Márcia e suas leituras

Linda recordação – 8º ano – 2009-

13/06/2009 · Deixe um comentário

Achei a iniciativa desta garotada fantástica. Super criativos e fica uma recordação para a vida inteira.

Não preciso dizer que chorei, pois a letra da música ajudou, talvez eles ainda não tenham idéia que a vida seja muito mais que aqueles momentos alegres e descontraídos de dentro do colégio.

Muitos deles vi pequenos com 6 anos e já estão uns rapazes, é a vida que passa.

Conforme diz na música: …e não há tempo que volte amor, vamos viver tudo que há pra viver, vamos nos permitir….

Aproveitem a adolescencia galera , mas com notas melhores…

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Mahmoud Ahmadinejad diz que eleição foi ‘livre e saudável’

13/06/2009 · 1 Comentário

Presidente conservador se defendeu em discurso na televisão.

Milhares de eleitores de Mir Hussein Moussavi protestam resultado.

Do G1, em São Paulo, com agências

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O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou neste sábado (13) que a eleição em que ele garantiu outro mandato de quatro anos foi “livre e saudável”, rejeitando alegações de irregularidades feitas por seu adversário Mirhossein Mousavi.

“As pessoas votaram pelas minhas políticas”, disse o presidente conservador em um discurso na televisão estatal um dia depois da eleição.

“O povo iraniano tinha duas opções: voltar ao passado ou olhar para o futuro, ou seja, continuar o caminho de hoje. Felizmente, o grande povo escolheu o caminho do futuro, da grandeza e do despertar, e isto é uma grande vitória”, ressaltou.

O presidente ultraconservador pediu aos adversários que reconheçam a derrota.

Protestos

Milhares de eleitores do candidato reformista Mir Hussein Moussavi se reuniram no centro de Teerã para pedir a anulação das eleições presidenciais desta sexta-feira (12), vencidas pelo atual chefe de Estado iraniano, o conservador Mahmoud Ahmadinejad. O clima na capital ficou tenso, e houve confrontos com eleitores do presidente reeleito, segundo a agência Reuters.

Foto: Olivier Laban-Mattei/AFP

Olivier Laban-Mattei/AFP
Apoiador do candidato derrotado Mir Hossein Mousavi protesta em Teerã (Foto: Olivier Laban-Mattei/AFP)

Os manifestantes, que carregavam fotos de Moussavi e bandeiras verdes – a cor da oposição -, resistiam às tentativas da polícia de dispersá-los. “Este não foi meu voto”, gritavam os eleitores insatisfeiros com a vitória de Ahmadinejad, que recebeu mais de 60% dos votos, segundo os resultados oficiais.

Foto: Reuters

Partidários do candidato reformista Mir Hussein Moussavi protestam contra a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad para a Presidência do Irã, em Teerã (Foto: AP)
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Uma testemunha relatou ter visto dois homens sendo carregados após brigas. Segundo a Reuters, cerca de 2.000 pessoas sentaram no meio de uma rua gritando palavras de ordem e protestando contra o resultado. A polícia usou cassetetes para dispersar a multidão.

Foto: AP

Polícia iraniana tenta dispersar protesto contra a reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad em Teerã (Foto: AP)

Após a apuração das cédulas, o presidente foi reeleito com 62,63% dos votos, segundo o ministro do Interior, Sadegh Mahsuli. Ahmadinejad recebeu 24.527.516 dos votos, contra pouco mais de 13 milhões (33,75%) do reformista Moussavi, que ficou em segundo lugar. Os outros candidatos não chegaram nem a 2%.


O líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, deu respaldo ao presidente, confirmando sua vitória. em uma mensagem transmitida pela TV local, Khamenei citou os mais de 24 milhões de votos para alegar que o povo iraniano apoia o regime do país. “O escolhido e respeitado presidente é o presidente de toda a nação iraniana, e todos, incluindo os concorrentes de ontem, devem unanimemente apoiá-lo e ajudá-lo”, disse, pedindo que os derrotados evitem provocar problemas.

‘Vitória cantada’

Após o fechamento das urnas na eleição desta sexta-feira (12), o governo e o principal candidato da oposição ‘cantaram vitória’. Depois de anunciada a reeleição de Ahmadinejad, o reformista Moussavi protestou e pediu que a eleição fosse anulada.

O governo anunciou a vitória de Ahmadinejad por intermédio da agência estatal Irna, 40 mintutos depois de Moussavi ter garantido que havia vencido e denunciado irregularidades na votação.

“Sou o vencedor definitivo da eleição presidencial”, disse Moussavi em entrevista em Teerã. Seu partido disse ter conseguido 65% dos votos, o que daria a vitória em primeiro turno.

O ex-primeiro-ministro também denunciou que muitos eleitores não puderam exercer seu direito ao voto porque os colégios fecharam cedo demais.

“Há muita gente que ficou na rua sem poder votar. Ficamos sabendo de centros eleitorais que, apesar da ampliação do horário, foram fechados”, afirmou. Moussavi disse que houve outras muitas irregularidades, mas que mesmo assim o povo iraniano votou.

Segundo o governo, o comparecimento às urnas foi de 85% dos 46 milhões de iranianos habilitados para votar

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Por que e a quem o blog da Petrobras incomoda?

13/06/2009 · Deixe um comentário

do site carta maior

A imprensa mercantil – aquela dirigida por oligarquias familiares de empresas fundadas no lucro das grandes publicidades privadas – está profundamente incomodada com o blog da Petrobras. Diz que se ofende aos órgãos de imprensa, revelando as perguntas enviadas pelas empresas da mídia à Petrobras, se sente como que violada na sua privacidade (?) quando o blog responde as acusações (que vida de regra, como fica claro, são simples insinuações sem nenhum fundamento na realidade).

Por que órgãos de imprensa, que supostamente estariam interessados na melhor e maior difusão informativa, se sentem incomodados com um blog que dá o ponto de vista da maior empresa brasileira e uma das maiores do mundo, empresa estatal, que deve – não apenas agora, mas sistematicamente – regularmente dar conta da sua atuação, pelo próprio caráter publico da instituição?Acontece que essa mídia empresarial quer continuar sendo o único instrumento de intermediação entre os governantes e o povo, entre o Estado e a opinião pública. Quer ser o filtro que decida que projetos do governo devem ser difundidos e com que versão. Q

ue declarações de governantes ou parlamentares devem chegar ao povo e sob que forma. Que temas são essenciais ao país e como devem ser encarados. Querem ocupar um lugar de monopólio na formação da opinião pública, o que lhes permitiu, ao longo do tempo, dar as pautas ideológicas e políticas do país.

Grande parte do que se publica na mídia mercantil são simples insinuações, mas que ganha ares de verdade se não são imediatamente respondidas por argumentos reais. Isto é inassimilável para a imprensa privada, porque ela vive disso – de transformar insinuações em supostas verdades., (Reveja-se a lista de supostos escândalos que alimentou do governo Lula – do aerolula ao apoio de Cuba à campanha eleitoral de Lula, entre tantos outros -, de que nunca se autocriticaram quando se revelaram mentirosas.)

Por isso acreditam que criam uma opinião pública que tem sido sistematicamente derrotada pelo governo – como tem acontecido na maioria dos outros países da região – e que as pesquisas revelam como reduzidas a cerca de 5% de rejeição do governo. A isso se reduzem e querem falar “em nome do país”, quando falam em nome da família que os dirige, dos funcionários que de forma absolutamente autoritária e não democráticas contratam para escrever e falar e dos grandes interesses econômicos que os mantêm.

Que se multipliquem os blogs alternativos – estatais e públicos não governamentais -, para quebrar esse monopólio fundado no dinheiro e na mentira, para que fiquem reduzidos ao que são – órgãos da ditadura privada do dinheiro e da opinião mercantil – e que se possa construir no Brasil uma opinião pública democrática e pluralista, sem a qual nunca seremos um país democrático e soberano.

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