniciativa, le habían enviado. Es lo que le pasa por la cabeza; ni siquiera se da cuenta de que otros Premios Nobel de la Paz, honestos y modestos, como Rigoberta Menchú y Adolfo Pérez Esquivel, están indignados por lo ocurrido en Honduras.
Sin duda alguna que gran parte de los gobiernos civiles de América Latina, los cuales conocían que Zelaya había aprobado el primer proyecto de Arias y confiaban en la cordura de los golpistas y sus aliados yanquis, respiraron con alivio, el cual duró solo 72 horas.
Visto desde otro ángulo, y volviendo a las cosas que prevalecen en el mundo real, donde el imperio dominante existe y casi 200 estados soberanos tienen que lidiar con todo tipo de conflictos e intereses políticos, económicos, medioambientales, religiosos y otros, solo falta algo para premiar la genial idea yanqui de pensar en Oscar Arias, para tratar de ganar tiempo, consolidar el golpe, y desmoralizar a los organismos internacionales que apoyaron a Zelaya.
En el 30 Aniversario del Triunfo de la Revolución Sandinista, Daniel Ortega recordando con amargura el papel de Arias en el primer Acuerdo de Esquipulas, declaró ante una enorme multitud de patriotas nicaragüenses: “Los yanquis lo conocen bien, por eso lo escogieron como mediador en Honduras”. En ese mismo acto, Rigoberta Menchú, de ascendencia indígena, condenó el golpe.
Si se cumplían simplemente las medidas acordadas en la reunión de Cancilleres en Washington el golpe de Estado no habría podido sobrevivir a la resistencia pacífica del pueblo hondureño.
Ahora los golpistas se están moviendo ya en las esferas oligárquicas de América Latina, algunas de las cuales, desde altas posiciones estatales, ya no se ruborizan al hablar de sus simpatías por el golpe y el imperialismo pesca en el río revuelto de América Latina. Exactamente lo que Estados Unidos deseaba con la iniciativa de paz, mientras aceleraba las negociaciones para rodear de bases militares la patria de Bolívar.
Hay que ser justos, y mientras esperamos la última palabra del pueblo de Honduras, debemos demandar un Premio Nobel para Mrs. Clinton.
Fidel Castro Ruz
Julio 23 de 2009
2 y 30 p.m.
Categorias: América Latina
COMUNIQUE-SE COM OS 5 HERÓIS CUBANOS
29/07/2009 · Deixe um comentário
do site do ICAP

ANTONIO GUERRERO RODRÍGUEZ- Antonio
No. 58741-004
USP FLORENCE
PO BOX 7500
5880 State HWY 67
South Florence, CO 81226

FERNANDO GONZALEZ LLORT (RUBEN CAMPA)
No. 58733-004
FCI TERRE HAUTE
P.O. BOX 33
TERRE HAUTE, IN 47808

GERARDO HERNANDEZ NORDELO (MANUEL VIRAMONTES)
USP VICTORVILLE
PO BOX 5400
13777 Air Expressway Road
Adelanto, CA 92394

RAMON LABAÑINO SALAZAR (LUIS MEDINA)
No. 58734-004
USP McCreary
P. O. Box 3000
Pine Knot, KY 42635

RENE GONZALEZ SEHWERERT
No. 58738-004
FCI Marianna
P.O. Box 7007
Marianna, FL 32447-7007
Categorias: América Latina · Cuba
Uma tragédia: o destino violento do jovem brasileiro
29/07/2009 · Deixe um comentário
Valor Econômico
24/07/2009
A extensão será a de um genocídio: terão sido assassinados no Brasil 33.504 jovens de 12 a 18 anos, no período de 2006 a 2012, persistindo as condições existentes em 2006. É uma estimativa desalentadora do Laboratório de Análise da Violência, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em estudo elaborado para o Programa de Redução da Violência Letal contra Adolescentes e Jovens, iniciativa do Observatório das Favelas, da Unicef e da Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal.
O levantamento, feito nas 267 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes, é um retrato da violência contra os jovens e de uma flagrante desigualdade social. Enquanto a mortalidade infantil declina, em resposta a programas de segurança alimentar e nutricional, saneamento básico, vacinação e atenção à saúde da família, aumenta o número de mortos entre crianças e adolescentes (de 12 a 18 anos) e jovens (de 19 a 29 anos). Na faixa de 12 a 18 anos, o foco do estudo da Uerj, o risco de ser morto é 12 vezes maior para os homens em relação às mulheres e mais do dobro dos negros em relação aos brancos. Do total de adolescentes e jovens mortos nessa faixa de idade, 45% o são por assassinato. Na média das 267 cidades pesquisadas, o risco de ser assassinado por armas de fogo é 3,2 maior do que ser morto por qualquer outro meio.
A subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança, Carmen Oliveira, em matéria no jornal “O Globo” na edição do dia 22, aponta três fatores como maiores responsáveis pela vitimização de jovens: dívidas de usuários de drogas com traficantes, exploração sexual das meninas e disputas territoriais entre gangues. Seja qual for a razão do assassinato, todavia, a história de violência se inicia na evasão escolar.
A violência produz, assim, um corte social e etário: uma criança pobre consegue romper a barreira da morte no nascimento e escapa de ser um dos 24,9 mortos por mil nascidos vivos (em números de 2006); consegue sobreviver até os cinco anos e não se inclui na estatística de 20 mortos por mil nascidos vivos e, a partir daí, figura como estatística em índices menores de letalidade. Aos 12 anos, no entanto, suas chances de morrer antes dos 19 aumentam de forma considerável, e começarão a declinar apenas quando completar 29 anos.
Surpreende no levantamento o fato de os maiores centros urbanos não figurarem no topo do índice desenvolvido, o Índice de Homicídios na Adolescência. O primeiro lugar em assassinatos de jovens é Foz do Iguaçu, onde têm morte violenta 9,7 em cada mil pessoas de 12 a 18 anos. Governador Valadares, em Minas Gerais, alcança a marca dos 8,5 jovens perdidos por assassinato e ocupa o segundo lugar no ranking. O Rio está em 21º lugar na lista, e São Paulo está na 151ª posição.
Ainda assim, no Rio, a dimensão do problema é grande: a capital ostenta um índice de 4,92 mortos por mil jovens de 12 a 18 anos e tem o maior número de vítimas em números absolutos, mais do que o dobro da média nacional do IHA, de 2,03 por mil. Segundo o estudo, contribuem para esse alto índice igualmente, e de forma definitiva, o tráfico de drogas e a violência policial. É uma situação em que o jovem fica encurralado entre a violência do crime e a violência oficial – e esta configura a única forma como o Estado chega a ele, por meio de ações policiais que podem também vitimá-lo.
São Paulo, surpreendentemente, tem um IHA abaixo da média: 1,42 por mil. Os especialistas afirmam que a baixa letalidade de jovens na capital paulista decorre da queda geral de homicídios no Estado, que acontece desde 2001.
A explosão de assassinatos de jovens, todavia, não ocorre de forma homogênea. Dos 267 municípios estudados, 34% têm o IHA inferior a um adolescente assassinado por mil. Os números saltam quando a cidade fica numa rota de tráfico de drogas, como é o caso de Governador Valadares, e onde existe um maior número de armas de fogo, principal instrumento dos assassinatos. Aí retorna-se à complexa situação do Rio de Janeiro: na média, os 23 municípios do Estado com mais de 100 mil habitantes têm uma taxa de risco de morte de armas 6,2 vezes maior que os demais meios para matar. Na média nacional, essa taxa é de 3,2.
Categorias: Brasil
Crise econômica global entre temas de comissões do Parlamento cubano
29/07/2009 · Deixe um comentário
do site prensa latina

29 jul (Prensa Latina)
A crise econômica global e seu impacto sobre Cuba encontra-se entre os temas que debatem hoje membros das 12 comissões permanentes da Assembleia Nacional do Poder Popular, antes de sua sessão ordinária no próximo sábado.
Os parlamentares membros do grupo de Assuntos econômicos também se atualizarão sobre os planos da Aliança Bolivariana para os povos de nossa América (ALBA) e a proposta da criação de uma moeda virtual na área, conhecida como SUCRE.
O dia é prévia dos relatórios de quinta-feira e sexta-feira dos ministérios da Agricultura e da Indústria Alimentícia para os deputados, já em plenária.
Ademais está programado um relatório do Instituto Nacional da Moradia, um dos setores mais afetados no ano passado por três furacões de grande intensidade que provocaram perdas ao país próximas aos 10 bilhões de dólares.
A base forte o constituirá, sem dúvidas, a discussão e possível aprovação das leis do Sistema Nacional de Museus e da Controladoria Geral da República no próximo 1 de agosto, na terceira sessão ordinária da sétima legislatura.
Os parlamentares já puseram a ponto o projeto de criação da Controladoria, que se espera que substitua o atual Ministério de Auditoria e Controle.
A Contraladoria se subordinaria ao Parlamento, que elegerá ao inspetor, afirmou o presidente do Parlamento, Ricardo Alarcón, a uma pergunta da Prensa Latina em uma coletiva informal com os repórteres.
Enquanto, o chanceler cubano, Bruno Rodríguez, ressaltou hoje a contínua ampliação dos vínculos da ilha com América Latina e o restantante do mundo.
Rodríguez vistoriou a crescente importância da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA), a crise do neoliberalismo, as relações com a União Européia e a favorável situação das relações econômicas e comerciais de Havana.
Categorias: América Latina
Isolado e com forte resistência, golpe completa um mês
29/07/2009 · Deixe um comentário
da pátria latina
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Categorias: América Latina
As greves e o Projeto Nacional de Desenvolvimento
29/07/2009 · Deixe um comentário
do portal vermelho
por Augusto César Petta*
No Brasil, em 2008, aconteceram 411 greves, representando um aumento de 30% em relação às 316 greves ocorridas em 2007. Estes dados foram divulgados recentemente num estudo feito pelo DIEESE. Diferentemente de anos anteriores em que a maioria das greves ocorria no setor público, em 2008, a incidência maior de greves ocorreu no setor privado.
Segundo o supervisor de pesquisas sindicais do Dieese Luís Augusto Ribeiro da Costa ”quase 70% das greves realizadas no ano passado mantiveram o caráter propositivo. Ou seja foram feitas para buscar novas conquistas ou ampliar direitos já conquistados”. Mesmo não tendo contabilizado exatamente o número de grevistas, o DIEESE afirma que, pelo menos 2 milhões de pessoas participaram de 256 dessas paralisações.
Buscando uma explicação para esse aumento significativo do número de greves, os especialistas do Dieese apontam como principal causa o significativo crescimento da economia verificado nos três primeiros meses de 2008. Na época, um estudo feito pelo economista Marcio Pochmann revelava que o índice de sindicalização voltava a crescer atingindo 18,35% dos trabalhadores ocupados. Altamiro Borges, no seu livro ”Sindicalismo, Resistência e Alternativas” também localiza no crescimento econômico e em causas de ordem política- como a corrida pela sindicalização promovida pelas entidades sindicais visando a legalização das Centrais e a não criminalização das lutas sociais e grevistas por parte do Governo Lula – os fatores que explicavam o aumento do número de sindicalizados.
Quando analisamos em que pé se encontra o movimento sindical, se está em ascensão ou em descenso, além dos critérios qualitativos, há alguns critérios quantitativos básicos que levamos em consideração: número de sindicalizados, número de greves e de grevistas, número de participantes nas assembléias, número de participantes nos atos e diversas manifestações públicas, entre outros. Esses critérios nos levavam à conclusão que o movimento sindical já apresentava uma recuperação, mesmo que tímida, da profunda crise na qual esteve envolvido a partir da implantação do neoliberalismo implantado no país, a partir do início dos anos 90 do século passado.
Futuras pesquisas apontarão a situação do movimento sindical em 2009, impactado pela crise profunda do sistema capitalista, em nível mundial. Mas de qualquer maneira, o que é importante registrar, revelado pelos dados coletados nas pesquisas, é que o crescimento da economia tem um impacto positivo na ascensão do movimento sindical. Os trabalhadores e as trabalhadoras sentem-se mais encorajados a lutar quando há um crescimento do número de postos de trabalho: sindicalizam-se em maior número, demonstram maior disposição a participar da luta pelos seus direitos, inclusive estimulando o mo viment o grevista.
O Projeto Nacional de Desenvolvimento com Valorização do Trabalho e Distribuição de Renda – bandeira fundamental defendida pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB – se efetivamente implantado, por um lado melhora a qualidade de vida do povo brasileiro e, por outro, estimula a sua participação rumo à conquista de novos direitos. Ao lutar por novos direitos, os trabalhadores e trabalhadoras tenderão a se conscientizar mais do sistema de exploração a que estão submetidos, em que minorias privilegiadas os exploram fortemente no campo e na cidade. E ao se conscientizarem, compreenderão, de forma mais adequada, a necessidade de chegarmos a um outro modo de produção e distribuição das riquezas,de qualidade muito superior, justo e equitativo, ou seja, o socialismo.
*Augusto César Petta, professor, coordenador- técnico do Centro de Estudos Sindicais (CES) e membro da Comissão Sindical Nacional do PCdoB.
Categorias: Brasil
Chávez congela relação diplomática e comercial com Colômbia
29/07/2009 · Deixe um comentário
do portal vermelho
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ordenou, nesta terça-feira (28), a retirarada de seu embaixador na Colômbia, Gustavo Márquez, anunciando um novo congelamento nas relações com o país. As medidas são uma reação às acusações de que armas suecas compradas pela Venezuela teriam sido capturadas em poder das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
”Alvado Uribe (presidente da Colômbia) ligou outra vez o ventilador” de acusações ”irresponsáveis contra nossa pátria”, afirmou Chávez. ”Já basta, acabou, não vamos tolerar mais isto” e, a partir de agora, ”congelamos as relações”, completou o governante.
Segundo ele, Uribe deveria investigar os fatos antes de fazer acusações ”irresponsáveis”. Além disso, indicou que é possível observar, por imagens divulgadas, que as Farc possuem armas norte-americanas, insarelenses e russas.
Chávez declarou que fará uma revisão completa das relações com o país vizinho e começará a substituir as importações que vêm da Colômbia. Para ele, as relações comerciais com os colombianos ” não são imprescindíveis ” para a Venezuela e o país poderá importar os produtos que necessita de outros países, como Brasil, Equador, Bolívia e da América Central.
Ele deu ordens para seu gabinete levantar um relatório com as estatísticas comerciais entre os dois países, já que pretende repensar o comércio bilateral. ”Que fique (em Bogotá) o funcionário do mais baixo nível (…); vamos congelar as relações e advirto: a próxima vez que houver uma agressão” deste tipo, ”romperemos as relações”, completou Chávez, alertando que, nesse caso, poderá, inclusive, analisar a expropriação empresas colombianas em seu país.
Um pouco mais cedo, o ministro das Relações Exteriores venezuelano, Nicolas Maduro, atribuiu à Colômbia a intenção de ”aumentar o tom” e propiciar uma campanha de desestabilização na região.
A atitude de Chávez é conseqüência da acusação levantada no domingo (26) pelo governo colombiano. Uribe disse que as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) estavam de posse de lança-foguetes de longo alcance comprados pela Venezuela, em negociação com a Suécia. ”Isso não é algo novo, e acho que requer muito mais cuidado e uma vigilância extrema”, disse o vice-presidente colombiano, Francisco Santos à Caracol Radio.
Em resposta às acusações, o ministro do Interior venezuelano, Tarek el-Aissami, disse que a apreensão de tais armas com as Farc faz parte de um ”novo show midiático”.
Estranhamento antigo
A decisão da Venezuela de retirar seu embaixador também é uma resposta ao fato de a Colômbia estar em processo de acordo para a instalação de pelo menos três bases norte-americanas em seu território. Na semana passada ele já havia anunciado que sua equipe deveria reavaliar a relação com o país vizinho.
“Se o governo da Colômbia não tem respeito pelos vizinhos, é por que não se importam com as relações com eles. Se decidiram abrir as relações para que os EUA instalem não se sabe quantas bases (…) esta é uma agressão. Estão demonstrando que seus vizinhos não valem um pepino. Isto é vergonhoso”, apontou, Chávez, ontem, sobre o acordo de cooperação militar entre EUA e Colômbia.
De acordo com o venezuelano, os Estados Unidos querem que a Colômbia “seja a Israel da América Latina” e, da mesma forma que o Estado judeu impede a unidade árabe, os colombianos bloqueiam a “união do mundo latino-americano”. Chávez concluiu: “A Colômbia é um braço do império”.
A tensão entre a Venezuela e a Colômbia não é um problema que surge de forma isolada agora. Ela atingiu seu clímax em março do ano passado, quando o continente esteve à beira de um grave conflito, após o ataque colombiano contra um acampamento das Farc em território do Equador.
As relações entre os dois países, que compartilham uma fronteira de 2.219 quilômetros, pareciam ter melhorado no início deste ano, depois que Chávez e Uribe reuniram-se para discutir questões de energia e comércio bilateral.
Embora Chávez tenha manifestado a possibilidade de cortar de vez o relacionamento com Colômbia, uma entrave a isso pode ser o fato de que o país governado por Uribe é o segundo maior exportador de alimentos para a Venezuela, depois dos Estados Unidos, com o comércio alcançando 7,4 bilhões bilhões em 2008.
Com agências
Categorias: América Latina




