Amigos,
Já escrevi aqui sobre o super faturamento da cidade da música, uma obra faraônica que nosso ex-prefeito deixou-nos como legado inacabado e ainda com dívida.
A Comissão Parlamentar de Inquérito, instaurada da Camara Municipal do Rio de Janeiro para apurar as denuncias de fraudes e corrupção nesta obra teve como relator o vereador do partido comunista do Brasil PCdoB, Roberto Monteiro.
Maiores detalhes podem ser resgatados nos sites das matérias abaixo:
aqui em meu blog no dia 18/12/2008 o artigo, A cidade “faraônica” da música
http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=48580
Relatório final da CPI da Cidade da Música
http://www.robertomonteiro.com.br/materia/novembro/RelatrioCPICidadedaMsica2.pdf
do site do globo.com
Inaugurada ainda inacabada no fim do ano passado pelo então prefeito Cesar Maia, mesmo após a prefeitura ter gasto R$ 439 milhões, as obras da Cidade da Música estão cercadas de fortes indícios de superfaturamento e fraude na cotação de preços; irregularidades na contratação de serviços e na compra de equipamentos; e problemas de execução de projeto. São conclusões da auditoria determinada pelo prefeito Eduardo Paes no primeiro dia de governo. Relatório ao qual O GLOBO teve acesso mostra que em apenas uma amostragem de preços com oito de 776 itens especiais, comprados para a Grande Sala de concertos, a prefeitura teria pagado R$ 1,3 milhão a mais, em relação a valores de mercado.
A auditoria concluiu ainda que a Cidade da Música deverá consumir pelo menos mais R$ 150 milhões e 12 meses de obras para poder abrir ao público. Com os R$ 589 milhões que deverão ser gastos no complexo, seria possível construir quase duas estações de metrô (a de Ipanema está orçada em R$ 308 milhões) e quatro hospitais da rede Sarah (R$ 150 milhões). O texto frisa que as obras estão “inacabadas e longe de acabar e têm erros grosseiros de execução”. Outra constatação é que serviços foram executados fora das especificações do projeto.
O ex-prefeito Cesar Maia contra-atacou dizendo que as conclusões da auditoria inauguram no Rio o que chamou de “novo paraíso das empreiteiras”. Ele disse considerar normal e esperado que um novo governo paralise uma obra e a submeta a uma auditoria, mas chamou de “inacreditável” a conclusão a que o trabalho chegou de que a Cidade da Música necessitaria de mais R$ 150 milhões, quase o dobro dos cerca de R$ 86 milhões estimados por sua gestão.




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