Márcia e suas leituras

Mais uma de Vanessa da Matta

01/05/2009 · Deixe um comentário

Já deu para reparar que gosto muito da voz da Vanessa da Matta, e também percebo que todas as músicas que postei dela são bem procuradas pelos leitores, então aqui vai mais uma música que quase todo dia ouço no engarrafamento.

Aliás, outra coisa que já falei e que são muito porcuradas são as poesias do Drummond, nada melhor que ter leitores ligados em economia, política e ainda serem romanticos.

Categorias: amor · vídeos e clipes
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Sérvia se nega a participar de exércios da Otan na Geórgia

01/05/2009 · Deixe um comentário

do portal vermelho

A Sérvia desistiu de participar nos exercícios multinacionais que o Pacto Militar do Atlântico Norte planeja realizar na Geórgia, afirmou nesta quinta-feira (30) o governo sérvio em um comunicado.

No documento não se explicam as razões, no entanto, o ministro de Relações Exteriores da Sérvia, Vuk Jeremic, comentou nesta semana que seu país não participaria nas manobras.

Nem militares nem representantes sérvios participarão nos exercícios porque a Rússia os considera uma ameaça para sua segurança”, disse Jeremic na última segunda-feira à cadeia de televisão B92 de Belgrado.

Os exercícios multinacionais Cooperative Longbow 09/Cooperative Lancer 09 serão realizados dentro do projeto da Otan denominado Associação em Prol da Paz”, de 6 de maio a 1.º de junho na Geórgia. Participaraão cerca de 1.300 militares de 19 países membros da Otan e seus aliados.

O ministro de Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, declarou na última segunda-feira que Moscou não enviará observadores à Geórgia e desaconselhou outros países a participar nas manobras.

Vários países, entre eles Moldova, Letônia, Estônia e Casaquistão, já se negaram a participar nos exercícios da Otan na Geórgia.

RIA – Novosti

Categorias: Geórgia · OTAN · Sérvia

Fotos do 1° de maio pelo mundo

01/05/2009 · Deixe um comentário

do portal vermelho

Categorias: Trabalho
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A política externa do Brasil no século XXI: os eixos combinados de cooperação horizontal e vertical

01/05/2009 · Deixe um comentário

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A Diplomacia Presidencial de Barack Obama, por Cristina Soreanu Pecequilo

01/05/2009 · Deixe um comentário

do blog mundorama

by Equipe de Colaboradores

Esforços diplomáticos intensificados, reuniões de cúpulas globais e regionais, encontros bilaterais com líderes chave (aliados e não tão aliados) e em organizações internacionais, a sinalização do cumprimento de promessas de campanha para as missões do Iraque e Afeganistão, a agenda diplomática do presidente Barack Obama foi particularmente intensa nos meses de Março e Abril. Tal exposição suplantou a figura da Secretária de Estado Hillary Clinton e procurou demonstrar que a retórica e a prática do poder inteligente sustentado na cooperação, reforma e atualização da liderança estão sendo valorizadas.

A presença ostensiva do presidente norte-americano nestes eventos corresponde à dinâmica experimentada nos dois primeiros meses de governo dentro dos EUA, Janeiro e Fevereiro: uma ofensiva direta que quebra os padrões W. Bush, imprimindo o “estilo Obama” calcado em sua popularidade ainda alta, carisma e esperanças políticas, sem que pragmaticamente se imprima um caráter estratégico diferenciado à agenda em qualquer um dos dois níveis.

De forma geral, a avaliação sobre estas movimentações ressalta seu conteúdo positivo. Esta visão, contudo, é acompanhada de um sentimento de incerteza e baixa nas expectativas à medida que tanto dentro quanto fora de casa, o slogan democrata parece ter caminhado da “mudança” à “paciência”. Com isso, não se nega, em particular no cenário global, a prioridade à transformação e reestruturação de relações bilaterais e organizações multilaterais, só que simultaneamente parece não se caminhar à frente, preservando as assimetrias e padrões de intercâmbio anteriores. Inclusive, isto leva à repetição de crises cíclicas e à baixa intensidade da reforma. Analisando a diplomacia presidencial de Obama, algumas questões surgem como exemplo desta dualidade: o tour inicial de Hillary Clinton pela Ásia e Oriente Médio, as relações bilaterais com a Rússia e os aliados europeus via OTAN, a possível reaproximação com o Irã, a Cúpula de Londres do G-20 e a Cúpula das Américas.

(mais…)

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Obama não muda discurso sobre o terrorismo

01/05/2009 · Deixe um comentário

do blog Teoria do Estado e globalização

Folha de São Paulo, sexta-feira, 01 de maio de 2009

Apesar de retórica, Obama não mexe em lista do terror
Relatório do Departamento de Estado, 1º do novo governo, mantém Cuba, Irã, Síria e Sudão

Teerã acusa EUA de praticar tortura, Havana diz que Casa Branca é “delinquente internacional” e Caracas compara democrata a Bush

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

Se o discurso mudou, a política continua a mesma. Pelo menos segundo relatório anual sobre terrorismo que o Departamento de Estado norte-americano prepara a pedido do Congresso dos EUA.
No divulgado ontem, com dados recolhidos ainda sob George W. Bush, mas já sob a chancela do presidente Barack Obama e da secretária Hillary Clinton, Cuba, Irã, Síria e Sudão aparecem como “Estados patrocinadores de terrorismo”.
A quadra já constava dos relatórios de Bush, que removeu a Coreia do Norte da lista em 2008. Pois esse país continua fora, mas os outros quatro não ganharam a deferência. Na prática, isso significa que não podem receber ajuda econômica nem fazer tratados comerciais e acordos financeiros com os EUA, entre outros vetos.
A decisão se choca com a retórica conciliatória de Obama. Por ocasião do Ano Novo persa, o democrata gravou mensagem positiva ao povo iraniano e ao regime dos aiatolás. Nas últimas semanas, derrubou as restrições de viagem e remessas de cubano-americanos para Cuba.
O tom é outro no texto. “O Irã continua o Estado patrocinador de terrorismo de maior importância” no mundo.
O relatório acusa o país de armar clandestinamente, via Guarda Islâmica Revolucionária (também conhecida como Forças Especiais Quds), o Hizbollah no Líbano, o Hamas na Palestina, a insurgência iraquiana e mesmo o Taleban na fronteira Afeganistão-Paquistão, que sob Obama se tornou a maior frente militar dos EUA.
Diz que o Quds está presente até mesmo na América Latina, onde o governo iraniano está tentando “expandir seus laços militares”, segundo o documento. Na região, outro governo com o qual a nova Casa Branca vem ensaiando uma distensão aparece sob ótica negativa. De acordo com o texto, a Venezuela foi certificada como país “que não coopera totalmente” com os EUA na luta contra o terrorismo.
Entre os fatores de preocupação da Chancelaria norte-americana em relação a Hugo Chávez está o estreitamento de relações com o Irã. É ressaltada a suposta falta de rigor na vigilância de passageiros dos voos entre a capital venezuelana e Teerã, o que faria do aeroporto Simón Bolívar “uma estação de entrada potencialmente atrativa para terroristas”.
A interação maior do Irã com os governos esquerdistas latino-americanos é preocupação presente no relatório, aparecendo também nos verbetes da Bolívia -é citado o anúncio de Evo Morales de que abriria embaixada em Teerã- e da Nicarágua -no caso, a decisão do presidente Daniel Ortega de não exigir visto dos iranianos.
Outro ponto de atrito são as relações do governo venezuelano com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias de Colômbia), grupo armado que Washington considera “terrorista”, e Caracas, apenas “beligerante”. A guerrilha também aparece no texto sobre a Nicarágua, no qual o governo de Ortega é criticado por manter “estreita relação” com as Farc.
Irã, Cuba e Venezuela rejeitaram as conclusões do relatório e acusaram os EUA de “não ter autoridade moral” para julgar condutas alheias.
Teerã disse que a Casa Branca “aplica tortura” na prisão de Guantánamo e apoia a ocupação israelense de terras palestinas, Havana acusou Washington de ter histórico de “delinquente internacional” por praticar “terrorismo de Estado” e Caracas afirmou que o documento “tem muito de Bush”.

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Premier mai : la force de l’unité

01/05/2009 · Deixe um comentário

do site  http://www.humanite.fr/Premier-mai-la-force-de-l-unite

160 000 manifestants à paris, plus d’un million dans toute la France. La journée d’histoire comptera pour la suite du mouvement.

Reportage à Marseille : Josette, Jean, Robert et Sylvie ont défilé ensemble. Pour deux d’entre eux, c’était une première.

Marseille (Bouches-du-Rhône), correspondant régional.

Ils sont éparpillés tout au long de l’imposant cortège marseillais de ce 1er Mai. « Même avec les portables, on n’a pas réussi à se retrouver. » Mais ces quatre-là sont restés ensemble, en début de cortège, où la sono et les pétards couvrent les slogans comme les sonneries.

Il y a Josette, ancienne salariée dans le nettoyage industriel, « virée à cinquante ans ». Des années de petits boulots ensuite, puis désormais l’allocation de solidarité. Josette n’est pas forcément de toutes les manifs. Mais, aujourd’hui, elle voulait en être : « Il y a tellement de choses à dire, tellement de trucs qui ne vont pas… sauf pour les patrons qui n’ont pas trop à se plaindre. Enfin, je parle des gros, pas des petits. »

À ses côtés se trouve son frère, Jean. Technicien informatique, il a perdu son emploi le 1er novembre 2008 : « Depuis un an, on sentait les choses venir. Le but du jeu, pour la direction, c’est de rogner sur la masse salariale pour payer les dividendes des actionnaires. » Son ancien salaire : le SMIC, « et encore annualisé », sans parler des heures supplémentaires pas payées. Issu d’une famille de communistes depuis plusieurs générations – « j’ai distribué l’HD quand j’étais petit » -, Jean ne rate pas un défilé : « Je manifeste pour montrer ma détermination à ne pas me laisser faire et pour dire que là où certains parlent de meilleure répartition des richesses, moi, je veux une répartition totalement différente des richesses. Ce n’est pas pareil. » Il affirme « ne rien attendre de ce gouvernement ». Simplement, ça le « regonfle de voir que (je) ne suis pas seul dans (mon) coin », dit-il en jetant un coup d’œil au plus important défilé du 1er Mai que Marseille ait connu depuis bien des années. Avec lui, son compagnon, Robert, bat le pavé marseillais pour la première fois. De nationalité belge, il est arrivé de sa Flandre natale à Marseille en 2005. Programmeur informatique. En Belgique non plus, il n’avait jamais manifesté. Il résume ainsi le sens de ce pas franchi : « Contre la politique qui n’aide que les patrons et ne fait rien les salariés. »

Première également pour Sylvie, la belle-fille de Josette. Femme de ménage à temps plein depuis quatre ans, elle touche le salaire minimum. La crise la frappe directement au porte-monnaie. « On ne peut pas réduire le logement ou le chauffage, alors on serre le budget nourriture. Je peux vous dire que cet été, on ne sera pas nombreux sur les plages. » Cette mère de deux enfants (treize et onze ans) formule également son inquiétude quant à l’avenir de l’éducation. En quelques mots comme en cent, elle lâche : « Y en a marre de leurs conneries qui nous retombent dessus. Il faut que le gouvernement prenne conscience que c’est le peuple qui l’a élu et que ce peuple a des attentes. » La sono crache la chanson des Zebda, Motivés.

Christophe Deroubaix

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O dia dos pobres do mundo

01/05/2009 · Deixe um comentário

do blog do velhocomunista

Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Karl Marx convocou à união: “Proletários de todos os países, uni-vos!”, apesar de muitos pobres não serem proletários. Lênin, mais amplo ainda, também instou os camponeses e povos colonizados a lutarem unidos sob a direção do proletariado.
A data da celebração foi escolhida como homenagem aos mártires de Chicago, que em 1º de maio de 1886 iniciaram uma greve num país capitalista, cujos trabalhadores eram vítimas do desemprego e de outras calamidades associadas às crises econômicas, inseparáveis do sistema. Seus direitos não eram reconhecidos e os sindicatos eram vistos pela burguesia como organizações terroristas, inimigas do povo dos Estados Unidos.
Os capitalistas recorreram depois a suas melhores armas: a divisão e o economicismo para desmantelar a luta revolucionária.
O movimento operário se dividiu e as exigências sindicais, para muitos em meio à pobreza reinante, eram o objetivo principal, mais do que a mudança da sociedade.
Os Estados Unidos se converteram no país capitalista com maiores diferenças entre as rendas dos ricos e dos pobres. À sombra de sua hegemonia, a América Latina tornou-se, por sua vez, a área do Terceiro Mundo onde as desigualdades entre ricos e pobres eram mais profundas. Os ricos desfrutavam de níveis de vida comparáveis com os da burguesia dos países desenvolvidos da Europa. A noção de Pátria tinha desaparecido nas camadas mais ricas da população.
Era inevitável o choque da grande potência do Norte e da Revolução cubana. A heróica resistência do povo do nosso pequeno país foi subestimada.
Hoje estão dispostos a nos perdoarem se nos resignássemos a voltar ao redil como escravos que, depois de conhecer a liberdade, aceitassem de novo o chicote e o jugo.
Hoje o planeta se debate entre crises econômicas, pandemias, mudanças climáticas, perigos de guerras e outros problemas. A tarefa política se torna mais complexa e ainda alguns iludem-se com que os povos podem ser manipulados como fantoches.
Ainda não se pode dizer a última palavra sobre a evolução futura da atual administração norte-americana. Há elementos novos, tanto objetivos quanto subjetivos. Estudamos e observamos cada um de seus passos. Não somos incendiários como alguns imaginam, mas também não tolos que se deixam enganar facilmente por aqueles que pensam que a única coisa importante no mundo são as leis do mercado e o sistema capitalista de produção. Todos nós temos a obrigação de lutar pela paz, não existe outra alternativa. Contudo, o inimigo jamais deve iludir-se com que Cuba vai render-se.
Esperamos que, cada 1º de maio, milhares de homens e mulheres de todos os cantos do mundo compartilhem conosco o Dia Internacional do Trabalho, que temos vindo comemorando durante 50 anos. Não em vão, muito antes de 1º de janeiro de 1959, proclamamos que nossa Revolução seria a Revolução dos humildes, pelos humildes e para os humildes. As conquistas da nossa Pátria nos setores da educação, da saúde, da ciência, da cultura e outros, e especialmente a força e a unidade do povo, demonstram-no, apesar do bloqueio desumano.
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………..Fidel Castro Ruz
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Original em Granma

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Amorim defende Venezuela no Mercosul, sob reação de Collor

01/05/2009 · Deixe um comentário

do portal vermelho

O chanceler Celso Amorim defendeu, nesta quinta-feira, no Senado, a entrada da Venezuela no Mercosul, apesar da reação de parte dos parlamentares. A maior resistência partiu do ex-presidente, o senador Fernando Collor de Melo.

Amorim participou de uma audiência pública da Comissão de Relações Exteriores do Senado que analisa o tratado de adesão da Venezuela ao Mercosul, assinado pelos Governos de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai em julho de 2006.

Até agora, o tratado só foi ratificado pelos Congressos de Argentina e Uruguai, enquanto os de Paraguai e Brasil seguem em debate.

Amorim disse que o Mercosul é ”um núcleo dinâmico da integração latino-americana” e destacou a importância da Venezuela, que tem ”o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB) da América do Sul”. Para ele, a entrada desse país no bloco ”tem valor econômico, estratégico e simbólico”.

Nesse sentido, ele explicou que as exportações brasileiras para a Venezuela, que superam US$ 4 bilhões anuais, ‘’são maiores” que as dirigidas a países como França, Itália, Rússia e Reino Unido.

Com um PIB de US$ 330 bilhões no ano passado, a Venezuela importa 75% dos alimentos que consome e se notabiliza por ter a sexta reserva de petróleo e a nona reserva de gás natural do mundo.

Ainda sobre essas trocas comerciais, as regiões Norte e Nordeste do Brasil se sobressaem como importantes emissários de produtos para a Venezuela, exibindo volume de negócios superior ao de muitos países que também exportam para lá.

Foi justamente esse um dos pontos levantados pelo governador de Roraima, José de Anchieta Junior, em favor da adesão da Venezuela ao Mercosul. De acordo com o governador, as economias dessas duas regiões atuam em complementaridade com as economias dos países andinos e caribenhos.

José de Anchieta Junior afirmou que a Região Norte será o portal da integração da Venezuela com o Mercosul – os estados de Roraima e Amazonas fazem fronteira com o país. Ele acredita que, se essa adesão se confirmar, Roraima, que tem 70% do PIB formado com recursos públicos, pode ter a chance de mudar sua matriz econômica.

”Não se está aqui para discutir a política interna, mas a integração dos povos de países da America do Sul para a criação de emprego e renda para as pessoas que precisam. Evitar a inserção da Venezuela no Mercosul é um retrocesso e vai inibir esse processo crescente de integração comercial” previu o governador.

Contrário à adesão da Venezuela, Collor afirmou que o presidente do país vizinho, Hugo Chávez, ”luta por um projeto político próprio, que vai frontalmente contra o perfil da atuação externa do Brasil, que procura a paz, a integração e evita o confronto”.

Segundo ele – que deixou a Presidência da República (1990-1992) após acusações de corrupção e teve seus direitos políticos cassados por oito anos -, os princípios básicos de democracia, que norteiam a adesão de qualquer país ao Mercosul, não estariam sendo seguidos pela Venezuela.

O ex-presidente defendeu, inclusive, que a entrada da Venezuela no Mercosul poderia provocar graves rachas políticos no bloco pela ”falta de moderação de seu presidente”, que pode ”debilitar” o processo de integração em vez de fortalecê-lo.

Amorim, que no fim de semana passado se reuniu com Chávez, em Caracas, respondeu dizendo que é ”impossível” que o Brasil tenha parceiros ”feitos à sua imagem e semelhança” e ressaltou o ”compromisso” da Venezuela com a integração e o fomento do comércio regional.

A Comissão de Relações Exteriores continuará a análise do assunto e, caso não seja aprovado o tratado de adesão da Venezuela, o tema deverá ser submetido à votação no plenário do Senado.

Celso Amorim ponderou que um eventual atraso nesse ingresso poderia criar um clima político menos favorável ao processo. Em seguida, ele advertiu que o clima político é tão ou mais importante para o comércio que a revisão tarifária.

Ontem, em Caracas, Chávez manifestou sua esperança de que os trâmites para a entrada da Venezuela no bloco acabem antes do próximo dia 26 de maio, quando visitará o Brasil.

Com agências

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1º de Maio – Trabalhadores em luta!

01/05/2009 · Deixe um comentário

do site do PCP

Sexta, 01 Maio 2009

Por todo o país, o 1º de Maio foi comemorado por milhares de trabalhadores, reforçando o papel histórico da sua luta e a sua actualidade. Assim, muitas das acções de comemoração foram transformadas em verdadeiras acções de luta.
Destacam –se as grandes manifestações realizadas em Lisboa, com a presença do Secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, e no Porto, com a presença de Ilda Figueiredo, candidata e deputada do Parlamento Europeu.

No ano de 1886, no primeiro dia de Maio, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, exigindo a redução do horário de trabalho para as oito horas. A manifestação teve repressão policial, para tentar dispersar os trabalhadores que lutavam por melhores condições de trabalho. Dezenas de operários foram mortos e feridos.

Passados todos estes anos, os trabalhadores portugueses continuam a sair à rua para lutar pelas conquistas de Abril, que tanto são atacadas pela política de direita dos sucessivos Governos PS e PSD, com ou sem CDS. A luta pelo horário de trabalho, continua actual, quando no Parlamento Europeu pretende-se aumentar a jornada de trabalho para 65 horas.

Hoje, os trabalhadores dizem basta aos baixos salários, ao aumento do desemprego, à revisão para pior do Código do Trabalho e da Legislação Laboral da Administração Pública, à precariedade, ao aumento do horário de trabalho.

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Presidió Raúl Castro multitudinaria marcha por el Primero de Mayo

01/05/2009 · Deixe um comentário

do site granma.cu

mayo2

Un millón de cubanos desbordó la Plaza de la Revolución José Martí, en La Habana, donde tuvo lugar el acto central en Cuba por el Primero de Mayo, Día Internacional de los Trabajadores, encabezado por el presidente Raúl Castro.

En masa compacta, desfilaron en la histórica explanada, desde donde previamente se había dirigido al pueblo Salvador Valdés, secretario general de la Central de Trabajadores de Cuba (CTC).

Minutos antes de las ocho de la mañana el mandatario cubano, vistiendo guayabera blanca, junto a otros altos dirigentes de la Revolución, llegaron a la tribuna, aclamados por la masa compacta de pueblo que esperaba desde muy temprano para marchar frente al emblemático monumento a José Martí, Héroe Nacional.

Luego de las palabras de Salvador Valdés Mesa, comenzó la gigantesca manifestación en respaldo a la Revolución, y a sus líderes Fidel y Raúl.

La alegre y colorida marcha comenzó con el paso de miles de maestros, médicos y constructores, quienes enarbolaban banderas cubanas y de diversos colores, y carteles que expresaban ¡Viva Cuba Libre!, ¡Viva el Primero de Mayo! ¡Marchamos por la Patria y el futuro!

La población de la capital, en representación de todo el país, expresó su irrestricto apoyo al Partido Comunista de Cuba y a las conquistas de la Revolución, en un mar de pueblo que reiteró como consignas ¡Abajo el bloqueo genocida!, ¡Libertad para los Cinco héroes cubanos prisioneros en EE.UU.!

Unos 40 mil jóvenes, adolescentes y niños, cerraron el multitudinario desfile en la Plaza de la Revolución, desarrollado en un día soleado que aumentó la brillantez de esta enorme manifestación popular, plena de patriotismo y fervor revolucionario, que festejó el Primero de Mayo, los cincuenta años de la Revolución y el aniversario 70 de la CTC.

Participaron en el acto miembros del Buró Político, el Secretariado del Comité Central del Partido Comunista de Cuba y de los Consejos de Estado y de Ministros.

Se encontraban también más de dos mil amigos de Cuba en representación de 70 países y 200 organizaciones sindicales y solidarias del mundo.

Estuvieron en la tribuna, Miguel d’Escoto, Presidente de la Asamblea General de las Naciones Unidas, cancilleres y funcionarios participantes en la Reunión del Buró de Coordinación del Movimiento de Países No Alineados, y representantes de partidos y organizaciones internacionales radicados en Cuba, el Cuerpo Diplomático, y otros invitados.

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Dirigente sindical mundial condena bloqueo de EE.UU. a Cuba

01/05/2009 · Deixe um comentário

do site do granma.cu

WILLIAM FERNÁNDEZ

George Mavrikos, secretario general de la Federación Sindical Mundial (FSM), condenó en esta capital el bloqueo económico, financiero y comercial de Estados a Unidos a Cuba durante casi 50 años.

Mavrikos aseveró que los sindicalistas reunidos en la Habana, para el Primero de Mayo y el cumpleaños 70 de la Central de Trabajadores de Cuba, enviarán un mensaje al presidente norteamericano Barack Obama con vistas a que detenga ese injusto proceder contra el pueblo cubano.

Reiteró que también exigirán la liberación de Antonio Guerrero, Gerardo Hernández, Ramón Labañino, René González y Fernando González, los cinco cubanos presos en cárceles norteamericanas por luchar contra el terrorismo.

Hace un mes hubo un encuentro en la sede de la FSM en Atenas, que contó con la presencia de Salvador Valdés Mesa, secretario general de la CTC, y donde se denunció al mundo los atropellos y arbitrariedades que se cometen contra esos luchadores antiterroristas, recordó Mavrikos.

Explicó que el 16 de junio se realizará un evento en Ginebra para homenajear a la central obrera cubana y donde se incluirá el tema del bloqueo y la solidaridad con la Isla.

En lo que resta de año la FSM realizará las reuniones regionales de los sindicatos de Europa y Asia, así como una reunión el cuatro y cinco de octubre en Bruselas, para analizar el impacto de la crisis financiera internacional.

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O bloqueio dos EUA a Cuba segue intacto, sublinhou Raúl Castro

01/05/2009 · Deixe um comentário

do site prensa latina

Escrito por Nestor Marin Bandomo

raul-castroO chefe de Estado cubano, Raúl Castro, afirmou  que o bloqueio de Estados Unidos a Cuba segue intacto apesar das medidas anunciadas recentemente pelo presidente Barack Obama, as quais, disse, se bem são positivas têm um alcance mínimo.

Ao falar aqui na reunião ministerial do Buró de Coordinación do Movimento de Países Não Alinhados, o governante expressou que não há pretexto político nem moral que justifique a continuidade dessa política Cuba não tem imposto sanção algum contra os Estados Unidos nem contra seus cidadãos.

Não é Cuba a que impede aos empresários desse país fazer negócios com o nosso. Não é Cuba a que persegue as transações financeiras realizadas pelos bancos norte-americanos, acrescentou.

Não é Cuba, sublinhou, a que tem uma base militar em território de Estados Unidos contra a vontade de seu povo, etcétera, etcé tera, etcétera, para não fazer interminável a lista e, portanto, não é Cuba a que tem que fazer gestos.

Reiteramos que estamos dispostos a falar de tudo com o governo dos Estados Unidos, em pé de igualdade, mas não a  negociar nossa soberania nem nosso sistema político e social,  o direito à autodeterminação, nem nossos assuntos internos, colocou a continuação.

E se querem discutir de tudo isso, e pelo mesmo assim lo  expressamos recentemente na Venezuela, em uma Cúpula da ALBA, discuti-lo tudo, tudo, tudo, o nosso, e também lo deles em pé de igualdade, reafirmou.

Após agradecer o apoio do Movimento à Ilha, especialmente na condenação ao bloqueio norte-americano, assegurou que a força maior de NOAL radica na sua unidade dentro da diversidade e essa foi a premissa fundamental do exercício da presidência cubana durante estes quase três anos de mandato.

Não abrigo a menor dúvida que o Movimento de Países Não  Alinhados seguirá sendo um ator fundamental e construtivo nos debates internacionais. Cuba manterá seu empenho em contribuir com esse objetivo, concluiu.

bq/mgt/jrr

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A crise capitalista e o ”mundo em chamas”

01/05/2009 · Deixe um comentário

do portal vermelho

por Altamiro Borges*

O sensacionalismo da mídia em torno da ”farra das passagens” e, agora, da ”gripe suína” tirou do foco o debate sobre os efeitos da crise capitalista mundial. Alguns, mais otimistas, até garantem que ”o pior já passou”. Mas não foi este o tom das intervenções na reunião deste final de semana do Comitê de Desenvolvimento, um fórum conjunto dos membros do Banco Mundial (Bird) e do Fundo Monetário Internacional (FMI).

O ministro da Fazenda, Guido Mantega foi um dos mais ”incendiários” no seu discurso, o que indica uma sensível mudança de leitura no governo Lula. ”O mundo está em chamas. A crise se tornou ainda mais prejudicial para o mundo desde o último encontro do Comitê de Desenvolvimento. Havia outros incêndios antes mesmo do derretimento financeiro em setembro de 2008, labaredas que eram igualmente devastadoras, mas muitos de nós estávamos acostumados a viver com elas”. Agora, segundo o ministro, a crise caminharia para sua fase crônica e a culpa seria da ”globalização alimentada pela desigual distribuição da riqueza, pelo crescimento econômico rápido e concentrado e por padrões de consumo que degradam o uso dos recursos naturais… Este modelo de globalização precisa de ajustes”.

Risco de uma ”catástrofe humana”

Mantega destacou a urgência de ”fortalecer a estrutura multilateral” no enfrentamento da crise e lembrou que os ministros do G-20 já se encontraram duas vezes desde setembro passado, após o colapso do banco Lehman Brothers. Para ele, está evidente que ”o G-7 não pode apagar sozinho o incêndio existente, e é improvável que seja eficiente em crise futuras”. Num discurso duro, ele afirmou que ”os países ricos” são as principais responsáveis pela crise, que já ocasiona ”níveis maiores de desemprego e aumento do número de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza”.

Até o presidente do Bird, Roberto Zoellick, um dos expoentes da desregulamentação financeira no governo Bush, reconheceu que o pior não passou. ”A crise econômica poderá se transformar numa catástrofe humana… Ninguém sabe quanto ela vai durar. Também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento de que o mundo encara uma crise sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais… A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os emergentes devem ter mais influência”.

Como enfatizou Paulo Nogueira Batista Jr., diretor-executivo do Brasil e de mais oito países da América Latina e Caribe no FMI, os chamados países emergentes não devem ”baixar a guarda” diante da crise mundial.  Ela defendeu ações mais ousadas no combate à orgia financeira e maior participação dos ”emergentes” nas decisões globais. ”Os setores que defendem o atual estado das coisas são muito fortes ainda. Estão, talvez, enfraquecidos pela crise, mas em um momento seguinte podem querer restabelecer o passado. Não é impossível que, passado o período mais agudo da crise, as velhas potências queiram restabelecer o G-7 e marginalizar o G-20”, alertou.

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