Márcia e suas leituras

Brics discutirão moeda; Brasil e China eliminam dólar

02/06/2009 · Deixe um comentário

do portal vermelho

Os líderes das maiores economias “emergentes” do mundo (os Brics, Brasil, Rússia, Índia e China) podem discutir a ideia de uma moeda supranacional neste mês, quando se reunirem em uma cúpula na Rússia, disse a porta-voz do presidente russo Dmitry Medvedev, Natalya Timakova. O ministro brasileiro Mangabeira Unger participou de reunião preparatória.  

Quando questionada sobre se a cúpula discutirá formas de reduzir a dependência do dólar, ela respondeu que ‘’se algum dos participantes (do Bric) levantar a questão, então eu não excluo (uma discussão sobre o assunto)”. A Rússia propôs a criação de uma nova moeda mundial que seria emitida por instituições financeiras internacionais para diminuir a dependência do dólar. Líderes de Brasil, Rússia, Índia e China, que formam o Bric, irão se reunir na Rússia em 16 de junho para a primeira cúpula desde que a crise global derrubou suas economias.

 Os presidentes dessas quatro grandes economias “emergentes” se reunirão na cidade russa de Ekaterimburgo e manterão uma ”ampla discussão sobre a agenda econômica e política internacional”, como disse o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência, Roberto Mangabeira Unger.  Ele participou de reunião preparatória realizada na semana passada em Moscou e explicou que a agenda abrangerá a reforma das instituições internacionais, o regime mundial de comércio, o papel do dólar como moeda de referência, a mudança climática e os biocombustíveis, entre outros assuntos. 

”Há uma grande preocupação com o futuro do dólar dentro da atual crise financeira global”, declarou Unger. No entanto, esclareceu que o debate dentro do grupo Bric só se coloca ”do ponto de vista da análise”, por isso que ”não se deve esperar” que Brasil, China, Índia e Rússia formulem algum tipo de proposta concreta em Ekaterimburgo. 

Mecanismos próprios 

O assessor presidencial indicou que a ”preocupação” em relação ao dólar é compartilhada pelos países do Bric, mas também que existe consenso no sentido de que ”não se pode permitir que o debate agrave a volatibilidade” gerada pela crise na divisa americana. Quanto às possíveis alternativas futuras ao dólar, que ”não são para um curto prazo”, Mangabeira Unger citou o estabelecimento de uma bolsa de moedas ou os Direitos Especiais de Giro do Fundo Monetário Internacional (FMI).

 Também disse que, no futuro, pelo menos os Brics poderiam usar mecanismos próprios, como um ”experimento” que Brasil e China iniciaram este ano e que aponta utilizar suas próprias divisas no comércio bilateral. No entanto, admitiu que dentro do grupo ainda se está ”muito longe de formular um plano ou um programa comum” de ações e indicou que atualmente o que se tenta é identificar ”atitudes” e ”opiniões” que possam ser compartilhadas. 

Comércio com a China

 De acordo com Mangabeira Unger, há algumas semanas o Brasil já vem realizando com a China, em caráter experimental, operações de compensação de moedas no seu comércio bilateral. Segundo Mangabeira, todas as noites os bancos centrais brasileiro e chinês fazem as compensações em reais e yuans, sem precisar passar pela conversão ao dólar. A operação é chamada tecnicamente de ”nigthly clearing”.

 A experiência é feita apenas entre os bancos centrais e não envolve empresas.
“O objetivo é ganhar experiência”, disse o ministro. O ministro afirmou que existem duas possibilidades colocadas na mesa. A primeira seria a substituição do dólar por uma cesta de moedas de reservas. A outra seria a criação de um mecanismo de ”quase-moeda”, os chamados ”direitos especiais de saque”.

 Mangabeira disse, entretanto que ”a discussão é delicada, pois pode levar à depreciação ainda maior da moeda norte-americana no mundo. Mas tem de ser feita”. Mangabeira Unger disse ainda que recebeu a informação do presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles.Ele ressaltou que ainda há ”um problema grave de transição”, mas, salientou que ”é preciso avançar, com máximo de cautela e prudência, sem presas”. ”Mas não é possível sonegar um debate que já começou”, destacou.

 Com agências 

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Ideli comemora resultados positivos para o governo federal em pesquisas de opinião

02/06/2009 · Deixe um comentário

da agência senado federal

PLENÁRIO / Pronunciamentos

 Primeira a discursar na sessão deliberativa desta terça-feira (2), a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) comemorou os resultados positivos para o governo federal em recentes pesquisas de opinião. Pesquisa da Vox Populi, exemplificou Ideli, mostrou que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, tem entre 19% e 25% das intenções de voto para presidente da República e que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu avaliação positiva de 87% dos pesquisados. Além disso, essa pesquisa também mostrou que 67% da população se dizem satisfeitos ou muito satisfeitos com o país atualmente.

A pesquisa do Instituto Datafolha, continuou a senadora, mostrou que a ministra Dilma Rousseff teria 16% dos votos para presidente, se seu principal concorrente fosse o atual governador de São Paulo, José Serra. Essa pesquisa mostrou ainda que 41% dos entrevistados estariam dispostos a votar no candidato à presidência da República apoiado pelo presidente Lula.

Já a pesquisa da CNT/Census, comentou Ideli, mostrou que 84% aprovam o governo Lula. Quanto à próxima eleição presidencial, essa pesquisa mostra a ministra Dilma com 5,4% de votos espontâneos (quando o pesquisador não apresenta candidatos) e o governador Serra com 5,7% de votos espontâneos. Na chamada pesquisa estimulada (quando o pesquisador apresenta os nomes dos candidatos) Dilma aparece com 23,5% dos votos e Serra com 40,4%.

Ideli disse que esses resultados são importantes tanto para o governo federal quanto para o PT, por demonstrar a manutenção da aprovação positiva do governo Lula e o crescimento das intenções de voto na ministra Dilma.
Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Intensificação do trabalho tem provocado doenças “coletivas”

02/06/2009 · Deixe um comentário

do blog do velho comunista

Repórter Brasil
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Cobranças que se aproximam do assédio moral, metas extremamente puxadas, ritmo acelerado e pagamento por produção. Essas são algumas das práticas que vêm sendo utilizadas pelos empregadores brasileiro apresentadas durante o seminário “O processo de intensificação do trabalho sob diferentes olhares”, realizado nesta quarta-feira (27), pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), órgão vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
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A intensificação do trabalho traz consequências para a saúde dos empregados: estudos apontam que novas doenças estão sendo desenvolvidas no trabalho. Não se tratam de doenças individuais, ou seja, sua origem, destacam especialistas no tema, se encontra na organização do trabalho. “Em muitas ocupações, a organização é muito parecida. Há sempre o controle do tempo e a cobrança por maior produção com menor custo. Elementos da organização industrial são utilizados também no setor de serviços”, aponta Selma Venco, socióloga da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
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O tema da intensificação do trabalho não é muito debatido, principalmente entre as empresas. “Elas não querem evidenciar o assunto”, aponta Leda Leal Ferreira, ergonomista da Fundacentro. A pesquisadora lembra que, para o movimento sindical, o assunto não é prioridade diante das duas principais bandeiras das entidades: aumento de salários e manutenção dos empregos. (mais…)

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Destroços encontrados são do Voo 447, diz Jobim

02/06/2009 · 1 Comentário

do site do estadão

Ministro afirmou que as investigações ficam sob responsabilidade da França.
Brasil cuidará do resgate

Rita Cirne, da Central de Notícias

SÃO PAULO – O ministro da Defesa, Nelson Jobim afirmou que foram identificados diversos materiais que compõem uma aeronave (fios e metais) em uma faixa de cinco quilômetros de extensão, localizada a 1.200 quilômetros do Recife, próximo aos arquipélagos de São Pedro e São Paulo, dentro dos limites territoriais brasileiros. Em entrevista coletiva no Windsor, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, ele disse que já não há mais dúvidas de que os destroços são do Airbus A330, que desapareceu na noite de domingo, dia 31, nas proximidades da costa brasileira. O avião da companhia Air France fazia o Voo 447 Rio-Paris e deveria ter chegado ao seu destina na segunda-feira, dia 1º, às 6h (horário de Brasília).

“Avistamos uma faixa de cinco quilômetros de destroços, o que confirma que o avião caiu naquele local.” Ele destacou que as buscas estarão concentradas, a partir de agora, no local onde foram avistados os destroços. O ministro evitou falar nas hipóteses que levaram à queda do avião nessa região. Segundo ele, mesmo com os destroços de avião visualizados na superfície do oceano, é impossível dizer se o Airbus da Air France explodiu no ar.
Dois navios-patrulha da Marinha brasileira chegarão ao local na quarta-feira, 3, por volta das 11 horas, com equipe de mergulhadores e equipamentos próprios para resgate. Jobim informou que o que for localizado pela Aeronáutica e pela Marinha deverá ser transportado, por navios, até um local que fica a 400 quilômetros de Fernando de Noronha. De lá, helicópteros transportarão o material até Fernando de Noronha, onde peritos da Polícia Federal e do Instituto Médico Legal (IML) realizarão uma perícia. Segundo ele, a demora para chegar ao local ocorre porque que os barcos se deslocam a uma velocidade equivalente a 30 km/h.
Jobim disse que já solicitou ao Ministério das Relações Exteriores que comunique ao governo francês que o governo brasileiro vai começar as buscas dos corpos, os quais serão encaminhados para Recife. “Não vamos disputar nada com ninguém, temos uma parceria com a França nessas buscas. Ficou claro que os corpos, se encontrados, serão conduzidos para Fernando de Noronha e para Recife num segundo momento”, disse o ministro. Os navios da Marinha estarão equipado com botes salva-vidas para o caso de serem encontrados sobreviventes.
As investigações sobre as causas do acidente serão conduzidas pela França, afirmou Jobim. De acordo com ele, convenção da Organização de Aviação Civil Internacional da ONU determina que as investigações sejam conduzidas pelo país de registro da aeronave. Jobim acrescentou, no entanto, que todos os países que tinham passageiros dentro do voo devem colaborar com o trabalho. Perguntado se acreditava na hipótese de haver sobreviventes, o ministro afirmou: “Não trabalho com hipóteses”. Ele reiterou que não há prazo para encerrar as buscas.
Sobre a caixa preta, o ministro admitiu que a busca será um trabalho “de grande dificuldade”. Isso porque segundo ele, trata-se de uma região com profundidade de 2 mil a 3 mil metros.

Destroços

Aviões da Força Aérea Brasileira visualizaram nesta terça-feira, 2, destroços de uma aeronave no oceano Atlântico a cerca de 650 quilômetros de Fernando Noronha durante operação de buscas da jato da Air France que desapareceu com 228 pessoas a bordo. “Foram encontradas peças metálicas e não-metálicas, incluindo poltronas”, disse à Reuters por telefone o chefe de relações de imprensa da Aeronáutica, o tenente-coronel Henry Wilson.
Entre os objetos estavam uma poltrona de avião, pequenos pedaços brancos, uma bóia laranja, um tambor, além de vestígios de óleo e querosene, informou a FAB em comunicado.
Um navio mercante holandês que estava em rota comercial desviou seu trajeto a pedido da Marinha e chegou ao local onde a FAB avistou os destroços, informou a Marinha, acrescentando que por enquanto a embarcação não relatou ter encontrado nada. Outros dois navios mercantes estavam a caminho do mesmo local. “Navios mercantes têm uma função específica de recolher sobreviventes, mas podem também nos passar informações se avistarem algum destroço”, disse Henrique Afonso.

Voo 447

O Voo 447 levava 126 homens, 82 mulheres, 7 crianças e um bebê, além dos 12 tripulantes – 3 tripulantes técnicos e 9 comissários. Segundo a companhia, a aeronave entrou em funcionamento em 2005 e recebeu manutenção pela última vez em 16 de abril deste ano. O acidente é o mais grave da história da empresa, caso não sejam encontrados sobreviventes.
Segundo a relação divulgada pela Air France, dos passageiros do Airbus desaparecido, são 61 franceses e 58 brasileiros. Porém, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que a Polícia Federal apurou que 52 brasileiros estavam no voo – mais tarde alteraram o número para 57 -, e muitos desses passageiros têm dupla nacionalidade – brasileiros com naturalidade francesa e vice-versa -, o que dificulta o trabalho de checagem na lista de passageiros, que está sendo feito com ajuda da Polícia Federal.
Além disso, viajavam 26 alemães, nove italianos, seis suíços, cinco libaneses, quatro húngaros, três eslovacos, três noruegueses, três irlandeses, dois americanos, dois espanhóis, dois marroquinos e dois poloneses. Havia também um cidadão de cada um dos seguintes países: África do Sul, Argentina, Áustria, Bélgica, Canadá, Croácia, Dinamarca, Islândia, Estônia, Gâmbia, Holanda, Filipinas, Romênia, Rússia, Suécia e Turquia. Ainda não há previsão para a divulgação da lista com o nome dos passageiros.

Causas

Os motivos para o desaparecimento do Airbus A330 da Air France seguem desconhecidos. A Air France fez um relato das horas seguintes a sua decolagem do aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro, às 19h (Brasília), de domingo. Segundo a companhia, o avião atravessou uma zona de tempestades e turbulências fortes que poderiam ter afetado seus circuitos elétricos. Durante o voo, a 1.228 quilômetros de Natal, a aeronave informou perda de pressurização. O diretor de comunicação da companhia, François Brousse, declarou que também é possível que o avião tenha sido atingido por um raio.
Outra possível causa é a condição climática da região onde o avião teria desaparecido. Trata-se da chamada zona de convergência intertropical, onde há a formação de muitas áreas de instabilidade, com raios e tempestades. De acordo com a meteorologista da Climatempo, Fabiana Weykamp, esta hipótese não pode ser descartada, mas ela destaca que esta zona de convergência intertropical é muito conhecida de pilotos e companhias aéreas. Portanto, esta instabilidade da região seria levada em conta no plano de voo da aeronave da Air France.
A falta de explicações para o acidente obrigou o diretor-presidente da Air France, Pierre-Henri Gourgeon, e o ministro da Ecologia e dos Transportes da França, Jean-Louis Borloo, a admitirem, ainda na noite de ontem, que a hipótese de ato terrorista não está sendo ignorada. “Nada pode ser descartado”, afirmou Borloo. Embora o Brasil não seja alvo de ações terroristas, a França é, constantemente, objeto de ameaças provenientes de grupos islâmicos extremistas.
Mesma opinião foi manifestada pelo ministro da Defesa francês, Herve Morin. “Não podemos descartar um ato terrorista já que o terrorismo é a maior ameaça às democracias ocidentais, mas nesse momento não temos qualquer elemento indicando que tal ato tenha causado esse acidente”, afirmou à rádio Europe 1, segundo a Reuters.

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Presidente brasileiro apoia cooperação com a Guatemala

02/06/2009 · Deixe um comentário

do site prensa latina

lula
Escrito por Bianka de Jesus

2 jun (Prensa Latina) O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, abandonará hoje a Guatemala depois de deixar fixo seu apoio político e de cooperação em áreas econômicas e sociais.

Ao assinar uma declaração conjunta com seu homólogo anfitrião, Alvaro Colom, Lula respaldou a institucionalidade democrática guatemalteca, para ratificar o dito ao ser recebido oficialmente.

Mas ademais aceitou o convite de Colom para que seu país participe nas próximas licitações para projetos de exploração e petroleiros e de gás, tanto em terra como no mar.

O governante guatemalteco também manifestou interesse pelo envolvimento de autoridades e empresas dessa nação sul-americana nos investimentos de futuros programas hidroeléctricos para a mudança da matriz energética, ao qual seu hóspede igualmente respondeu positivamente.

Ambos presidentes assinaram vários convênios, um deles para criar o Centro de Formação Profissional Brasil-Guatemala, que representará a implementação de instalações de capacitação e formação profissional.

Com respeito à aquisição de aeronaves brasileiras, se felicitam na declaração pelo avanço das negociações, pois os aparelhos permitirão a Guatemala contar com um melhor suporte técnico para contrarrestar o narcotráfico e o crime organizado.

O documento estabelece “a inclusão da Guatemala como país beneficiario em matéria de biocombustíveis, no marco do Memorando de Entendimento entre Estados Unidos e Brasil”.

Lula escutou o convite de seu homólogo guatemalteco para que seu país colabore em obras de benefício à sociedade.

Nesse sentido, tem programado para esta terça-feira visitar uma escola aberta e um restaurante solidário, iniciativas coordenadas pelo organismo de Coesão Social e inspiradas em similares instauradas no Brasil durante o mandato de seu atual chefe de Estado.

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Reflexões de Fidel Castro: Os aplausos e os silêncios

02/06/2009 · Deixe um comentário

do site prensa latina

Reflexões de Fidel Castro: Os aplausos e os silêncios

FidelCRuz2 

 

Escrito por Nestor Marin Bandomo   

martes, 02 de junio de 2009

 

 2 jun (Prensa Latina) O líder da Revolução cubana, Fidel Castro, assegurou que em determinadas circunstâncias, não só as palavras falam por si mesmas, senão também os aplausos e os silêncios.

  Em um artigo intitulado Os aplausos e os silêncios difundido pela publicacion digital CubaDebate, Fidel Castro manifestou que quando assistia na televisão a posse de posse de Mauricio Funes, em El Salvador, e ele falou de restabelecer relações com Cuba, um ensordecedor aplauso e gritos de júbilo aplauso e gritos de júbilo estouraram naquela sala, como não se escutaram em nenhum outro momento de seu discurso.

“Ali entre os convidados estava Hillary. Previamente o orador, que muitas das vezes se afastava dos papéis, tinha cometido o erro de cumprimentar à Clinton, que ocupa o cargo de Secretária de Estado, antes inclusive do que a Lula da Silva, Presidente do gigante sul-americano, ali presente entre um grupo de Presidentes de nossa área,” indica. (mais…)

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