do blog educação política
AULA DE JORNALISMO: TV CÂMARA CENSURA ENTREVISTA DE LEANDRO FORTES QUE MOSTRA UM GILMAR MENDES QUE A GRANDE MÍDIA NÃO VÊ.
Veja abaixo pequeno trecho da entrevista de Leandro Fortes que foi censurada na TV Câmara. O jornalista atribui a censura ao guardião do estado de direito das algemas, o ministro Gilmar Dantas, segundo Ricardo Noblat.
Na segunda-feira, 8 de Junho, ao meio dia, o ministro libanês do Interior publicou os resultados oficiais das eleições legislativas, anunciando a vitória da maioria cessante, aliada dos Estados Unidos e conhecida sob o nome de “Forças do 14 de Março”, sobre a oposição, aliada da Síria e do Irão e conhecida sob o nome de “Forças do 8 de Março”. A diferença foi de 14 cadeiras: 71 a 57.
Este anúncio pôs fim a um período de escalada confessional que durava há mais de dez meses e cuja consequência foi a exacerbação das divisões que se seguiram à agressão israelense de Julho de 2006 e que se repercutiram em afrontamentos populares e armados generalizados. O ponto culminante foi, sem qualquer dúvida, a batalha de 7 de Maio de 2008 deu lugar ao Acordo de Doha e, a seguir, à lei sob a qual se desenrolaram as eleições de 7 de Junho de 2009.
” Uma entrevista concedida ao jornalista Jean Dumur, em abril de 1964, no Hotel Intercontinental em Genebra, Suiça. Che ocupava o posto de ministro da Indústria de Cuba e estava em Genebra para uma conferencia internacional.
Pelo que se sabe, esta é a única entrevista dada por Che em francês.
Com descontração, Che aponta as questões essenciais sobre a política cubana, principalmente as consequencias do bloqueio americano , a reaproxiamção com a URSS e as perspectivas da extensão da revolução para a América Latina.
Um ano após esta entrevista, Che deixou suas funções ministeriais para organizar a guerra revolucionária na América Latina.
Em 8 de outubro de 1967, foi preso pelo exército boliviano e executado no dia seguinte de sua prisão.” – tradução feita por Márcia Silva
La emisión arranca hoy 20 de mayo y ha sido posible graciasa la ayuda española
GUILLAUME FOURMONT – MADRID – PUBLICO.ES
El muro que separa las Provincias Meridionales, como llama Marruecos la parte del Sahara Occidental bajo su control, de la República Árabe Saharaui Democrática es un conjunto defensivo alzado en pleno desierto que impide todo tipo de relación entre los dos territorios. A partir de hoy, los saharauis separados por este muro podrán sentirse unidos, al menos dos horas al día, gracias a la televisión.
RASD-TV empieza a emitir hoy desde Rabuni, en los campamentos de refugiados de Tinduf, al suroeste de Argelia. “Este medio contribuirá a la sensibilización sobre la causa saharaui y desvelar las graves violaciones perpetradas por Marruecos contra nosotros en los territorios ocupados”, explica el portavoz de información del Frente Polisario, Mohamed Almamy Tamek.
El proyecto tiene cinco años y el canal ya emitía en pruebas desde el año pasado en los campamentos, aunque su lanzamiento por satélite fue aplazado por “presiones políticas que obligaron a rescindir el contrato con Hispasat”, aclara Miguel Castro, vicepresidente de la Asociación Amistad con el Pueblo Saharaui de Sevilla, principal financiador de la nueva televisión. La redacción está formada por saharauis y cuenta con “material analógico donado por canales autonómicos españoles”, añade.
La RASD-TV planea hacer informativos y programas políticos y culturales enhasaniya, dialecto árabe de la zona. Y transmitirá vía terrestre cuatro horas al día y dos horas vía satélite, lo que permitirá a los saharauis que viven en las llamadas Provincias Meridionales seguir la actualidad de los campamentos.
El presidente estadounidense, Barack Obama, expresó a su par ecuatoriano, Rafael Correa, su interés en renovar las relaciones entre ambos países, tras felicitarlo por su reciente reelección, informó hoy la Casa Blanca en un comunicado.
Obama llamó a Correa el miércoles “para felicitarle por su reciente reelección y para elogiar al pueblo de Ecuador por su compromiso con la democracia”, señaló el comunicado.
“El presidente (Obama) manifestó su deseo de profundizar nuestra relación bilateral y mantener un diálogo que pueda garantizar una relación productiva basada en el mutuo respecto”, añadió el texto.
Estados Unidos ya había felicitado a comienzos de mayo al presidente ecuatoriano por su reelección, según un comunicado del Departamento de Estado.
El canciller Fánder Falconi, y el ministro coordinador de Seguridad, Miguel Carvajal, tenían previsto participar este jueves en un debate sobre la situación en su país en el centro de análisis Diálogo Interamericano, en Washington.
Correa fue reelegido en primera vuelta en los comicios del 26 de abril, tras una campaña en la que entre otras cosas rechazó la posibilidad de un tratado de libre comercio con Estados Unidos.
Anistia não é amnésia, disse nesta quarta-feira (30) o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, ao criticar o que chamou de pressão do ministro da Defesa, Nelson Jobim, e de comandantes militares contra a criação da Comissão da Verdade, prevista no Programa Nacional de Direitos Humanos.
O ministro Paulo Vannuchi, de Direitos Humanos, disse que desconhece qualquer pedido de demissão encaminhado ao presidente da República relacionado às divergências entre ele e o titular da pasta da Defesa, Nelson Jobim. "Estive com o presidente da República no dia 23, véspera do Natal, e ele não me falou nada sobre isso", afirmou. Vannuchi não nego […]
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DITADOS POPULARES
-Só sabe o que vai no convento quem vive lá dentro
- Quem tudo quer tudo perde
- Quem dá o que tem a pedir vem
- A morte é certa, a hora é que é incerta
- Mais vale um pássaro na mão que dois voando
- Tu que sabes, eu que sei, cala-te tu que eu me calarei
- Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca
- Se quiser conhecer verdadeiramente um homem, dê-lhe poder
-Não existe nada tão ruim, que não possa ficar pior!
- O que não tem remédio, remediado está
- Censura teus amigos na intimidade e elogia-os em público
- O lobo pode perder os dentes, porém sua natureza jamais
- A galinha da vizinha é sempre melhor que a minha
- Água mole em pedra dura, tando bate até que fura
- Águas passadas não movem Moinhos
- Barriga cheia, companhia desfeita
- Cão que ladra não morde
- A Vingança é um prato que se come frio
- Os olhos são a janela da alma
- Quem desdenha quer comprar
- Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo
- Quem quer faz , quem não quer manda
- Mais vale só, que mal acompanhado
- Mãos frias, coração quente, amor para sempre.
- Muito falar, pouco acertar
- Mulher e sardinha querem-se da pequenina.
- Mais vale prevenir, que remediar.
- De pequenino se torce o pepino.
- De boas intenções, está o Inferno cheio.
- Depois da tempestade vem a bonança.
- Depois de casa roubada trancas à porta.
-Deus escreve direito, por linhas tortas.
- Devagar se vai ao longe
-Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
A INJUSTIÇA PASSEIA PELAS RUAS COM PASSOS SEGUROS
Berthold Brecht
A injustiça passeia pelas ruas com passos seguros.
Os dominadores fazem planos para dez mil anos.
O poder apregoa: as coisas continuarão a ser como são
Nenhuma voz se levanta além da dos que mandam
E em todos os mercados se proclama a exploração;
Isto é apenas o começo.
E entre os oprimidos muitos dizem:
Não se realizará jamais o que queremos!
O que ainda vive não diga: jamais!
O seguro não é seguro. Como está não ficará.
Quando os dominadores falarem
falarão também os dominados.
Quem se atreve a dizer: jamais?
De quem depende a continuação desse domínio?
De nós!
De quem depende a sua destruição?
Igualmente de nós.
Os caídos que se levantem!
Os que estão perdidos que lutem!
Quem reconhece a situação como pode calar-se?
Os vencidos de agora serão os vencedores de amanhã.
Os dominadores fazem planos para dez mil anos.
O poder apregoa: as coisas continuarão a ser como são
Nenhuma voz se levanta além da dos que mandam
E em todos os mercados se proclama a exploração;
Isto é apenas o começo.
E entre os oprimidos muitos dizem:
Não se realizará jamais o que queremos!
O que ainda vive não diga: jamais!
O seguro não é seguro. Como está não ficará.
Quando os dominadores falarem
falarão também os dominados.
Quem se atreve a dizer: jamais?
De quem depende a continuação desse domínio?
De nós!
De quem depende a sua destruição?
Igualmente de nós.
Os caídos que se levantem!
Os que estão perdidos que lutem!
Quem reconhece a situação como pode calar-se?
Os vencidos de agora serão os vencedores de amanhã.
O ANALFABETO POLÍTICO
Bertolt Brecht
"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo."
AS MARGENS
Bertold Brecht
Do rio que tudo arrasta se diz que é violento.
Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem.
Não cultives a fraqueza
Vive o fraco na fraqueza
o bom na sua bondade
vive o firme na firmeza
lutando por liberdade.
Não cultives a fraqueza,
procura sempre ser forte,
que o homem que tem firmeza
não se rende nem à morte.
Educa a tua vontade
faz-te firme: em decisões,
que não terá liberdade
quem não fizer revoluções.
Se queres o mundo melhor
vem cá pôr a tua pedra,
quem da luta fica fora
neste jogo nunca medra.
Francisco Miguel Duarte,
Poeta popular nascido no Alentejo,
Operário sapateiro, filho de camponeses
Meu Maio
A todos que saíram às ruas,
De corpo-máquina cansado,
A todos que imploram feriado
As costas que a terra extenua
Primeiro de Maio!
Meu mundo, em primaveras,
Derrete a neve com sol gaio.
Sou operário - este é meu maio!
Sou camponês - este é o meu mês!
Sou ferro - eis o maio que quero!
Sou terra - o maio é minha era!
Vladimir Maiakovski
A INTERNACIONAL
(L. Eugéne PottierIM. Pierre
Degeyter)
De pé. o vítimas da fome
De pé, famélicos da terra
Da idéia a chama já consome
A crosta bruta que a soterra
Cortai o mal bem pelo fundo
De pé, de pé, não mais senhores
Se nada somos em tal mundo
Sejamos tudo produtores
/:Bem unidos, façamos nesta luta final
uma terra sem amos a Internacional:/
Senhores, patrões, chefes supremos
Nada esperemos de nenhum
Sejamos nós que conquistemos
A terra mãe, livre, comum
Para não ter protestos vãos
Para sair deste antro estreito
Façamos nós com nossas mãos
Tudo o que a nós nos diz respeito
O crime do rico a lei o cobre
O Estado esmaga o oprimido
Não há direito para o pobre
Ao rico tudo é permitido
À opressão não mais sujeitos
Somos iguais todos os seres
Não mais deveres sem direitos
Não mais direitos sem deveres
Abomináveis na grandeza
Os reis da mina e da fornalha
Edificaram a riqueza
Sobre o suor de quem trabalha
Todo o produto de quem sua
A corja rica o recolheu
Querendo que ela o restitua
O povo quer só o que é seu
Nós fomos de fumo embriagados
Paz entre nós, guerra aos senhores
Façamos greve de soldados
Somos irmãos trabalhadores
Se a raça vil cheia de galas
Nos quer à força canibais
Logo verá que nossas balas
São para os nossos generais
Pois somos do povo os ativos
Trabalhador forte e fecundo
Pertence a terra aos produtivos
ó parasita deixa o mundo
ó parasita que te nutres
Do nosso sangue a gotejar
Se nos faltarem os abutres
Não deixa o sol de fulgurar