Márcia e suas leituras

01/06/2009 · Deixe um comentário

do site pátria latina

A defesa da Coréia & belicosidade dos EUA
 

 

por Workers World

Quem nos Estados Unidos prestar atenção ao noticiário dos meios de comunicação corporativos deve pensar que a República Democrática Popular da Coréia violou o Tratado Abrangente de Proibição de Testes. Certo?
 
Só que tal tratado não existe.
Uns 180 países assinaram-se, mas apenas 148 o ratificaram. Segundo o sítio web da Comprehensive Nuclear-Test-Ban Treaty Organization, “Todos os 44 Estados listados especificamente no Tratado – aqueles com capacidades de tecnologia nuclear no momento das negociações finais do Tratado em 1996 – devem assinar e ratificar antes de o CTBT entrar em vigor”. (ctbto.org)
Nove daqueles 44 Estados nucleares não ratificaram tratado, apesar de o terem assinado há uns 13 anos atrás. Portanto, o tratado não está e nunca esteve em vigor.
O governo que mais parece protestar quando um país como a RDPC efetua testes tem sede em Washington. Mas, será que pode imaginar? O Senado dos EUA não ratificou o tratado. De fato, é a recusa de Washington que constitui o principal obstáculo para o tratado CTBT entrar em vigor.
Os EUA testaram as primeiras bombas atômicas do mundo em 1945 e quase imediatamente lançaram duas delas sobre cidades japonesas, matando 220 mil pessoas nos locais e deixando outras 200 mil tão envenenadas pela radioatividade que morreram logo após. Desde aquele tempo até assinarem o tratado em 1996, os EUA testaram 1032 armas nucleares.
Este número de testes com ogivas é maior do que aquele que foi executado por todos os restantes países do mundo em conjunto, do início até o presente.
Assim, como pode o mundo ter qualquer confiança num tratado de proibição de testes nucleares se o país que testou um número tão enormemente desproporcionado de armas não o ratificará?
A RDPC efetuou com êxito dois testes subterrâneos de dispositivos nucleares, um em 2006 e outro em 25 de Maio. Ela não lançou quaisquer bombas sobre ninguém. De fato, as suas tropas nunca combateram em qualquer outro lugar senão a Coréia, e isso para expulsar invasores estrangeiros.
A determinação da RDPC de dedicar recursos substanciais à construção de um dissuasor nuclear reflete a história trágica da Coréia. Primeiro invadida e anexada pelo colonialismo do Japão, a seguir ocupada pelas tropas dos EUA no fim da II Guerra Mundial, a Coréia sofreu terrivelmente com a ascensão do imperialismo no século XX.
Os EUA criaram uma ditadura militar fantoche no Sul, a qual em 1948 declarou-se República da Coréia. Foi só então que as forças revolucionárias, que haviam libertado a parte norte da Coréia das garras de ferro do Japão, responderam declarando a constituição da RDPC, não como um Estado permanente que ratificaria a divisão da Coréia, mas como um reconhecimento da realidade. O objetivo da RDPC e do povo coreano como um todo sempre foi reunificar o país. Dentro de dois anos, contudo, a RDPC estava a combater uma nova guerra contra invasores imperialistas – desta vez centenas de milhares de soldados norte-americanos.
Vários milhões de coreanos, civis e soldados, foram mortos na guerra de 1950-53. Uns 53 mil soldados americanos morreram. Embora a guerra acabasse num cessar-fogo com os dois lados aproximadamente onde estavam no princípio, os ocupantes estado-unidenses da Coréia do Sul recusaram-se a assinar um tratado de paz com a RDPC. E assim as coisas permaneceram desde então, com 30 a 40 mil tropas dos EUA a ocuparem o Sul.
Muitos países – o primeiro deles foram os Estados Unidos – declaram que tinham de ter armas nucleares para a autodefesa. Ninguém tem um direito mais forte a um dissuasor nuclear do que a RDPC, a qual durante mais de meio século enfrentou a ameaça constante de nova agressão da mais poderosamente armada superpotência imperialista.
Se Washington fosse sincera acerca de querer avançar para um mundo livre do nuclear, ela começaria por assinar um tratado de paz com a RDPC, ratificar o CTBT e remover as suas tropas de ocupação da Coréia.
 
27/Maio/2009
Articles copyright 1995-2009 Workers World. Verbatim copying and distribution of this entire article is permitted in any medium without royalty provided this notice is preserved.
 
O original encontra-se em http://www.workers.org/2009/editorials/korea_0604/
Este editorial encontra-se em
http://resistir.info/.

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(VIDEO) El pueblo de Venezuela responde con este video a los traidores de la patria

01/06/2009 · Deixe um comentário

Por: YVKE Mundial
Fecha de publicación: 01/06/09

01 de junio 2009. -

Guión: Julio Rojas y Evelyn Rico
Edición: Evelyn Rico
Música: Por qué no se van, por Los Prisioneros

acessem este endereço:

http://www.aporrea.org/oposicion/n135519.html

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Comienza ceremonia de toma de posesión de Mauricio Funes en El Salvador

01/06/2009 · Deixe um comentário

do site Agencia Bolivariana de Noticias (ABN)

San Salvador, 01 Jun. ABN.- Este lunes, con la presencia de varios presidentes de la región, se inició en San Salvador el acto con motivo de la toma de posesión del nuevo presidente de El Salvador, Mauricio Funes Cartagena.

Funes es periodista y ganó las elecciones en marzo pasado, de la mano del Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional (FMLN).

De acuerdo con sus declaraciones, el trabajo de Funes se centrará en eliminar de El Salvador “las estructuras de privilegio de quienes han secuestrado le Estado y lo utilizan para sus propios beneficios’.

En el acto hay delegados de 72 países y presidentes de cerca de una docena de naciones del continente.

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Brasil envia aviões e navios para ajudar nas buscas

01/06/2009 · Deixe um comentário

do uol noticias

O Comando da Aeronáutica confirmou que as buscas pela aeronave da Air France que desapareceu quando voava do Rio de Janeiro a Paris já começaram e que a base para as operações ficará localizada na ilha de Fernando de Noronha.

Dois aviões Hércules, da Força Aérea Brasileira (FAB), foram enviados à região para ajudar nas buscas e no salvamento.

Além disso, três navios da Marinha também vão participar dos trabalhos. As embarcações saíram das cidades de Natal, Maceió e Salvador e já estão a caminho de Fernando de Noronha.

O avião da Air France, que partiu do aeroporto do Galeão às 19h30 (horário de Brasília), não pousou no aeroporto de destino, o Charles de Gaulle, em Paris, no horário previsto. A Aeronáutica ainda está colhendo mais detalhes do possível acidente antes de se pronunciar oficialmente, o que deve ocorrer ainda nesta manhã.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, está em viagem pela África, com a volta prevista para a quarta-feira. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se encontra no exterior.

O avião partiu do aeroporto do Galeão às 19h30 e, segundo a Infraero, não houve qualquer registro de problemas na partida.

O último contato do avião com a torre de Recife ocorreu às 22h36, portanto mais de três horas depois da decolagem.

Caso se confirme o acidente na região de Fernando de Noronha, a responsabilidade pelas buscas e salvamento fica a cargo do governo brasileiro.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que a lista com os nomes dos passageiros será divulgada às 11h00, no Rio de Janeiro.

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‘Turismo político’ atrai curiosos pela revolução de Chávez

01/06/2009 · Deixe um comentário

do portal vermelho

Leonardo Lameda se cansou de conversar com seus amigos venezuelanos radicados nos Estados Unidos. “Segundo eles, estou vivendo na pior ditadura do mundo. Não sou chavista, nem antichavista, mas não aguento mais esta visão caricatural”, desabafa. Aos 29 anos, o jovem morador de Caracas decidiu se dedicar a mostrar a realidade do seu país ao público mais relutante possível: os turistas dos Estados Unidos.

Por Lamia Oualalou, no Operamundi.net

Lameda: um guia turístico incomum
Intérprete por formação, Leonardo fala um inglês perfeito, além de um excelente francês, que ele acredita estar, porém, um pouco “enferrujado”. Esta habilidade linguística foi decisiva para sua contratação pela associação Global Exchange, especializada na organização de “reality tours” desde 1989, em mais de 35 países onde existem conflitos de ideias e polêmicas, como Afeganistão, Vietnã, passando pelo Líbano e Coreia do Norte. A filosofia do grupo é tentar ir além dos clichês.

“O interesse dos estrangeiros pela Venezuela decolou a partir de 2003, 2004, mais ou menos quando o presidente Hugo Chávez declarou pela primeira vez, durante o Fórum Social de Porto Alegre, que sua revolução era socialista”, conta Leonardo. Também, a tensão crescente entre Washington e Caracas levou muitos norte-americanos a se interessar pelo processo político.

É o caso de Josh Moody, 22 anos, que estuda Jornalismo e Ciência Política na Universidade de Nebraska. “Achava incrível que um chefe de Estado pudesse chamar Bush de ‘diabo’ na tribuna da ONU (Organização das Nações Unidas)”, relata.

Em setembro de 2006, Chávez fez um ataque violento contra George Bush durante discurso na Assembléia Geral da ONU, acusando-o de se achar “o dono do mundo”. “O diabo veio aqui ontem. Ainda cheira a enxofre hoje”, afirmou, com um sinal da cruz, referindo-se ao fato de Bush ter discursado no mesmo local na véspera.

“Antes disso, a única coisa que sabia era que a Venezuela ficava do lado da Colômbia, e que tinha muito petróleo”, segue Josh. “Infelizmente, a grande imprensa em nosso país não transmite o que acontece na Venezuela com honestidade. Tenho que procurar meios alternativos para fugir de uma visão tendenciosa”, completa o jovem estudante.

Meca do turismo político

Durante os últimos anos, Caracas virou uma verdadeira “Meca do turismo político” para os “gringos”. Sean Penn, Oliver Stone, Kevin Spacey, Benicio del Toro e até a modelo britânica Naomi Campbell fizeram a viagem, tal como centenas de anônimos. “A maioria é progressista. Em todos estes anos, tive só um republicano”, conta Leonardo.

Receber estes visitantes especiais não é uma tarefa fácil. “Em geral, a única coisa que falam de espanhol é “amigo, mi casa es tu casa”, não sei quantas vezes ouvi esta frase” conta o intérprete, rindo. Para evitar qualquer constrangimento, Leonardo explica logo no início que na Venezuela é normal chamar uma pessoa de “gordo”, “magrinho”, “negro”, “velhinho”, em função de sua aparência física. “Lembro que aqui é um sinal de carinho, não há razão para ficar ofendido”, diz.

Na terra de Simon Bolívar, a recíproca também vale: “a primeira coisa que esclareço é que eles não são americanos, mas estadunidenses, porque somos todos americanos”.

Itinerário

O périplo começa na capital. O jovem guia procura mostrar a polarização entre partidários do governo e opositores, que se reflete na cidade, cortada entre a zona oeste chavista e leste, antichavista. De um lado, a Catia TV, uma televisão comunitária favorável ao governo, do outro, a Praça Altamira, onde todos odeiam o “comandante”.

O verdadeiro mergulho na “Revolução bolivariana”, porém, se faz fora da capital, nos estados de Lara e Miranda. Os visitantes têm a oportunidade de conhecer as chamadas “missões” — programas sociais que cuidam da saúde (“Barrio adentro”), da educação (missões “Robinson”, “Ribas”, “Sucre”) e da alimentação (“Mercal”) que constituem a base da popularidade do Chávez. “Mas não temos nenhuma relação com o governo, trabalhamos diretamente com as comunidades. Acreditamos na diplomacia dos povos” esclarece Leonardo.

Ele explica que o choque de realidade é sentido também nas condições impostas pela viagem. O grupo passa entre dez e 20 dias viajando sem luxo: “Andamos de metrô, ônibus de cooperativas sem ar, e nos hospedamos em hoteizinhos bem simples, nada de Los Roques”, diz, em referência ao arquipélago paradisíaco a uma hora de avião de Caracas.

Contrastes

“Saí com a sensação de que o povo venezuelano está tentando construir uma democracia com um jeito próprio”, ressalta Josh. O estudante diz ter entendido melhor as mudanças provocadas por Chávez durante os últimos anos, tanto as positivas como as negativas. “Fazemos questão de entrevistar pessoas da oposição, no começo e no final da viagem”, explica Leonardo. Ele mesmo relata que votou às vezes a favor do governo, às vezes contra.

Aqueles viajantes que chegam ao país com a ideia de caminhar sobre uma terra comunista, sem liberdade de expressão, mudam rapidamente de opinião. Os que acham que a Venezuela é um paraíso socialista, também. A visão de líderes chavistas dirigindo um Hummer, enormes carros que parecem tanques de guerra, típicos do sul dos Estados Unidos, derruba as ilusões. “Eles veem menos pobreza, um sistema de saúde publica, mas também corrupção e insegurança. Não há pureza aqui”, resume Leonardo.

As missões educativas são as que chamam mais a atenção. Leonardo — que fala perfeitamente dois idiomas estrangeiros sem nunca ter saído do país — se orgulha ao ressaltar que aprendeu tudo com a educação pública. “É um choque para eles: todos tiveram que contrair dívidas enormes para pagas os estudos. Eles percebem que o sistema baseado no dinheiro talvez não seja tão perfeito”, conta.

Mas, segundo Leonardo, a verdadeira fonte de inveja é menos nobre. “Quando paramos para abastecer os carros, eles que percebem que para encher todo o tanque com gasolina, temos que pagar menos de US$ 3. Eles estão literalmente babando!”, conclui o guia.

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¿Qué hacer con la OEA?

01/06/2009 · Deixe um comentário

do blog do Atílio Boron

Las organizaciones -y las burocracias internacionales todavía más- se resisten tercamente a morir. Aunque hayan cumplido su ciclo y perduren como ruinosas huellas de un pasado que ya nunca volverá siempre tendrán ingeniosos defensores que urdirán los más intrincados razonamientos para postergar indefinidamente su inevitable ocaso. En este sentido la próxima reunión de Ministros de Relaciones Exteriores de los países miembros de la OEA en San Pedro Sula, Honduras, está planteando la pregunta incorrecta, a saber: ¿debe o no Cuba volver a la OEA, y si vuelve, bajo cuáles condiciones? En realidad lo que hay que preguntarse es si existe alguna razón en virtud de la cual la OEA merece seguir existiendo. Y cuando se plantea esta pregunta, que es la correcta, la respuesta es inequívoca: No. No hay ninguna razón que justifique la continuidad de la OEA.

No sólo Cuba no tiene nada que hacer en la OEA. Tampoco los demás países de América Latina y el Caribe. Esta organización reflejó un (largo) momento de total hegemonía de Estados Unidos en el sistema interamericano. La OEA fue la expresión, en el plano de los organismos internacionales, de ese período histórico ya concluido en el cual Washington mandaba y los demás acataban, como lo demostró la ignominiosa expulsión de Cuba ordenada por la Casa Blanca en ocasión de la octava cumbre reunida en Punta del Este, Uruguay, el 31 de Enero de 1962. Como el imperialismo había sido derrotado en Playa Girón, el 16 de Abril de 1961, la represalia fue declarar el ostracismo de Cuba, su total aislamiento, con la vana esperanza de que abrumada por tamaño infortunio la Revolución plegaría sus banderas y se entregaría mansamente a sus enemigos. Se equivocaron de medio a medio.

Hay un paralelismo inevitable entre la malograda Sociedad de las Naciones y la OEA. La SN, fundada como resultado del Tratado de Versailles al finalizar la Primera Guerra Mundial tenía por objeto promover los llamados “derechos del hombre”, prevenir el estallido de nuevas guerras, fomentar la seguridad colectiva y resolver las controversias internacionales mediante la negociación y la diplomacia. Su manifiesta incapacidad para cumplir con tales propósitos provocó, a mediados de los años treintas, su progresiva obsolescencia al compás de la expansión del fascismo en Europa y, sobre todo, de la arrolladora marcha del ejército Nazi ante la cual la SN no hizo otra cosa que lamentarse. La OEA, por su parte, declara que su misión no es otra que la de ser un foro adecuado para facilitar el diálogo multilateral y la toma de decisiones dentro del sistema interamericano, fortalecer la paz, y la seguridad, consolidar la democracia, promover los derechos humanos, apoyar el desarrollo social y económico y promover el desarrollo sostenible en todo el ámbito americano. No obstante, sus bellas intenciones se vieron invariablemente frustradas porque antes que nada la OEA fue, desde su nacimiento, un instrumento del imperialismo norteamericano y todos aquellos loables objetivos quedaban invariablemente supeditados al interés de la potencia hegemónica. Consolidar la democracia sí, pero siempre y cuando los gobiernos democráticos no amenazaran los intereses de Estados Unidos. Fortalecer la paz y la seguridad sí, pero si hay gobiernos díscolos que desafían al poder imperial invasiones como las de Playa Girón, Santo Domingo, Panamá o Granada se tornan perfectamente justificables. (mais…)

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E o tempo passa …….Adivinhem quem é?

01/06/2009 · Deixe um comentário

Categorias: Márcia Silva
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