la escuela de las Américas
30/06/2009 · Deixe um comentário
Categorias: vídeos e clipes
Honduras: la futilidad del golpe
30/06/2009 · Deixe um comentário
do blog do atílio Boron
La historia se repite, y muy probablemente concluya de la misma manera. El golpe de estado en Honduras es una re-edición del que se perpetrara en Abril del 2002 en Venezuela y del que fuera abortado ante la fulminante reacción de varios gobiernos de la región en Bolivia el año pasado.
Un presidente violentamente secuestrado en horas de la madrugada por militares encapuchados, siguiendo al pie de la letra lo indicado por el Manual de Operaciones de la CIA y la Escuela de las Américas para los escuadrones de la muerte; una carta de renuncia apócrifa que se dio a conocer con el propósito de engañar y desmovilizar a la población y que fue de inmediato retransmitida a todo el mundo por la CNN sin antes confirmar la veracidad de la noticia; la reacción del pueblo que conciente de la maniobra sale a la calle a detener los tanques y los vehículos del Ejército a mano limpia y a exigir el retorno de Zelaya a la presidencia; el corte de la energía eléctrica para impedir el funcionamiento de la radio y la televisión y sembrar la confusión y el desánimo. Como en Venezuela, ni bien encarcelaron a Hugo Chávez los golpistas instalaron un nuevo presidente: Pedro Francisco Carmona, a quien la inventiva popular lo rebautizó como “el efímero.” Quien desempeña su rol en Honduras es el presidente del Congreso unicameral de ese país, Roberto Micheletti, quien juró este domingo como mandatario provisional y sólo un milagro le impediría correr la misma suerte que su predecesor venezolano.
Lo ocurrido en Honduras pone de manifiesto la resistencia que provoca en las estructuras tradicionales de poder cualquier tentativa de profundizar la vida democrática. Bastó que el Presidente Zelaya decidiera llamar a una consulta popular -apoyada con la firma de más de 400.000 ciudadanos- sobre una futura convocatoria a una Asamblea Constitucional para que los distintos dispositivos institucionales del estado se movilizaran para impedirlo, desmintiendo de ese modo su supuesto carácter democrático: el Congreso ordenó la destitución del presidente y un fallo de la Corte Suprema convalidó el golpe de estado. Fue nada menos que este tribunal quien emitió la orden de secuestro y expulsión del país del Presidente Zelaya, prohijando como lo hizo a lo largo de toda la semana la conducta sediciosa de las Fuerzas Armadas.
Zelaya no ha renunciado ni ha solicitado asilo político en Costa Rica. Fue secuestrado y expatriado, y el pueblo ha salido a la calle a defender a su gobierno. Las declaraciones que logran salir de Honduras son clarísimas en ese sentido, especialmente la del líder mundial de Vía Campesina, Rafael Alegría. Los gobiernos de la región han repudiado al golpismo y en el mismo sentido se ha manifestado Barack Obama al decir que Zelaya “es el único presidente de Honduras que reconozco y quiero dejarlo muy claro”. (mais…)
Categorias: América Latina
Não apoio o GOLPE !!!!!!!
30/06/2009 · Deixe um comentário
do blog cronicas e criticas da América Latina
Acompanhe o noticiário sobre Honduras transmitido pela TELESUR:
http://www.telesurtv.net/noticias/canal/senalenvivo.php
Categorias: América Latina
CRISTINA KIRCHNER IRÁ ACOMPANHAR ZELAYA EM RETORNO A HONDURAS
30/06/2009 · Deixe um comentário
do site da ANSA
BUENOS AIRES, 30 JUN (ANSA) –
A presidente argentina, Cristina Kirchner, acompanhará o mandatário deposto de Honduras, Manuel Zelaya, em seu retorno ao país, previsto para a próxima quinta-feira. A informação foi confirmada por fontes oficiais à agência DyN.
Zelaya, que estava na Nicarágua ontem, anunciou durante um encontro com representantes do Grupo do Rio, que retornaria ao seu país na quinta-feira. “Gostem ou não os golpistas, voltarei na quinta-feira”, insistiu.
Ontem, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, também se ofereceu para acompanhá-lo.
O presidente hondurenho foi vítima de um golpe de Estado no último domingo, dia em que promoveria em todo o país um referendo sobre uma reforma na Constituição. A consulta popular era considerada ilegal pela Justiça, Parlamento e Promotoria do país, que ordenaram às Forças Armadas a não a apoiarem.
Antes do início do turno, Zelaya foi retirado do país e enviado à Costa Rica, onde recebeu apoio da comunidade internacional. Desde a noite de domingo, ele estava na Nicarágua, onde se reunia com líderes da América Latina.
Hoje, espera-se a participação de Zelaya na Assembleia Geral da ONU. Ele foi convidado a discursar no evento pelo presidente do órgão, Miguel D’Escoto. (ANSA)
30/06/2009 12:26
Categorias: América Latina
ZELAYA AGRADECE A ONU POR CONDENAÇÃO A GOLPE EM HONDURAS
30/06/2009 · Deixe um comentário
do site da ANSA
NOVA YORK, 30 JUN (ANSA) –
O presidente destituído de Honduras Manuel Zelaya considerou hoje como “histórica” a resolução da Organização das Nações Unidas de condenação ao golpe de Estado do qual foi vítima no último domingo.
Zelaya, em discurso ante a Assembleia Geral da ONU, afirmou que “esta resolução é histórica” e ratificou que decisões como esta dão “força até o último cidadão do mundo para brigar pelas grandes conquistas da humanidade, pelo direito à vida, à liberdade, à justiça”.
O mandatário, retirado à força de seu país por militares no último domingo, ratificou que continuará a lutar “pelo bem comum”, em busca de “um objetivo melhor, pelo qual todos estamos comprometidos, em defesa de nós mesmos”, mesmo que “ainda existam os que desprezam estas conquistas, que acreditam que o uso da força e da violência devem continuar prevalecendo”.
Citando os líderes dos blocos regionais — Organização dos Estados Americanos (OEA), União das Nações Sul-Americanas (Unasul), Grupo do Rio (formado por mais e 20 países da região), Aliança Bolivariana para os povos da América (Alba), Zelaya agradeceu a todos pelo apoio e pela condenação “unânime” contra a ação cometida em seu país.
“Hoje, esta decisão vem a somar ao que já haviam feito os países da América”, disse o hondurenho, que pediu também que sejam traçados “os passos para o futuro”.
O mandatário deposto foi levado à Costa Rica, onde logo recebeu as primeiras manifestações de apoio.
Ontem, na Nicarágua, ele se reuniu com os membros do Sistema de Integração Centro-Americano (Sica), da Alba e do Grupo do Rio, que também ratificaram apoio ao governo democraticamente eleito pelo povo hondurenho. (ANSA)
30/06/2009 14:51
Categorias: América Latina
Mais de mil sindicalistas acompanham votação da PEC que reduz jornada
30/06/2009 · Deixe um comentário
DO PORTAL CTB
| 30/06/2009 | |
| Mais de mil sindicalistas estão no Congresso Nacional acompanhando a votação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que reduz a jornada de trabalho em quatro horas (para 40 horas semanais) sem redução de salários, segundo informações do vice-presidente da CTB, Nivaldo Santana. O auditório Nereu Ramos, o maior da Câmara Federal, estava superlotado no momento (14h30) em que a comissão especial começou a apreciar a questão. A expectativa é de que até o final da tarde desta terça-feira (30) o processo de votação esteja concluído.
Os trabalhadores e trabalhadoras estão confiantes de que o relatório do deputado Vicentinho (PT-SP), favorável à PEC, seja aprovado. Na opinião de Santana, “a unidade das centrais e a mobilização das lideranças é fundamental para garantir nossa vitória”. A proposta é dos senadores Inácio Arruda e Paulo Paim. Além de diminuir a jornada, a PEC aumenta o valor da hora extra de 50% para 75%, com o objetivo de reduzir as horas extras para potencializar a criação de novos postos de trabalho. O Dieese estima que a redução de 4 horas na jornada de trabalho deve gerar 2,5 milhões de novos empregos, mas este impacto altamente positivo sobre o mercado de trabalho pode ser sensivelmente diminuído ou mesmo frustrado se não houver um controle mais rigoroso das horas extras. Isto ficou evidente após a redução da jornada (de 48 para 44 horas semanais) instituída pela Constituição de 1988. O patronato reagiu intensificando as horas extras e o resultado líquido em termos de novos empregos ficou bem aquém das expectativas, pois na prática as horas de trabalho suplementares significaram um aumento da jornada média que anulou a mudança introduzida pelos constituintes. Milhões de empregos “Já li parte do relatório e o voto será lido nesta terça-feira (30), quando deveremos votar. No texto me posiciono a favor da redução da jornada que, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), permitirá a criação de 2,5 milhões de empregos”, disse Vicentinho. E acrescenta que: “Além disso, a redução é importante para a melhorar a saúde do trabalhador, diminuir os acidentes de trabalho e estimular que o funcionário possa fazer cursos de aprimoramento.” As centrais sindicais - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Força Sindical, Nova Central e União Geral dos Trabalhadores (UGT) – distribuíram uma carta aos parlamentares enfatizando a importância da redução da jornada de trabalho sem redução de salário. Depois de aprovada na comissão especial a matéria seguirá para análise do plenário da Câmara, onde será votada em dois turnos. A reunião da comissão especial foi marcada para o Auditório Nereu Ramos para dar espaço aos apoiadores da proposta, que, no dia 16, durante a leitura do parecer, lotaram o auditório da comissão. Na leitura de seu parecer, o relator apresentou um resumo das audiências públicas realizadas pelo colegiado. Nas audiências, foram ouvidos empresários, representantes dos trabalhadores e também do Poder Judiciário. Importância da votação Durante as audiências alguns parlamentares que, em princípio não tinham opinião formada sobre a redução da jornada, modificaram sua posição no mérito da questão. Entre eles está o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que declarou à assessoria do DIAP apoio à matéria com base nas discussões desenvolvidas no colegiado. A aprovação da proposta na comissão será um importante passo para o movimento sindical, pois a PEC não mais poderá ser arquivada; ficará na pauta do plenário até que seja votada. Na opinião do presidente da CTB, Wagner Gomes, “a redução da jornada, bandeira história da classe trabalhadora, é um tema que tem mais relevância neste momento em função da crise econômica mundial e do avanço do desemprego no Brasil”. |
Categorias: CTB
O eixo do caos – Emir Sader
30/06/2009 · Deixe um comentário
da agência Carta maior
A exportação dos seus problemas é uma das características da estratégia imperial dos EUA. É o complemento indispensável da “missão civilizadora” que se atribui como potência pelo mundo afora. Não houvesse um mundo selvagem fora, não se poderia justificar a ação “civilizatória” que os EUA reivindicam.
Em janeiro de 2002, George W. Bush, então presidente dos EUA, anunciou a existência de um “eixo do mal”, que promoveria o terrorismo, os ajudaria a obter armas de destruição em massa, etc., etc. Três países seriam os membros mais importantes desse eixo: Irã, Iraque e Coréia do Norte. As duas “guerras infinitas” a que se meteu os EUA se fundavam nesse enfoque: invasões do Afeganistão e do Iraque.
Agora, sem que se tenha fechado esse período, os ideólogos da doutrinas das “guerras preventivas” apontam para um novo eixo: o “eixo do caos”. É o que anuncia Niall Ferguson, intelectual orgânico da estratégia norte-americana, na edição espanhola do Foreign Policy. Esse novo eixo contaria com “pelo menos nove membros e talvez mais”. Estariam unidos “pela perversidade de suas intenções assim como por sua instabilidade, que a crise financeira só faz piorar a cada dia”.
Segundo Ferguson, a “turbulência brutal” que caracterizaria o mundo atual teria três causas primárias: a desintegração étnica, a volatilidade econômica e o declínio dos impérios. No Oriente Médio os três fatores estaria fortemente concentrados, justificando, segundo ele, sua situação explosiva.
A revista seleciona três casos dessa lista “caótica”: Somália (“a anarquia interminável”), Rússia (“o novo estilo agressivo) e México (“as misérias causadas pela guerra do narcotráfico”). São três casos de uma lista de nove membros do suposto eixo do caos.
Gaza, a partir da frustrada ofensiva militar de Israel, viu piorar suas condições econômicas e sociais, ao mesmo tempo que fortaleceu o Hamas e enfraqueceu as forças consideradas moderadas – como o Fatah e o Egito, ao mesmo tempo que favoreciam a eleição de um governo de direita radical em Israel, dificultando mais ainda qualquer nova iniciativa de paz na região.
Claro que o Irã faz parte também desta lista, porque apoiaria às forças desestabilizadoras na região – Hezbolah no Libano, Hamas na Palestina -, possuindo armamento nuclear, enquanto sofre os efeitos da crise econômica internacional e da baixa do preço do petróleo.
O Afeganistão, evidentemente, seria outro pivô do eixo do caos, agora fazendo um casal inseparável com Paquistão. Os governos dos dois países estariam “entre os mais fracos que existem”, envolvidos entre taliban e armamento nuclear.
Outros membros do eixo seriam a Indonésia, a Turquia e a Tailândia, onde a crise exacerba os conflitos internos. Mas usar estes critérios permite estender a lista muito mais, então se fala da pirataria na Somália, na guerra na República Democrática do Congo, na violência em Darfur e em Zimbabwe. E se ameaça: “Não é arriscado dizer que a lista vai aumentar ainda este ano.” O diagnóstico remeteria a três fatores, que se articulariam entre si: “a volatilidade econômica, mais a desintegração étnica, mais um império em declive: a combinação mais letal que existe em geopolítica.” O que apontaria para o inicio de uma “era do caos”.
Os casos escolhidos servem como exemplos. A Somália seria “o lugar mais perigoso do mundo”, um “Estado governado pela anarquia, um cemitério de fracassos em política exterior que só conheceu seis meses de paz nos últimos vinte anos”, onde “o caos interminável do país ameaça devorar toda uma região.”
Na Rússia, “Putin baseou seu apoio popular em um Estado autoritário que fez crescer as rendas mais altas e devolveu à Rússia o orgulho de grande potência. Mas a crise está ameaçando tudo. E o que se avizinha pode ser pior.” Já o México estaria em um “estado de guerra”, em que os narcotraficantes “se converteram em uma autêntica insurgência. Só no ano passado a violência cobrou mais vidas do que estadunidenses mortos no Iraque. E o fim parece próximo.”
Da mesma forma que ocorria quando se anunciou “o eixo do mal”, nenhum diagnóstico global para definir o que tem a ver a globalização, a dominação imperial estadunidense, os modelos econômicos neoliberais tem a ver com isso. Se naturaliza o caos. Ele não seria uma das conseqüências da “ordem global”, da “ordem imperial”, da “ordem estadunidense” no mundo.
O terror se combatia com “guerras infinitas”. E esse suposto “caos”, quando os centros do sistema, eles mesmos, geram caos, insegurança, instabilidade, miséria, concentração ainda maior de pode e riqueza, industrias bélicas em crescente expansão? Somente outra ordem, outro mundo, pode diagnosticar e superar o caos – tanto nas periferias, quanto nos centros agonizantes do sistema financeiro global.
Categorias: internacionalismo
Etiquetado: Imperialismo, EUA, Internacional, caos
Chávez reedita jornal criado por Simón Bolívar
30/06/2009 · Deixe um comentário
do portal vermelho
O Correo del Orinoco, criado em 1818 pelo herói venezuelano Simón Bolívar durante a guerra da independência do país, foi reeditado na semana passada pelo governo do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, nas comemorações pelo Dia do Jornalista no país.
A edição “zero” do novo Correo del Orinoco foi publicada pelo Ministério do Poder Popular para a Cultura e distribuído como um encarte do jornal governamental VEA, informou a estatal Agência Bolivariana de Notícias (ABN).
Em seu editorial, escrito por Chávez, lembra que o jornal, criado por Bolívar para promover a luta pela independência, “tem plena pertinência atualmente”. Isso porque o jornal, publicado entre 1818 e 1822, foi lançado para “praticar um jornalismo radicalmente diferente da enganosa e infame Gazeta de Caracas, que agia como instrumento propagandista da causa realista”, argumentou o presidente.
No editorial, Chávez reiterou que a “revolução” bolivariana que lidera há uma década “enfrenta o poder do império”, que através de “transnacionais da informação e veículos de imprensa nacionais desvirtuam e desestabilizam nosso caminho rumo ao socialismo graças a falsidades”.
Chávez acusa diversos veículos de imprensa privados de atuar como partidos de oposição e de divulgar supostas falsidades. A oposição, desmascarada, acusa o chefe de Estado de ser autoritário e “intolerante” diante das críticas da imprensa supostamente “independente”.
Da redação, com informações da Agência Efe
Categorias: América Latina
Etiquetado: correo del urinoco, Hugo Chavez, jornal, simon bolivar, Venezuela



